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sexta-feira, abril 23, 2021

Curtas e recortes - 25 de Abril

 O 25 de Abril não tem dono, o 25 de Abril foi de todos e é para todos…

Mas… se não tem dono também não é de todos, não é dos que não quiseram que ele viesse a ser, não é dos que não querem que ele seja o que foi, e o que ele é!

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De documento do PCP sobre o 25 de Abril e comemorações:

Denunciando acções provocatórias de cariz fascizante e outras manobras de diversão que visam animar polémicas estéreis tendo em vista diminuir o alcance e significado das comemorações do 25 de Abril – sejam os actos oficiais, sejam, em particular, as de natureza popular – o PCP apela aos trabalhadores, à população, à juventude e aos democratas para que por todo o País façam da sua participação um momento de afirmação do que Abril representa de avanço e conquista no plano da liberdade, dos direitos, e de progresso. Abril comemora-se e defende-se com os que com ele estão identificados e não com os que o pretendem destruir.

O PCP reafirma o seu total empenhamento e compromisso com os valores de Abril, profundamente enraizados no povo português. É pela sua afirmação, defesa e aprofundamento que se construirá o caminho para um Portugal mais desenvolvido, justo e soberano.”


sábado, abril 25, 2020

Porque hoje é... 25 de Abril




Vejam este, e surpreendam-se (?):
https://www.facebook.com/companhiadasletrasportugal/videos/230310694725158/?t=4







































Obrigado, Zé Santa!

quinta-feira, abril 09, 2020

Perguntas não-inocentes!

Será que ninguém reparou?
Será que foi mero engano nas contas, como é desculpável em jurista?
Será que não tem significado político que o Presidente da República Portuguesa, ao referir-se aos anos que tem a nossa democracia, fale em 45 anos, e assim desvalorize o significado histórico do 25 de Abril de 1974?
Será acto falhado (ou falho)?

sexta-feira, abril 26, 2019

É bom ler...

Serei Abril
no lugar e tempo que for
onde e quando Abril quiser


... é bom ler textos como este, e com eles construir Abril. Sempre por construir, sempre em construção (como o operário):

Valdemar Cruz
Valdemar Cruz
Jornalista

O Redondo Vocábulo

26 de Abril de 2019




Abril. Os equívocos e ditames do novo Acordo Ortográfico apoucaram-lhe a ortografia. Não lhe diminuíram a grandeza. Abril. Em abril nos queremos. Em abril nos vemos. Em abril nos revemos. Abril não é sonho, nem utopia. Abril não é um estado de espírito. E, ainda assim, não há abril sem a dimensão do sonho. Não há abril sem o desejo de utopia. Não há abril sem esse imenso e solidário espírito de entrega. De dádiva. Abril não é um estado de exceção. É uma forma de ser. E de estar. É a normalidade adquirida de um país reencontrado com um povo sedento de liberdade. A ansiar democracia.

Abril é um estado em construção. Não é um ponto de chegada. É tão só um início de viagem. Cada um terá o seu próprio abril. Cada um esboçará a sua própria representação de abril. Cada um terá as suas próprias frustrações. A cada um as suas muito particulares revoltas e devoções. Pelo abril que (não) se cumpriu. Em cada rosto se idealiza um percurso. Em cada rosto se narra uma história. Em cada história se desvenda um mundo. São muitos e infinitos os mundos de abril. Às vezes contraditórios. Às vezes incompatíveis. Às vezes conflituais.

Em cada instante abril nasce de novo. Reformula-se. Reequaciona-se. Interpela-nos. Desafia-nos. Abala certezas adquiridas. Questiona verdades tidas por intocáveis. Absolutas. Essa a grandeza de uma data. Essa a glória derramada pela memória do tempo vivido e construído. Em abril. Por abril. E pelo abril sem o qual jamais seríamos o país que somos. Com todas as suas fragilidades. Com todas as suas grandezas. 25 de Abril foi ontem. 25 de Abril é hoje. 25 de Abril será sempre. Se soubermos lutar. Se o soubermos defender. Se o soubermos preservar . Se o soubermos continuar.

Liberto. Sem amarras. Sem donos. Abril é o absoluto e redondo vocábulo.

(Expresso curto)

quinta-feira, abril 25, 2019






























(...)

terça-feira, abril 23, 2019

quarta-feira, abril 17, 2019

terça-feira, junho 12, 2018

Para que mais fiquem a saber!

