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terça-feira, outubro 25, 2011

Líbia.. e agora?

em Vermelho


segunda-feira, outubro 03, 2011

OUTRA INFORMAÇÃO ao fim do dia

De Prensa Latina:

Cruz Vermelha denuncia efeitos humanitários
bombardeamentos da NATO na Líbia

Tripoli, 02 de outubro (PL) - Insurgentes apoiado pela NATO hoje continuaram o cerco de Sirte, embora o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) tenha atribuido ao bombardeamento aéreo o agravamento da situação humanitária no local.


De Vermelho:

2 de Outubro de 2011

Palestinos rechaçam declaração de Israel
sobre negociação de paz

Autoridades palestinas rejeitaram, neste domingo (02), um comunicado de Israel indicando que pode retomar o diálogo direto com os palestinos, desde que "sem condições prévias".
No Cairo, o negociador palestino, Saeb Erekat, declarou à agência AFP que o comunicado de Israel é um "exercício de ludibriar a comunidade internacional".
A Autoridade Nacional Palestina (ANP) diz que só negocia com Israel mediante o congelamento na construção de colonatos judeus na Cisjordânia e a aceitação das fronteiras de 1967 como base para um acordo.
O porta-voz da presidência da ANP, Nabil Abu Radaina, disse que o "retorno das negociações requer o compromisso de Israel em suspender as atividades nos colonatos e reconhecer as fronteiras de 1967 (anteriores à Guerra dos Seis Dias)".
"Israel precisa se comprometer sem reservas às resoluções internacionais como o Mapa do Caminho, as decisões da ONU e a Iniciativa de Paz Árabe", afirmou o porta-voz.
O ministro egípcio do Exterior, Mohamed Amro, apoiou os palestinos e acusou Israel de "falta de seriedade" na discussão.
O diplomata disse que seu país apoia a Autoridade Nacional Palestina na sua determinação de seguir com as negociações baseadas na suspensão dos colonatos israelenses, em um prazo de tempo claro e determinado para o diálogo, estipulado pelas duas partes e sob supervisão internacional.
Em entrevista coletiva concedida após sua reunião com o secretário-geral da Liga Árabe, Nabil al Arabi, Erekat explicou que a mobilização a favor desta proposta se desenvolve em total coordenação entre os países árabes e a ANP.
"A autodeterminação do povo palestino não pode ser objeto de nenhuma chantagem por parte dos países que ajudam a Palestina em nível financeiro", declarou.

segunda-feira, setembro 12, 2011

Líbia - OUTRA informação

TeleSur:

 
Al menos 15 combatientes del CNT
murieron en combate con leales a Gaddafi
Al menos 15 combatientes del Consejo Nacional de Transición (CNT) murieron y otras dos resultaron heridas en un ataque perpetrado este lunes en la localidad portuaria y petrolera de Ras Lanuf (al este del país). Se trata del primer golpe, de estas características, dado por los leales al líder libio, Muammar Al Gaddafi.

  • Combates en la ciudad libia de Ras Lanuf dejan 15 muertos.
  • OTAN intensifica ataques en Sirte y otras ciudades del centro-norte de Libia
  • La OTAN asegura que el fin de los ataques en Libia llegará "pronto"
__________________________

Uma imagem e uma dúvida cada dia reforçadas:

  • a imagem de que se está a esfolar um animal (que é gente, que é um povo!) vivo
  • a dúvida do que seria esta guerra (ou se seria!) sem os bombardeamentos da NATO
 

sábado, setembro 10, 2011

Líbia - OUTRA informação

De vermelho, 




                                                                                         

segunda-feira, setembro 05, 2011

Ainda (e por quanto tempo?) a Líbia

Extracto de um artigo do Secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista da Bolívia, publicado hoje em Vermelho:

«(...) O socialismo a la Kadafi, de todo modo, produziu resultados inéditos na África. A Líbia até agora tinha no Continente, a renda per cápita mais alta, a educação de maior nível, a saúde com os melhores índices e outros aspectos mais que mostram o alto nível de vida que tinha alcançado. Inclusive havia conquistas próprias de uma ciência altamente desenvolvida. Conquistou um aproveitamento de águas fósseis que estava transformando seu imenso deserto em um vergel e com capacidade para produzir alimentos, ter segurança alimentar. Tudo isto é efeito da nacionalização do petróleo nos primeiros tempos da revolução que em 1º de setembro completou 41 anos. Possui a maior riqueza petrolífera da África, de qualidade muito elevada e que significa 3,5% das reservas mundiais. Esta é a causa da desgraça da Líbia, além de talvez os erros e ziguezagues de Kadafi.

