- A culpa é dos políticos ou é das políticas (e não se trata do sexo dos/as políticos/as)?
- Quando se diz que a crise é sistémica, a que sistema se referem?
- Os srs. Mounti, Parademos e Draghi são bacteriologicamente, perdão... "sistemicamente" puros?
- Vieram de um tubo de ensaio esterilizado, ou da Comissão, do BCE, do Goldman Sachs, com uma enorme tarimba das malfeitorias a que viriam trazer remédio?
- O Reino Unido acaso faz parte da União Europeia?, ninguém fala disto? Porque não está no euro, e/ou por ser um "infiltrado" dos E.U.A.?
- O dr. Mário Soares descobriu que a d. Merkel nasceu na RDA (perdão..."vem da Alemanha de Leste")... não fica tudo dito? Ponham-lhe uma estrela amarela na lapela!
- A banca portuguesa (e não só, ao que dizem) está zangada com as "recomendações" da troika e desqualifica os seus componentes ("funcionários de 5ª a 7ª linha"!).
- Estes mesmos funcionários são promovidos a "1ª linha" (e como tal pagos por nós) quando se trata de medidas de austeridade que atinjam trabalhadores e pensionistas
- (...)
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quinta-feira, novembro 17, 2011
Delírios, dislates, perguntinhas e disparates
segunda-feira, abril 11, 2011
quarta-feira, março 16, 2011
Delírios (perigosos) e dislates (escavacados)
«Saudamos com especial apreço, pelo muito que lhes devemos, os militares de etnia africana que, de forma valorosa, lutaram ao nosso lado. Todos, combatentes por Portugal!»
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Isto disse quem é Presidente desta República Portuguesa, cuja teve um 25 de Abril de 1974 e tem uma Constituição que esse eleito presidente jurou cumprir, embora já se soubesse, por saber de cinco anos experiência feito, que as suas juras (ou palavra de honra) não valem nada!
É um delírio, mas é um delírio perigoso porque haver quem assim se refira a africanos que, lutando do "nosso lado", teriam sido "combatentes por Portugal", se coloca na perspectiva colonial, recria o inimigo do "outro lado", isto é, os combatentes africanos que estavam a lutar contra os combatentes portugueses que um regime fascista obrigava, na maioria dos casos inconscientemente e sujeitos a tremenda pressão psicológica, a fazer uma guerra em nome de Portugal.
É um dislate, e um dislate racista porque a palavra etnia quer dizer, segundo o dicionário, grupo de indivíduos biológica e culturalmente homogéneo; conjunto de indivíduos unidos por características somáticas, culturais e linguísticas comuns e, no espírito de quem o disse, tal palavra pretende esconder a palavra raça, e não será preciso ir à raíz grega da palavra para se ver que os estrangeiros em África eram os portugueses, com a sua etnia a espalhar a fé e o império em Guiné-Bissau (e Cabo Verde), S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, onde havia e há diferentes etnias, desde que dissociado o vocábulo da sua conotação racista.
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já outros companheiros da blogosfera
se referiram a este lamentável discurso,
mas não posso deixar de me associar
à indignação e ao protesto
terça-feira, dezembro 28, 2010
Desabafo em fundo de dislates não ingénuos
Chega a ser patético ouvir alguns (ou quase todos) destes “crânios” a perorar.
Há um “modelo” que adoptaram e usam como se fosse a realidade. Ou convencidos, ou querendo convencer, que esse “modelo” é, e foi, a realidade.
O “modelo” é, simplesmente, irrisório. Risível. Em dois traços o desenham. “Nós” consumimos demais, “nós” gastámos acima das possibilidades, “nós” endividámo-nos sem conta nem medida e, agora, tudo isso ficou a descoberto. E sublinham o “nós” para nos flagelar, a nós todos, com a culpa que é, evidentemente, só de alguns, dos próceres e dos executores de uma política que tem três décadas e meia.
Depois, cada um deles, desses…, embrulha o “modelo” que lhes serve em papel colorido, com dominante rosa ou laranja, num discurso absolutamente balofo, vazio de conteúdo, quer técnico, quer político, quer sobretudo ético. Verborreico, diarreico.
O dito “modelo” confronta-se com um inimigo de estimação, têm um ódio visceral, paranóico, por aquilo que uns chamam “modelo social”, outros “socialismo”, sempre o trabalho e os trabalhadores, sempre com o objectivo de mercadorizar a força de trabalho.