De o Cheiro da Ilha:


Homenagem a Vasco Gonçalves



É claro que soube



É claro que viveste e eu soube É claro que morreste e eu soube



Mas tanto me custou desPedir-me Mas tanto me impediu de te rever É claro que nem telefonei à Aida Pensei em redimir-me com uma carta sem pêsames Logo que a resPIRAção autorizasse os meus dedos a escreVer o teu nome É claro que continuas meu companheiro O da vida esperada O da morte inesperada Não te vou recorDar os tempos em que os sonhos eram ilegais e que tu e outros legalizaram Cumprindo o deVer das armas que raramente se usam para sonhar É claro que viveste e eu soube É claro que morreste e eu soube Estou em Agosto e quero dizer àqueles que te apeLidaram de louco Que realmente bem vistas as coisas Só um louco é justo Só um louco é herói Só um louco é poeta E tu Companheiro Cometeste a louCura de aMar o teu Povo Num tempo em que outros Às claras e em segredo Se punham ao serViço do eu e do medo



Recordamos a tua gravata aos ventos da Ibéria Os teus gestos de um Novo Estio na hora de aproFunDar o sonho ou vogar à superfície Depois de Setembro Depois de Março Depois do Passado É claro que viveste e eu soube É claro que morreste e eu soube É claro que exististe antes de nascer e que existirás depois de morrer Porque não és somente um nome a fixar na História mas um nome para transforMar a História Soubeste ser Português e ser Universal Soubeste ser General e ser Soldado Soubeste ser Engenheiro e ser Operário Assim Foste o Governante a quem chamámos Chamaremos Companheiro Porque tu foste propriedade e não proprietário de multidões Porque o teu sonho não foi anDar aos ombros das multidões Mas anDar com as multidões aos ombros Além disso Companheiro Foste um General com Biblioteca Por isso Poetas Escritores Pintores Cantores te dedicaram as elegias inaugurais



É claro que viveste e eu soube É claro que morreste e eu soube



Porque eu já sabia que eras o Vasco da Índia Que fora ignOrada em todas as partidas Eu sabia que declaraste ALMADA o Novo Promontório O das especiarias de cravos O das caraVelas sem escravos Foi então que os senhores de muitos séculos se ALVOroçaram com o Adamastor O Gonçalvismo Sim Senhor E claMARam por socorro aos restantes Senhores do Mundo Foi então que perceberam que se aproximava No meio de Camponeses e SolDados Artistas Professores Funcionários Operários e Marinheiros Cristãos e Ateus com fé no Homem A tempestade temida pelos Geógrafos desde o desenho dos primeiros mapas Temiam eles Ainda temem que o sol não inunde apenas as praias



E que à beira-mar irrompa um arco-íris



ProclAmando



Existe
Um Mês chAmado Abril



Existe
Um Homem chAmado Vasco



César Príncipe

Obrigado, Maria

segunda-feira, abril 30, 2018

Há 44 anos! Hoje...


do (quase-)diário:

30.04.2018

Qual aprendiz de feiticeiro incapaz de travar a avalanche de vassouras que desencadeou, soterro-me em papéis – livros, recortes, rascunhos, “coisas da arca do velho” – procurados por uma memória que vem do fundo das décadas.

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Procuro o que um recanto dessa memória me pede e logo encontro, não o que procurava mas o que desperta o que estaria sossegado no seu canto, a espera que esta procura outra não viesse perturbar a memória em aparente repouso…

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… ou trégua.

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E ele é, por exemplo, a lombada de um livro – Viver para contá-la, de Gabriel Garcia Marquez –, grossa, imponente, provocadora;

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 ele é, por exemplo, este recorte de 30 de Abril de 1974, de há 44 anos:

e todo o trabalho projectado para o dia cai por terra, adiado.

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Que gráfico escolheu aquela imagem?, que escrevi eu, ainda a cheirar a Caxias (apesar da barrela), entre a fuga ao Zambujal, as idas ao aeroporto receber os exilados (tão diferentes!) Cunhal e Chantal (o almoço oferecido pelo embaixador da Bélgica pelo meio) e tanto mais?

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Tenho de contá-lo... porque foi tão vivido:

COM UM NÓ NA GARGANTA…
E a voz estrangulada. E as lágrimas nos olhos.
Mas lágrimas nos olhos que se riem de espanto. Não as velhas lágrimas mordidas de raiva, de contenção, crescidas no esforço para continuar a luta contra a mordaça, as algemas, a venda nos olhos, o nó na garganta.
Mas este nó na garganta de hoje. Outro. De comoção, de fazer sair a voz estrangulada mas a dizer o que quer. Rouca de saudar e gritar Povo unido jamais será vencido,
E este suplemento. Este suplemento onde a camaradagem encheu páginas com material para aqui encaminhado para que ele continuasse, mas onde ficou um buraco para poder vir dizer … voz estrangulada, lágrimas nos olhos … que nele continuo, que cá estou a procurar escrever ECONOMIA. E agora com as oito letras do seu nome.
Para hoje, pouco mais do que isto. Pouco mais do que vir marcar a presença, deixar a saudação. Palavras escritas num intervalo de dias de vinte e quatro horas que todas são poucas para no estreitarmos as mãos e arrancarmos com a construção do nosso futuro, enquanto temos de ajudar à definitiva impossibilidade de renascer um passado. A não esquecer como experiência vivida. Sofrida.
Mas o marcar a presença e deixar a saudação é também um compromisso. A escrever com todas as letras, vingando-nos de mais de uma centena de vezes que o tentámos escrever com as letras que a repressão nos deixava – era forçada! – chegar a mensagem. Uma ECONOMIA com o produtor, o trabalhador, o homem no começo e fim de todas as prioridades. A satisfação das suas necessidades. A sua promoção. A sua escolha consciente.
Tudo quanto hoje se escreve tem o peso de uma enorme responsabilidade. A de termos a certeza de que o que estamos a escrever será o que vai ser lido, e de sabermos que somos analfabetos de uma comunicação que deixou de ser codificada, são esse peso, essa responsabilidade. E assumamo-la substituindo a humilhante mordaça da censura pela sadia reflexão da autocrítica e de aprendizagem de comunicação descodificada.
Mas, também, aceitemos o risco de uma relativa irresponsabilidade que consuma esta euforia e compense este cansaço que os nervos fazem esquecer. Deixemos que se atirem para o almofariz de onde devemos tirar o futuro por todos amassado e enformado, ideias que não transportam maior peso que o de uma enorme vontade de as exprimir. Já destinadas a se apagarem, como voz débil mas firme, no coral das ideias colectivamente trabalhadas.
Neste “primeiro” suplemento, cozinhado à pressa para que saia, não podemos deixar de avançar uma palavra sobre a inflação. Dos preços temos falado e bem temos procurado demonstrar o que todos sabemos: que os salários dos trabalhadores não são, de nenhum modo, responsáveis pela subida dos preços, que os trabalhadores são as grandes vítimas do que alguns têm aproveitado. Pois afirmemos claramente, neste suplemento, que a primeira palavra que queremos deixar é sobre a urgente necessidade de se encontrar a definição – por todos nós – de um mínimo de salário para um viver digno. Sentimo-lo – hoje, às seis menos um quarto da madrugada de 29 de Abril – como o mote prioritário sobre todas as prioridades a deixar num suplemento de economia.
Com a economia escrita, pela primeira vez, com todas as suas oito letras! Mas, também, com a exclusiva responsabilidade de uma assinatura, de um grande cansaço, de uma enorme alegria que (dá) a luta para a construção da esperança. 

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Há 44 anos! Com o Povo Português a acordar, e já com forças a procurar anestesiá-lo, “barbarituricamente”.

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Hoje, escreveria o mesmo. Decerto não exactamente assim… mas o mesmo!

quarta-feira, abril 25, 2018

25 DE ABRIL, SEMPRE!




No REGIÃO DE LEIRIA

quinta-feira, abril 27, 2017

quinta-feira, abril 20, 2017

25 de Abril, este ano e sempre!



COMEMORAÇÕES POPULARES DO 43.º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL

Apelo à participação

A Revolução de Abril constitui uma ímpar realização histórica do povo português,um acto de emancipação social e nacional.

O 25 de Abril de 1974, desencadeado pelo heróico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas (MFA), logo seguido de um grandioso apoio popular, derrubou o regime fascista. O processo revolucionário que se seguiu transformou profundamente toda a realidade nacional. Culminando uma longa e heróica luta dos trabalhadores e do povo, realizou profundas transformações democráticas, restituiu a liberdade aos portugueses, consagrou direitos, impulsionou alterações políticas, económicas, sociais e culturais, afirmou a soberania e independência nacionais, consagrando-as na Constituição da República Portuguesa de 1976.

Ao período revolucionário seguiram-se quarenta anos com largos períodos de políticas de retrocesso social, de ataque aos direitos e conquistas de Abril, de precarização do trabalho e de abdicação da soberania nacional, que a luta do povo português interrompeu nas eleições de Outubro de 2015. Na actual fase da vida política nacional as comemorações da Revolução de Abril devem ser um momento para a convergência e unidade de democratas e patriotas, dos trabalhadores e do povo português, em defesa dos valores de Abril e da Constituição da República.

Comemorar e cumprir Abril é intensificar a luta pela consolidação dos avanços, que - ainda que insuficientes - começaram a verificar-se, na recuperação dos ataques que, durante décadas, com particular violência no mandato do último governo PSD/CDS, destruiu serviços públicos, desmantelou funções sociais do Estado, atacou direitos dos trabalhadores e das populações, quis fazer um ajuste de contas com o 25 de Abril, fazendo o País andar para trás.

Comemorar e cumprir Abril é aprofundar um caminho de defesa, reposição e conquista de direitos e rendimentos, de desenvolvimento de políticas para uma mais justa repartição da riqueza, de valorização e efectivação das conquistas que a Revolução inaugurou. Caminho que não é possível sem se romper com os limites hoje impostos à nossa plena soberania nacional.