Na quinta-feira passada começou em Paris a divisão do petróleo e das riquezas líbias. Outra vergonha do século 21, originada pela ambição e a prepotência imperialista. A França já garantiu a metade dos hidrocarburantes. Dizem que devolveram à Líbia a liberdade e a democracia. Democracia? A mesma do Afeganistão ou a do Iraque, onde a Otan segue matando civis há 10 anos? Quais liberdades? Até os bilhões de dólares e euros estão à disposição de Sarkozy, Berlusconi e outros desonestos que algum dia receberam ajuda de Kadafi.

Mas este não é nem Al Maliki nem Hamid Karzai, resistirá até morrer e se ele tombar outros empunharão sua bandeira.»


A guerra na informação e a guerra da informação (entrevista em TeleSur):




segunda-feira, agosto 29, 2011

Para um dossier sobre a Líbia

Três notícias desta manhã,
infímo contributo para que a História não se escreva apenas com a informação manipulada:

1. - Prensa Latina
Trípoli, 29 ago (PL) Varias explosiones se escucharon hoy en esta capital tras ataques aéreos de la OTAN en zonas donde leales a Muamar El Gadafi mantienen choques esporádicos con los rebeldes, empeñados ahora en dominar Sirte.
Testigos en Trípoli dijeron haber escuchado deflagraciones de bombas a primeras horas de la madrugada y el sobrevuelo a baja altura de aviones militares de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), cuyos bombardeos han sido clave en la ofensiva de la oposición.
Si bien en las últimas 48 horas disminuyeron los cruentos enfrentamientos entre insurgentes y tropas gubernamentales libias, prevalecen escaramuzas y acciones aisladas en diversos puntos de la ciudad contra los que la alianza atlántica arremete puntualmente.
Milicias de los sublevados siguen patrullando y requisando el complejo de Bab Al-Aziziyah, donde residía el líder libio, además de que arrecian la cacería para tratar de dar con el paradero de éste y de sus más cercanos familiares y colaboradores.
Entretanto, el liderazgo del Consejo Nacional de Transición (CNT) intenta afianzarse en Trípoli, a la par que insiste en negociar con los jefes tribales de Sirte, la ciudad natal de El Gadafi, para una rendición pacífica y poder tomarla.
Después de dominar Bin Jawad, el propósito de hacerse con la tierra natal del evadido mandatario es estratégicamente importante para el CNT poder declararse en control de todo el país, aun cuando se prevé habrán bolsones de resistencia durante largo período de tiempo.
El portavoz del CNT, Mahmud Shammam, aseguró hoy que los rebeldes apoyados por la OTAN están en las afueras de Sirte, a unos 30 kilómetros, y lanzó un ultimátum a los jefes tribales advirtiéndoles que la negociación para que se sometan no será eterna.
Los alzados, que se acercan a la mencionada urbe por el este y el oeste, cayeron en las últimas horas en una emboscada en la localidad suroeste de Zuwarah, mientras persisten fieros combates en otras áreas del occidente del país donde resisten partidarios del líder libio.
Por otro lado, medios periodísticos árabes citaron al portavoz de El Gadafi, Moussa Ibrahim, quien afirmó que el mandatario permanece en Libia y estaría dispuesto a negociar una transición con los rebeldes, a lo cual se negaron rotundamente los insurgentes.
En el plano diplomático, el jefe del CNT y exministro de Justicia de El Gadafi, Mutafa Abdel Jalil, se entrevistó anoche en Doha con el emir de Catar, jeque Hamad bin Khalifa Al Thani, cuyo gobierno consideran el principal respaldo árabe a la rebelión contra el gobierno libio.

mv/ucl
***

2. Sapo (Sol)
Rebeldes líbios pedem ajuda à NATO para reconstruir o país
29 de Agosto, 2011
Os líderes máximos dos rebeldes líbios pediram à NATO que mantenha a pressão sobre os resquícios do regime de Muammar Kadhafi e proteja as populações através da reconstrução de serviços de saneamento e electricidade.
«Kadhafi ainda tem capacidade de fazer algo horrendo nos seus últimos momentos», afirmou o líder do governo de transição, Mustafa Abdul-Jalil, disse um dos militares seniores da NATO numa reunião no Qatar.
Outros oficiais rebeldes pediram à NATO para se focar em ajudar com equipas de reconstrução para repor os serviços de água e electricidade em Tripoli e noutros locais. Estima-se que 60% dos habitantes da capital não tenham água suficiente.
«Mesmo depois de a guerra acabar, vamos continuar a precisar de apoio logístico e militar da NATO», disse um dos militares rebeldes.