Por outro lado, o “nós” deles exclui-os a eles no que respeita aos sacrifícios que afirmam fatalmente inevitáveis… para o nós-outros” (e não em arremedo de castelhano).
Por mais estúpidos que nos queiram fazer, o seu modelo é o capitalismo, seus estúpidos ou a quererem passar por que o são.
Há um “modelo” que adoptaram e usam como se fosse a realidade. Ou convencidos, ou querendo convencer, que esse “modelo” é, e foi, a realidade.
O “modelo” é, simplesmente, irrisório. Risível. Em dois traços o desenham. “Nós” consumimos demais, “nós” gastámos acima das possibilidades, “nós” endividámo-nos sem conta nem medida e, agora, tudo isso ficou a descoberto. E sublinham o “nós” para nos flagelar, a nós todos, com a culpa que é, evidentemente, só de alguns, dos próceres e dos executores de uma política que tem três décadas e meia.
Depois, cada um deles, desses…, embrulha o “modelo” que lhes serve em papel colorido, com dominante rosa ou laranja, num discurso absolutamente balofo, vazio de conteúdo, quer técnico, quer político, quer sobretudo ético. Verborreico, diarreico.
O dito “modelo” confronta-se com um inimigo de estimação, têm um ódio visceral, paranóico, por aquilo que uns chamam “modelo social”, outros “socialismo”, sempre o trabalho e os trabalhadores, sempre com o objectivo de mercadorizar a força de trabalho.
Por outro lado, o “nós” deles exclui-os a eles no que respeita aos sacrifícios que afirmam fatalmente inevitáveis… para o nós-outros” (e não em arremedo de castelhano).
Por mais estúpidos que nos queiram fazer, o seu modelo é o capitalismo, seus estúpidos ou a quererem passar por que o são.
sexta-feira, julho 30, 2010
Delírios e dislates - 20 (será que são?)
26. - “A defesa intransigente do interesse estratégico foi absolutamente essencial para que a PT pudesse fazer um excelente negócio”.
A “ordem dos factores” é arbitrária? Queria dizer-se o mesmo se se dissesse O excelente negócio que a PT fez foi absolutamente essencial para a defesa intransigente do (nosso) interesse estratégico?
A “ordem dos factores” é arbitrária? Queria dizer-se o mesmo se se dissesse O excelente negócio que a PT fez foi absolutamente essencial para a defesa intransigente do (nosso) interesse estratégico?
Eu acho que não! Não é o mesmo dizer que isto é essencial para que aquilo aconteça que dizer que aquilo é essencial para que isto aconteça. No primeiro caso, isto é instrumento (absolutamente essencial) para que aquilo aconteça, no segundo caso é o contrário
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Terá sido traição verbal, revelando que, para quem o disse, o negócio é que é (sempre!) absolutamente essencial sendo o que quer que seja, como a "defesa intransigente do interesse estratégico" mero (ainda que absolutamente essencial) instrumento?
quarta-feira, julho 14, 2010
Delírios e dislates - 19
n - Tinha a intenção de seleccionar, para esta série, algumas coisas que ouvi, de passagem, nas Jornadas Parlamentares do PSD, distintamente proferidas pelos seus distintos convidados... mas senti-me afogado em tantas, tão pertinentes e tão oportunas declarações, feitas com todo o peso do enorme crédito das personalidades que as proferiram (ex-ministros, de preferência de governos "socialistas", catedráticos, técnicos de ponta... e mola).
Ademais, cheio de coragem, fui visitar o site onde pensei poder rever, reouvir ou reler tais orações sapientes, e não consegui. Também não me cansei muito, foi só uma entrada por saída...
Por isso, para não deixar dislates de minha autoria por troca, sem a pretensão de sequer os comparar com os que eventualmente seleccionaria de tão altas personalidades, passo nesta jogada, perdão, nestas jornadas. Mas que foi uma série digna de antologia, lá isso foi!
E os anfitriões estão mesmo atacadinhos de mixomatose e DHC governativas...
quinta-feira, julho 08, 2010
Delírios e dislates... mas será que são - 18
24. - "A questão da golden share é jurídica, não é ideológica!"