Comemorar e cumprir Abril é, recentrando na Assembleia da República o papel de soberania que lhe compete e cuja legitimidade lhe advém do voto popular, assumirmo-nos como Estado Soberano, igual aos demais, em direitos e deveres, dentro de princípios e valores assentes na cooperação, na Paz, na não ingerência e pela solução pacífica dos conflitos internacionais.

Para reafirmar os valores de Abril é necessário que todos os democratas e patriotas se envolvam na construção de um futuro que os cumpra, pelo que a Comissão Promotora das Comemorações Populares do 25 de Abril apela à participação de todos no desfile que se inicia às 15h00 horas na Praça do Marquês de Pombal em Lisboa.


COMISSÃO PROMOTORA
Associação 25 de Abril •Associação Abril• Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRE!) • Associação Caboverdiana• Associação Conquistas da Revolução (ACR) • Associação de Combate à Precariedade – Precários Inflexíveis • Associação Intervenção Democrática (ID) • Associação José Afonso (AJA) • Associação Os Pioneiros de Portugal • Associação Política de Renovação Comunista • Associação Portuguesa de Deficientes • Associação Portuguesa de Juristas Democratas • Associação Projecto Ruído • Bloco de Esquerda (BE) • Comissão Coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Região de Lisboa (CIL) • Comissão da Juventude da UGT • Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN) • Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes(CNOD) •Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI) • Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) • Conselho Nacional da Juventude (CNJ)• Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) • Ecolojovem “Os Verdes” • Frente Anti-Racista (FAR) • Interjovem-CGTP • Jovens do Bloco • Juventude Comunista Portuguesa (JCP) • Juventude Socialista (JS) • Livre •Manifesto em Defesa da Cultura • Movimento Alternativa Socialista (MAS) • Movimento Cívico Liberdade e Democracia (MICLeD)• Movimento Democrático de Mulheres (MDM) • Movimento dos Utentes de Serviços Públicos (MUSP) • Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio-Oriente (MPPM) • Movimento Trabalhadores Desempregados • Partido Comunista Português (PCP) • Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) • Partido Operário de Unidade Socialista (POUS) • Partido Socialista (PS) • União Geral dos Trabalhadores (UGT) • União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) · Diversos independentes