SOL/AP
***

3. TeleSur
TeleSUR _ Hace: 01 hora

Hombres armados de la oposición libia cuentan con mercenario argentino en sus filas José Piaggessise hace llamar Yousseff Al Arjentiny entre los mercenarios del Consejo Nacional de Transición libio.

(Foto: Gentileza José Piaggessi).1
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Consejo Nacional de Transición de Libia amenaza con bombardear Sirte

Los hombre armados del Consejo Nacional de Transición libio cuentan en sus filas con un mercenario de origen argentino, quien critica el papel de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) por su agresión contra el país árabe y le acusa de tener interés en posesionarse de sus recursos energéticos.
El mercenario argentino José Piaggessi, quien se hace llamar Yousseff Al Arjentiny en las filas de los insurrectos libios, llegó a Libia en febrero pasado, cuando iniciaban las manifestaciones contra el Gobierno del líder Muammar Gaddafi en la ciudad de Benghazi, al noreste del país del Magreb.
Piaggessi ha criticado a la OTAN a través de diferentes medios, pese a que ese bloque bélico suministra apoyo táctico y armas al ente de la oposición libia.
Ha señalado, entre otras cosas, que la Alianza Atlántica está en búsqueda de controlar el petróleo de Libia, por lo cual catalogó a esa organización militar como “buitres del cielo”.
Este mercenario participó en la toma del complejo residencial de Bab Al-Aziziyah, en el que habitaba Gadafi, ubicado en la ciudad de Trípoli, la capital libia.
La aparición de este argentino en las filas de insurrectos de Libia ocurre mientras continúan apareciendo más evidencias de la barbarie desatada en la nación del noreste de Áfica. El pasado domingo fueron encontrados al menos 50 cuerpos calcinados en un alamacén cercano a una base militar. Se estima que los cadáveres encoentrados eran los de efectivos de las fuerzas leales al líder Muammar Gaddafi.
El autodenominado Consejo Nacional de Transición se niega a dialogar con Gaddafi, pese a que el líder libio ofreció a través de su vocero, Musa Ibrahim, negociar una transición en el poder. El ente opositor planea, incluso, incrementar la recompensa ofrecida por su captura.
Con esta postura, las fuerzas insurgentes mantienen como objetivo a la ciudad de Sirte, considerada por la oposición como el último bastión de resistencia del Gobierno de Gaddafi, y posible refugio suyo.
Este lunes, el jefe del Consejo Nacional de Transición (CNT), Mustafá Abdeljalil, pidió a la coalición internacional dirigida por la OTAN que mantenga su respaldo a los hombres armados de la oposición libia. Abdeljalil realizó la petición al abrirse en Doha, Qatar, una reunión de jefes de Estado Mayor de los países que intervienen militarmente en Libia.
La intervención en Libia de la coalición dirigida por la OTAN "sigue siendo necesaria para restablecer la seguridad y eliminar (...) los restos del régimen de Gadafi", declaró por su parte Yalal al Deghili, quien se presentó como "ministro de Defensa libio".
Abdeljalil visitó el pasado domingo Qatar y los Emiratos Árabes Unidos, los dos únicos países árabes que se sumaron a la coalición internacional contra Libia.

teleSUR-Agencias/MFD

domingo, agosto 28, 2011

Depois da Cimeira da NATO em Lisboa

e do "novo conceito estratégico".
Um artigo em Vermelho:

27 de Agosto de 2011 - 6h46

Ángel Guerra Cabrera: Líbia, projeto piloto da Otan


Durante a investida contra Kadafi, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) aplica um projeto piloto que lhe permite intervir onde quer que lhe convenha sob o pretexto de proteger a todos os civis.


A coalizão imperialista propicia derrubar líderes com algum grau de insubordinação – desde rebeldes, como Kadafi, a revolucionários antiimperialistas como Hugo Chávez -, preferencialmente sobre exuberantes recursos estratégicos. Na Líbia, em outra violação flagrante do direito internacional, a aliança atlântica tomou partido do lado oposto em uma guerra civil dentro de um Estado soberano e que, além disso, seu líder obteve apoio popular e de grande parte do Exercito.