... mas ainda há disso?, essa coisa da ideologia ainda existe?... não acabou quando acabou a classe operária, e os trabalhadores, e o resto?... já agora... e Portugal não acabou também quando o 1º ministro foi para presidente da Comissão como paga de "bons serviços"?
E que fique claro: as privatizações não são ideológicas, são devoluções técnico-jurídicas!
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... e um pano encharcado?!
sexta-feira, julho 02, 2010
Delírios, dislates e disparates disparados - 17
23. - Diz a ministra da saúde (ou do negócio da doença?): "Há que aproveitar a contensão para fazer sopa em casa e deixar de comer fast food que faz mal..."
(isto a propósito de obesidade: estás desempregada/a? fica em casa e faz sopa... só te faz bem, deixas de comer aquelas coisas que engolias ao balcão no intervalo para almoço e que só te faziam mal!)
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24. - Aconselha (?!) o ministro das finanças (lembrando décadas passadas): "... poupem..."
(deve estar a dirigir-se aos desempregados que nem subsídio de desemprego recebem e aos que ganham o salário mínimo, aos que devem mais do que aquilo que recebem ao fim do mês!)
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25. - (não) Comenta a ministra do trabalho (é este o nome do ministério?) os 10,9% de desemprego em Maio de 2010 (10,8% em Abril e 9,4% em Maio de 2009): "... estou à espera dos valores consolidados do 1º trimestre!"
(nós também...mas entretanto já temos estes...)
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26. - Responde o 1º (dos) ministros, sobre os mesmos números do desemprego: "... quanto? 10,9?... mais uma décima, não é?... é o resultado das consequências... o crescimento do desemprego desacelerou... estamos a recuperar e pátátipátátá..."
(pois!)
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Isto tudo num único noticiário na antena 1, entre Ourém e o Zambujal!
quinta-feira, junho 24, 2010
Delírios, insistências e dislates - 16
22. - «... utilizador, pagador... (mais isto, mais aquilo) o princípio do utilizador, pagador... (mais aquilo, mais isto) o utilizador, pagador...»
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Há assim umas frases que caem bem, que têm impacto. E que, por isso, se repetem até à exaustão. Nestes dias, por causa das SCUTs e dos chips e correlativos, ouvi esta frase n vezes (mas um n muito grande!)
Ora, fazer desta fórmula uma verdade universal, repetida insistentemente, e com base nela justificar o que quer que seja, é inaceitável, é transformar tudo em mercadoria que tem que sér paga, pelo que só a ela pode ter acesso quem tem com que pague. Isto em 2010, quando a Humanidade já dispõe de tanta conquista que, tendo um custo, não tem que ter um preço porque se tornou num direito, este sim universal.
Ah! e há umas coisas chamadas solidariedade, coesão e parecidas, que pouco se dizem e muito dizem.
segunda-feira, junho 21, 2010
Delírios, euforias e dislates - 15
21. "Obrigado, Bartolomeu Dias, por teres dobrado o Cabo da Boa Esperança!"
Regressava a este recanto, atravessando cerca de metade do comprimento do País (ou da altura, segundo os mapas), quando, ainda na primeira parte da viagem (e do jogo), antes de chegar (e parar) em Lisboa, ao ouvir o que ia passando lá pela África do Sul apanhei com esta.
(É por estas e por outras que, no que respeita a relatos de futebol, prefiro a televisão - mas quantas vezes! -... posso tirar-lhe o som.)
E esta pérola foi na fase de ainda descrente, dubitativa, esperança (cabo?...), fase em que os que foram bestiais na segunda parte (esta já foi num restaurantezeco, com os comensais a fazerem grande alarido histérico-eufórico seis vezes) estavam a ouvir das boas, como bestas que estavam a ser (dizia o mesmo do Bartolomeu Dias).
Esta avaliação dos outros, oscilando em redutora alternância, entre bestiais e bestas dá -me cabo do juízo.
Bom!, isto serve para dizer que voltei a rotinas
(por uns dias...).
quarta-feira, junho 02, 2010
Delírios, deslises e dislates - 11
Fui a Tomar. A ouvir a Antena1...
15. - "... o euro, quando foi criado, valia 0,80 do dólar, ..."
15. - "... o euro, quando foi criado, valia 0,80 do dólar, ..."