ADALCINA CASIMIRO
ADELAIDE PEREIRA
ADÉLIA PINHÃO
ADRIANO VENCESLAU
AFONSO CANDAL
AFONSO LUZ
AIRES RODRIGUES
ALBANO NUNES
ALBERTINO ALMEIDA
ALBERTO MARTINS
ALBERTO MATOS
ALEXANDRE CASTANHEIRA
ALEXANDRE DE S. CARVALHO
ALEXANDRE ROSA
ALFREDO FRADE
ALFREDO MONTEIRO
ALICE VIEIRA
ALÍPIO DE FREITAS
ALMADA CONTREIRAS
ALMEIDA CAVACO
ÁLVARO BELEZA
ÁLVARO SARAIVA
AMADEU LOPES
AMÁVEL ALVES
AMÉRICO FLOR
AMÉRICO LÁZARO LEAL
AMÉRICO NUNES
AMÍLCAR CAMPOS
ANA AVOILA
ANA BENAVENTE
ANA DRAGO
ANA GASPAR
ANA GOMES
ANABELA BOTELHO
ANA PIRES
ANA RITA CARVALHAIS
ANA SOUTO
ANA TERESA VICENTE
ANA VIANA
ANDRÉ MARTINS
ANDRÉ VIEIRA
ANDREIA PEREIRA
ÂNGELO ALVES
ÂNGELO PEREIRA
ÂNGELO SANTOS
ANÍBAL RAMOS
ANICETO AFONSO
ANTERO RESENDE
ANTERO RIBEIRO DA SILVA
ANTÓNIO ABREU
ANTÓNIO ANDREZ
ANTÓNIO AVELÃS
ANTÓNIO BELO
ANTÓNIO BOGALHO
ANTÓNIO BORGES COELHO
ANTÓNIO BRAGA
ANTÓNIO CAMPOS
ANTÓNIO CARRASCO CAEIRO
ANTÓNIO COSTA
ANTÓNIO FILIPE
ANTÓNIO FRAZÃO
ANTÓNIO GALAMBA
ANTÓNIO GAMEIRO
ANTÓNIO GROSSO
ANTÓNIO JAIME CARVALHO
ANTÓNIO JOSÉ AUGUSTO
ANTÓNIO JOSÉ SEGURO
ANTÓNIO JUVENAL GONÇALVES
ANTÓNIO LUÍS CORREIA
ANTÓNIO MASCARENHAS PESSOA
ANTÓNIO MATOS DE ALMEIDA
ANTÓNIO MATOSGOMES
ANTÓNIO MELO
ANTÓNIO MEYRELLES
ANTÓNIO REIS
ANTÓNIO TEODORO
ANTÓNIO VIEIRA DA SILVA
ANTÓNIO VITORINO D'ALMEIDA
APRÍGIO RAMALHO
ARANDA DA SILVA
ARMANDO BAPTISTA-BASTOS
ARMANDO ESTEVES
ARMANDO ISAAC
ARMÉNIO CARLOS
ARMÉNIO FIGUEIREDO
ARMINDO MIRANDA
ARNALDO CRUZ
ARNALDO PEREIRA
ARTUR MARTINS
ARTUR SARMENTO
A. COIMBRA DO AMARAL
AUGUSTO FLOR
AUGUSTO PÓLVORA
AUGUSTO PRAÇA
AURÉLIO SANTOS
BALTAZAR LOURENÇO
BAPTISTA ALVES
BARBOSA DE OLIVEIRA
BEATRIZ GOULART
BEJA SANTOS
BERNARDINO ARANDA
BERNARDINO SOARES
BERTA PEREIRA
BILLSTEIN SEQUEIRA
BORGES CORREIA
BRUNO CARAPINHA
BRUNO TEIXEIRA
CÂNDIDA RAIMUNDO
CARLA BARRIAS
CARLOS A. F. BRAGA
CARLOS ANTÓNIO DE CARVALHO
CARLOS BRAGA
CARLOS BRITO
CARLOS CARVALHAS
CARLOS CARVALHO
CARLOS CHAPARRO
CARLOS CLEMENTE
CARLOS COUTINHO
CARLOS FRIAS BARATA
CARLOS HUMBERTO
CARLOS LUÍS FIGUEIRA
CARLOS MARQUES
CARLOS MATOS GOMES
CARLOS RABAÇAL
CARLOS SANTOS
CARLOS SILVA
CARLOS SOUSA
CARLOS TRINDADE
CARLOS ZORRINHO
CARMELINDA PEREIRA
CARMEN FRANCISCO
CASIMIRO MENEZES
CATARINA ALBERGARIA
CATARINA LOPES
CATARINA MARTINS
CECÍLIA HONÓRIO
CELESTE CORREIA
CÉLIA LOPES
CÉLIA PORTELA
CELINA LEAL
CELSO FERREIRA
CÉSAR ROUSSADO
CIPRIANO JUSTO
CIPRIANO PISCO
CLARINDA VEIGA-PIRES
CLÁUDIA MADEIRA
CLAÚDIA SOARES
CLEMENTINA HENRIQUES
COSTA BRÁS
CRISTINA MOURA
CRISTINA NETO
CRISTINA SERRA
CRISTINA VIGON
CRISTÓVÃO MOREIRA
CUCO ROSA
CUSTÓDIA FERNANDES
DANIEL BRANCO
DANIEL RODRIGUES
DANIEL VENTURA
DAVID ÁVILA
DELFIM T. MENDES
DELGADO FONSECA
DELMIRO CARREIRA
DEMÉTRIO ALVES