(entrevista a João de Deus Pinheiro, ex-várias coisas e romancista sem futuro, com "teias internacionais" e "tramas nacionais"),
[O euro, quando foi criado, foi cotado a valer 1,18 dólares! É verdade que o seu valor baixou e chegou a valer 0,85 do dólar. Mas, depois, foi subindo a cotação e, em final de 2007, antes da explosão da crise, o euro ultrapassara o nível de 1,40 dólares. A depreciação inicial da moeda única europeia tornou os produtos europeus mais competitivos (mas não os dos países cuja moeda, ao apagar-se no euro, foi sobrevalorizada, como no caso do escudo). Essa inicial maior competitividade "europeia" não compensou o impacto negativo da redução do poder de compra interno da nova moeda. Quando o processo de ajustamento, o aumento no valor internacional do euro tornou os produtos "europeus" (sobretudo os que já não o eram) menos competitivos, e agravou-se a estagnação. Relativa e absoluta.]
[O euro, quando foi criado, foi cotado a valer 1,18 dólares! É verdade que o seu valor baixou e chegou a valer 0,85 do dólar. Mas, depois, foi subindo a cotação e, em final de 2007, antes da explosão da crise, o euro ultrapassara o nível de 1,40 dólares. A depreciação inicial da moeda única europeia tornou os produtos europeus mais competitivos (mas não os dos países cuja moeda, ao apagar-se no euro, foi sobrevalorizada, como no caso do escudo). Essa inicial maior competitividade "europeia" não compensou o impacto negativo da redução do poder de compra interno da nova moeda. Quando o processo de ajustamento, o aumento no valor internacional do euro tornou os produtos "europeus" (sobretudo os que já não o eram) menos competitivos, e agravou-se a estagnação. Relativa e absoluta.]
16. - "... o despedimento é uma pequena parte..."
[Para quem?, para o despedido?... e, "nesta fase do campeonato", a recorrente confusão (intencional e malévola) entre investimento público e despesa pública!]
17. - "... os sindicatos (portugueses, comunistas...) são a principal causa do desemprego..."
(... e, pelo meio, umas coisas audíveis... entrecortadas com imagens como a de Sócrates igual a "adjunto de roupeiro" e Passos Coelho igual a... "Mourinho")
quarta-feira, maio 26, 2010
Delírios (deslizes, deslisuras, excessos) e dislates - 9
12. «(...) Questionado sobre se a associação admitiu ficar ao lado do candidato a anunciar pelo PCP, Carlos Brito - que fez parte da comissão política de Manuel Alegre nas últimas eleições - referiu que os elementos da Renovação Comunista «nem pensaram, nem sabiam quais eram as intenções do PCP», apesar de considerar «previsível» que este partido decidisse avançar com um candidato próprio.» (in Dotecome)
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Lá pensarem, não devem ter pensado... agora não saberem quais eram as intenções do PCP?! Nem um, um-inho da "Renovação", lê as resoluções do Comité Central? Desculpem lá...
Também fazem cada pergunta aos "renovadores"...
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Delírios (deslizes, deslisuras, excessos) e dislates - 8
Diz a TSF (no sapo):
11. «Presidenciais/PS
Sócrates escolherá candidato apoiado pelo PS »!
____________________________________
Este é assunto em que não me queria meter, mas não resisto...
Estes partidos com chefe, em que é o chefe que decide, tiram-me do sério.
Estou mal habituado é o que é...
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11. «Presidenciais/PS
Sócrates escolherá candidato apoiado pelo PS »!
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Este é assunto em que não me queria meter, mas não resisto...
Estes partidos com chefe, em que é o chefe que decide, tiram-me do sério.
Estou mal habituado é o que é...
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quarta-feira, maio 12, 2010
Delírios e dislates - 7
Uma destas era para ir para Expressamente obrigado a - 2 mas desisti. Preferi trazer as duas para estes delírios, deslizes e dislates. Tudo expressamente!
9. É o fim da crise? Não. Mas é o princípio do fim da crise. (Sócrates, o José, em 17.09.2009, citado pelo Expresso, em 08.05.2010, numa coluna que se poderia chamar a credibilidade pelas ruas da amargura)
Não será que é "esta crise" que é, bem pelo contrário, o princípio do fim?
Naquelas "criteriosas" escolhas dos altos... e baixos do Expresso, o seu responsável (?) resolveu colocar entre os "baixos" um sindicalista - o Mário Nogueira - por uma frase que proferiu "de passagem" e reflecte uma determinação de luta, numa semana em que a Federação Sindical de que ele é secretário-geral ganhou um processo em tribunal por desobediência do Ministério da Educação.
É curioso, não é? O Mário Nogueira nos baixos (e com aquela companhia...), e não a ministra que perdeu o processo judicial por ter desobedecido, não cumprindo aquilo a que estava obrigada para com os professores! Ele há cada critério de avaliação...
domingo, maio 09, 2010
Delírios e dislates - 6
Hoje... só dá Benfica!
'Tá bem, pronto!
8. "A alegria é enorme em todo o País, em todos os países de língua portuguesa, particularmente na Holanda, de onde recebi vários telefonemas..."
Compreende-se... o homem estava muito excitado.
'Tá bem, pronto!8. "A alegria é enorme em todo o País, em todos os países de língua portuguesa, particularmente na Holanda, de onde recebi vários telefonemas..."
Compreende-se... o homem estava muito excitado.
sexta-feira, maio 07, 2010
Delírios e diz lates - 5
José Sócrates, de um palanque francês abaixo:
7, "A especulação financeira contra o nosso país não tem qualquer fundamento económico!"
Ah!, não?, ... mas alguma especulação financeira tem algum fundamento económico?
domingo, maio 02, 2010
Delírios e dislates... ao serviço - 4
Neste dia dedicado, inteirinho, a Ourém, soube que a Câmara de Ourém vai oferecer ao Papa uma medalha de ouro comemorativa do centenário das aparições. Paulo Fonseca, Presidente da Câmara, explicou à Rádio Renascença que se trata de um exemplar único de uma edição limitada feita propositadamente para este efeito, e disse mais. Disse que:
“É uma medalha de ouro porque trata-se de Sua Santidade, um Chefe de Estado. É uma honra para nós sermos visitados pelo Santo Padre. É uma honra que deve ser marcada desta forma”.
“É uma medalha de ouro porque trata-se de Sua Santidade, um Chefe de Estado. É uma honra para nós sermos visitados pelo Santo Padre. É uma honra que deve ser marcada desta forma”.
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Sua Santidade, Chefe de Estado, Santo Padre... não será demais para um homem só?
quarta-feira, abril 21, 2010
De lírios e dislates... ao serviço - 3
5. "Se nós estivéssemos como estivémos no século passado, antes de aderirmos ao euro, a nossa situação seria muito frágil: estaríamos como a Islândia"
(a Islândia?, ela faz parte da dita União Europeia?, e porque não a Noruega?)

(a Islândia?, ela faz parte da dita União Europeia?, e porque não a Noruega?)
parte do cartoon de Luís Afonso,
em Jornal de Negócios
terça-feira, abril 20, 2010
Delírios e dislates - 2
3. "Sempre achei que Cabo Verde não devia ter sido independente, mas era muito difícil fazer o contrário" (pois... e também sempre achou outras coisas que lá foi conseguindo fazer com a ajuda de cúmplices
como o sr. Carlucci, mas não todas, mas não todas).
como o sr. Carlucci, mas não todas, mas não todas).4.. "Não aceitamos que o Estado nos enfie pela goela abaixo o social que quer" (isto, claro, no quadro das intenções de "despartidarização" do Estado e de "desestatização da sociedade" e de sectores como a saúde e a educação... isto, anote-se, antes da "desconstitucionalização" da República Portuguesa, cuja Constituição, democraticamente conquistada e promulgada, ainda sobrevive, apesar dos maus tratos que já sofreu).
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Nem refiro os autores do que considero (por minha conta e risco...) delírios e dislates, porque acho que não vale a pena... eles autonomizam-se das autorias.
segunda-feira, abril 19, 2010
Delírios e dislates... ao serviço - 1
1. «Os deputados são servos e gostam de ser servos.» (na campanha contra os partidos - mas não todos... - e para que os deputados sejam servos de interesses, como alguns - tantos - já o são!)2. «Eu quero escolher o meu deputado!» (eu não... já tenho os meus deputados! São aqueles que, não sendo só meus, estão na AR e no PE em tarefa, a lutar pelo que luto dentro e fora da instância parlamentar, tantas vezes par(a)lamentar...)
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