DEOLINDA MACHADO
DIAS BAPTISTA
DILMA B. MADEIRA LOPES
DINA NUNES
DINIZ DE ALMEIDA
DOMINGOS ABRANTES
DOMINGOS LOPES
DOMINGOS PAULINO
DUARTE CORDEIRO
DULCE ARROJADO
DULCE REBELO
EDGAR LOPES
EDITE ESTRELA
EDMUNDO PEDRO
EDUARDO FERRO RODRIGUES
EDUARDA GONÇALVES
EDUARDO ABREU
EDUARDO PIRES
EDMIR BARRETO FARIA
ELISA DAMIÃO
ELVIRA NEREU
ELVIRA SOUSA
ERNESTO FERREIRA
ERNESTO SILVA
ESMERALDA ANDRÉ
EUFRÁZIO FILIPE
EUGÉNIO ALVES
EURICO BRILHANTE DIAS
EURICO REIS
EZEQUIEL LINO
FALCÃO DE CAMPOS
FÀTIMA AMARAL
FÁTIMA MESSIAS
FAUSTO LUCAS MARTINS
F. BARÃO DA CUNHA
FELICIANO DAVID
FÉLIX MAGALHÃES
FERNANDA LAPA
FERNANDA MATEUS
FERNANDO AMBRIOSO
FERNANDO CASIMIRO
FERNANDO CASTRO
FERNANDO DACOSTA
FERNANDO GOMES
FERNANDO LOPES CORREIA
FERNANDO LOUREIRO
FERNANDO MONIZ
FERNANDO PEREIRA MARQUES
FERNANDO RAMALHO
FERNANDO ROSAS
FERNANDO VAZ
FILIPA COSTA
FILIPE COSTA
FILIPE GALVÃO
FLORA PEREIRA DA SILVA
FLORIVAL LANÇA
FRANCISCO ASSIS
FRANCISCO BRÁS
FRANCISCO CASTRO RODRIGUES
FRANCISCO FANHAIS
FRANCISCO FORTUNATO
FRANCISCO LOPES
FRANCISCO LOUÇÃ
FRANCISCO MADEIRA LOPES
FRANCISCO NEGRÕES
FRANCISCO NEVES
FRANCISCO PEREZ
FRANCISCO R. GONÇALVES
FRANCISCO SANCHEZ
FRANCISCO VITORINO
GARCIA DOS SANTOS
GIL GARCIA
GONÇALO BARREIROS
GONÇALVES NOVO
GOUVEIA DE CARVALHO
GRACIETE CRUZ
GUADALUPE GONÇALVES
GUADALUPE SIMÕES
GUIDA VIEIRA
GUILHERME PINTO
GUILERME STATTER
HANQUES DIPAKRAI
HEITOR DE SOUSA
HELDER COSTA
HELDER MADEIRA
HELENA ANDRADE E SILVA
HELENA BASTOS
HELENA MONTEIRO
HELENA NEVES
HELENA ROSETA
HÉLIO BEXIGA
HELOÍSA APOLÓNIA
HENRIQUE LOPES DE MENDONÇA
HENRIQUE SOUSA
HENRIQUE RUIVO
HERCULANO MARTINS
HERNÂNI MOURÃO
HORÁCIO FIGUEIREDO
HUGO ALBUQUERQUE
HUGO GARRIDO
HUMBERTO SIMÕES DOS SANTOS
ILDA FIGUEIREDO
ILÍDIO FERREIRA
INÊS DRUMMOND
INÊS ZUBER
ISABEL BAPTISTA
ISABEL BARBOSA
ISABEL CASTRO
ISABEL QUINTAS
IVAN NUNES
JAIME DA MATA
JAIME SALOMÃO
JAMILA MADEIRA
JERÓNIMO DE SOUSA
JOANA AMARAL DIAS
JOANA SILVA
JOÃO ANTÓNIO ANDRADE SILVA
JOÃO ANTÓNIO VICENTE
JOÃO BAU
JOÃO BERNARDINO
JOÃO CORREGEDOR DA FONSECA
JOÃO COUTINHO VIANA
JOÃO CRAVINHO
JOÃO CUNHA E SERRA
JOÃO CURVÊLO
JOÃO FELGAR
JOÃO FERREIRA
JOÃO FRAZÃO
JOÃO GERALDES
JOÃO GORDO MARTINS
JOÃO JOSÉ FERREIRA
JOÃO LABRINCHA
JOÃO LOBO
JOÃO MIGUEL ALMEIDA
JOÃO NABAIS
JOÃO PALMINHA
JOÂO PASCOAL
JOÃO PAULO PEDROSA
JOÃO PEDRO CORREIA
JOÃO PROENÇA
JOÃO QUEIRÓS
JOÃO RIBEIRO
JOÃO SARAIVA
JOÃO SEMEDO
JOÃO SERRANO
JOÃO SILVA
JOÃO SOARES
JOÃO TORRADO
JOÃO TORRINHAS PAULO
JOÃO VARGAS
JOÃO VASCONCELOS COSTA
JOAQUIM CORREIA
JOAQUIM DIONÍSIO
JOAQUIM LABAREDAS
JOAQUIM MANUEL CARDOSO
JOAQUIM MARTINS
JOAQUIM MATIAS
JOAQUIM PAGARETE
JOAQUIM PILÓ
JOAQUIM RAPOSO
JOAQUIM ROSA DO CÉU
JORGE COELHO
JORGE CORDEIRO
JORGE COSTA
JORGE FÃO
JORGE FRANCO
JORGE NOBRE SANTOS
JORGE RIBEIRO
JORGE SEGURO SANCHES
JOSÉ ALBERTO PITACAS
JOSÉ ANTÓNIO CARDOSO
JOSÉ APOLINÁRIO
JOSÉ AURÉLIO
JOSÉ BARATA MOURA
JOSÉ BRÁS
JOSÉ CAETANO DUARTE
JOSÉ CARLOS MARTINS
JOSÉ CARNEIRO
JOSÉ CASIMIRO
JOSÉ COUTINHO VIANA
JOSÉ EMÍLIO DA SILVA
JOSÉ ERNESTO CARTAXO
JOSÉ ERNESTO OLIVEIRA
JOSÉ ESPERTO
JOSÉ FANHA
JOSÉ FERNANDES
JOSÉ FIDALGO
JOSÉ FONTÃO
JOSÉ GUILHERME GUSMÃO
JOSÉ JUNQUEIRO
JOSÉ LEITÃO
JOSÉ LOPES DE ALMEIDA
JOSÉ LUÍS CARNEIRO
JOSÉ LUIS FERREIRA
JOSÉ LUÍS JUDAS
JOSÉ L. SOBREDA ANTUNES
JOSÉ M. COSTA NEVES
JOSÉ MANUEL MAIA
JOSÉ MANUEL OLIVEIRA
JOSÉ MANUEL PUREZA
JOSÉ MANUEL SARAIVA
JOSÉ M. TENGARRINHA
JOSÉ M. TORRES COUTO
JOSÉ M. M. DE AZEVEDO
JOSÉ MARIA SILVA
JOSÉ MARTINS LEITÂO
JOSÉ MIGUEL GONÇALVES
JOSÉ NEVES
JOSÉ NICOLAU
JOSÉ RAIMUNDO SEARA
JOSÉ REIZINHO
JOSÉ ROMANO PIRES
JOSÉ SOEIRO
JOSÉ TAVARES
JÚLIO MIGUEIS
LANDEIRO LOPES
LEONOR CINTRA GOMES
LEVY BAPTISTA
LIBÉRIO DOMINGUES
LICÍNIO LOURENÇO
LÍDIA NUNES
LINO PAULO
LOPES DE ALMEIDA
LOPES MARTINS
LOURO COELHO
LÚCIA EZAGUY
LUÍS CAIXEIRO
LUÍS ESTEVES
LUÍS FAZENDA
LUÍS FERNANDES
LUÍS FILIPE COSTA
LUÍS FRANCO
LUÍS LOPES
LUÍS MAÇARICO
LUÍS MOITA
LUÍS NASCIMENTO
LUÍS NAZARÉ
LUÍS PAULO BAPTISTA
LUÍSA IRENE DIAS AMADO
LURDES SILVA
MADEIRA LOPES
MANUEL ALEGRE
MANUEL BEGONHA
MANUEL CARVALHO DA SILVA
MANUEL CORREIA
MANUEL CUSTÓDIO JESUS
MANUEL DA SILVA
MANUEL DURAN CLEMENTE
MANUEL FERNANDES
MANUEL FIGUEIREDO
MANUEL FREIRE
MANUEL GRAÇA
MANUEL GUERREIRO
MANUEL GUSMÃO
MANUEL MACHADO SÁ MARQUES
MANUEL MANEIRA
MANUEL RODRIGUES
MANUELA BERNARDINO
MANUELA CAETANO
MANUELA CUNHA
MANUELA ESTEVES
MANUELA GRAÇA
MANUELA TAVARES
MARCOS PERESTRELLO
MARCOS SÁ
MARGARIDA ABOIM INGLEZ
MARGARIDA BOTELHO
MARIA ADELINO MACHADO
MARIA ALFREDA CRUZ
MARIA ALICE MONTEIRO
MARIA AMÉLIA ANTUNES
MARIA ÂNGELA MIGUEL GRÁCIO
MARIA ÂNGELA DE OLIVEIRA
MARIA AUGUSTA DE SOUSA
MARIA BRANCO
MARIA C. TITO DE MORAIS
MARIA CARRILHO
MARIA DA GRAÇA FERNANDES
MARIA DAS DORES CABRITA
MARIA DE BELÉM ROSEIRA
MARIA L. B. PEREIRA GOMES
MARIA DA LUZ ROSINHA
MARIA DO CARMO TAVARES
MARIA DO CARMO ROMÃO
MARIA DO CÉU GUERRA
MARIA DO ROSÁRIO GAMA
MARIA ELVIRA GONÇALVES
MARIA EMÍLIA SOUSA
MARIA EUGÉNIA COELHO
MARIA FILOMENA RAMOS
MARIA GUADALUPE PORTELINHA
MARIA INÁCIA REZOLA
MARIA JOÃO ANDRADE
MARIA JOSÉ GOMES
MARIA JOSÉ MATOS
MARIA LEONOR BOTELHO
MARIA L. CLEMENTE DA SILVA
MARIA L. CASTRO RODRIGUES
MARIA LURDES FRANÇA
MARIA L. PIRES MONTEIRO
MARIA DA LUZ BATISTA
MARIA MANUELA BARRETO
MARIA DO ROSÁRIO RODRIGUES
MARIA VILAR DIÓGENES
MARIANA MORTÁGUA
MARÍLIA NOURA
MARÍLIA VILLAVERDE CABRAL
MÁRIO DE CARVALHO
MÁRIO DURVAL
MÁRIO FIGUEIREDO
MÁRIO JORGE NEVES
MARIO MOURÃO
MÁRIO NOGUEIRA
MÁRIO PINTO
MÁRIO SIMÕES TELES
MÁRIO TOMÉ
MÁRIO ZAMBUJAL
MARISA MATIAS
MARTA MATOS
MARTINS COELHO
MARTINS GUERREIRO
MARTINS LOPES
MENESES RODRIGUES
MIGUEL ALEXANDRE
MIGUEL COELHO
MIGUEL FREITAS
MIGUEL GINESTAL
MIGUEL LARANJEIRO
MIGUEL MADEIRA
MIGUEL PINTO
MIGUEL REBORDÃO AMARAL
MIGUEL REIS
MIGUEL TIAGO ROSADO
MODESTO NAVARRO
MOTA ANDRADE
NARCISO MIRANDA
NATACHA AMARO
NATÁLIA NUNES
NATÁLIA SANTOS
NÍDIA ZÓZIMO
NUNO AMARAL
NUNO BALTAZAR MENDES
NUNO CABEÇADAS
NUNO PINTO SOARES
NUNO RAMOS DE ALMEIDA
NUNO SANTA CLARA GOMES
NUNO SANTOS SILVA
OCTÁVIO AUGUSTO
OCTÁVIO TEIXEIRA
ODETE SANTOS
OLIVEIRA MONTEIRO
OLÍVIA CUNHA LEAL
ORLANDO ALMEIDA
ORLANDO CHAÇO
OSÓRIO GOMES
OTELO SARAIVA DE CARVALHO
PAULA BORGES
PAULA COSTA
PAULA GIL
PAULA SANTOS
PAULA VELÁSQUEZ
PAULO ALEXANDRE
PAULO AREOSA FEIO
PAULO FIDALGO
PAULO JACINTO
PAULO MARQUES
PAULO RAIMUNDO
PAULO SOUSA
PAULO SUCENA
PAULO TRINDADE
PEDRAZ DE SOUSA
PEDRO ADÃO E SILVA
PEDRO BRAGANÇA MAIA
PEDRO FERRAZ DE ABREU
PEDRO FILIPE SOARES
PEDRO LAURET
PEDRO NUNO SANTOS
PEDRO PENILO
PEDRO SANTA RITA
PEDRO SANTOS FERREIRA
PEDRO SARAIVA
PEDRO SERIGADO
PEDRO VAZ
PEREIRA DE CASTRO
PEREIRA DA MATA
PESSANHA DE OLIVEIRA
PEZARAT CORREIA
PITA ALVES
RAFAEL BOTELHO
RAIMUNDO NARCISO
R. SOARES RODRIGUES
REGINA MARQUES
REGO MENDES
RENATO BARROSO
RICARDO CASTANHEIRA
RICARDO FERNANDES
RICARDO NEVES
RICARDO PRONTO
RICARDO ROBLES
RITA MAGRINHO
RITA RATO
RODOLFO CASEIRO
RODRIGO SOUSA E CASTRO
RODRIGUES DOS SANTOS
ROGÉRIO BRITO
ROGÉRIO CASSONA
ROGÉRIO MOREIRA
ROGÉRIO SILVA
ROSA A. M. R. GUIMARÃES
ROSA BRANDÃO
ROSA DO EGIPTO
ROSADO DA LUZ
ROSA RABIAIS
ROSÁRIO SIMÕES
RUBEN DE CARVALHO
RUI CUNHA
RUI GODINHO
RUI MENDES
RUI NAMORADO ROSA
RUI PAIXÃO
RUI PUCARINHO
RUI RANGEL
RUI SOLHEIRO
SANCHES OSÓRIO
SANDRA BENFICA
SANDRA MONTEIRO
SANTOS SAPATEIRO
SEBASTIÃO GOULÃO
SÉRGIO CARVALHÃO DUARTE
SÉRGIO MONTE
SÉRGIO PARREIRA DE CAMPOS
SÉRGIO PINHEIRO
SÉRGIO RIBEIRO
SILVA BARATA
SOFIA MOUGA
SOFIA VILARIGUES
SÓNIA COLAÇO
SÓNIA FERTUZINHOS
SÓNIA SANFONA
SUSANA AMADOR
SUSANA SILVA
TASSO DE FIGUEIREDO
TERESA DIAS
TERESA NEVES
TERESA SEABRA
TERESA VILLAVERDE CABRAL
TIAGO CUNHA
TIMÓTEO MACEDO
TOMÁS FERREIRA
TOMÁS LEIRIA PINTO
ULISSES GARRIDO
VALDEMAR SANTOS
VALTER LOIOS
VANDA CRUZ
VASCO CARDOSO
VASCO CARVALHO
VASCO FRANCO
VASCO LOURENÇO
VASCO OLIVEIRA
VASCO PAIVA
VERA JARDIM
VICENTE MERENDAS
VIRIATO JORDÃO
VITALINO CANAS
VÍTOR AGOSTINHO
VÍTOR BAETA
VÍTOR BANDARRA
VÍTOR CAVACO
VÍTOR COSTA
VÍTOR DE ALMEIDA
VÍTOR DIAS
VÍTOR FARIA E SILVA
VITOR GARRIDO
VÍTOR GONÇALVES
VÍTOR HUGO DA MOTA
VÍTOR HUGO SEQUEIRA
VÍTOR RAMALHO
VÍTOR RANITA
VÍTOR SARMENTO
VÍTOR SILVA
WANDA GUIMARÃES
ZALUAR NUNES BASÍLIO
ZÉLIA AFONSO