O projeto consiste em alegar que um grupo no país em questão está sendo atacado por um ditador e, recorrendo a grosseiras manipulações, superdimensionar o fato na mídia. Esta se encarrega de criar uma imagem fantasiosa do primeiro fato (rapidamente superado, se necessário, como fizeram com o movimento juvenil de Benghazi, pelo mercenário Conselho Nacional de Transição) e de demonizar o vilão do momento, embora tenha sido um "amigo" até alguns dias antes (no caso de kadafi).

Com a pressão midiática e diplomática – na Líbia foi decisiva a cumplicidade da Liga Árabe e a abstenção da China e Rússia - se alcança uma ambígua resolução do Conselho de Segurança para proteger os civis. A Otan converte em um plano para mudança de regime, combinado a uma feroz campanha de bombardeios aéreos com ações de um exército rebelde, treinado e armado, e participa de combates decisivos de uma estrutura de inteligência por satélites dos Estados Unidos, apoiado por fortes e sagazes grupos especiais de tropas aliadas de campo. Assim entraram em Trípoli.

Seguindo o plano da Otan, os meios de comunicação dominantes têm cumprido uma função militar de primeira ordem, talvez como nunca antes em uma guerra do império. Não é por acaso, como foi feito em outro momento com a televisão Sérvia, novamente foram destruídas as instalações da televisão pública líbia, com objetivos militares. Claro, com correspondentes baixas na equipe.

Trata-se, além disso, de outro grupo da contrarrevolução montada pelos Estados Unidos e pelo Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) – grupo ultrarreacionário de regiões fundamentalistas sob a liderança da Arábia Saudita – contra a rebelião dos povos árabes, que, com distintas variantes e resultados, se tem aplicado também na Tunísia, Egito, Bahrein, Iêmen e Síria. Tem sido o megamilionário e ambicioso emirado do Catar que dentro do CCG tem dedicado seus esforços para que ocorresse a intervenção “humanitária” na Líbia. Quanta semelhança com o ataque burguês-aristocrático contra a Revolução de 1848.

Com uma grande diferença. Desenvolveu-se quando o capitalismo entrava em uma de suas melhores fases, no auge, e necessitava impulsionar a produção, mas precisou fazer algumas concessões aos trabalhadores. A revolta árabe, por sua vez, como outros episódios da revolução juvenil internacional atual, explode quando o capitalismo sofre a pior crise de sua história e sua elite dirigente não mostra nenhum interesse, minimamente, na redistribuição da riqueza.

A ação da Otan na Líbia, e outra que será aplicada na Síria se houver êxito outra resolução do Conselho de Segurança – ou vai passar por cima deste? – contraria os princípios da soberania, autodeterminação dos povos, não intervenção e solução pacífica dos conflitos, contidas na carta da Organização das Nações Unidas (ONU) graças à luta dos povos contra o fascismo e o colonialismo.

Na Líbia, com já ocorreu no Afeganistão e Iraque, a Otan não vai levar nenhuma democracia – nem sequer a meramente representativa e questionada pelos povos rebeldes – não vai haver um minuto de paz durante muito tempo. Os imperialistas agressores da Líbia odeiam a democracia real, verdadeira, como solução de governo para o povo. Cegos pela arrogância colonial, não conseguem tratá-los de outra forma, senão como subordinados e atrasados povos “de cor”. A democracia que querem para nossos povos é a sua submissão ao ganhador de uma acirrada disputa pelo controle territorial da energia, água, ouro, outros minerais estratégicos e sobre os alimentos.

Fonte: La Jornada

quarta-feira, agosto 24, 2011

Quais as palavras?

As mais duras que o dicionário contenha. Que cada um escolha as suas.
Hipocrisia, cinismo, mentira, manipulação, desumanidade, crime, indignação, poderão ser algumas.
A evolução da situação na Líbia não cabe nas palavras.
A "revolução verde", o pensamento (e as acções, e a postura) de Kadhafi nunca nos mereceram simpatia e apoio.
Que havia um povo líbio e que, nesse povo líbio, havia quem estivesse contra Kadhafi é, decerto, um facto.
Que, na "incêndio" tunisino, egípcio, vizinho, tivesse surgido um "foco" líbio não surpreendeu.
Tudo o que seguiu é de um miserável oportunismo por forma a atear esse foco, a alimentá-lo para provocar uma enorme fogueira.
Desde Fevereiro - e foi só em Fevereiro - houve onde e quem tivesse decidido aproveitar a situação. EUA, NATO, França são referência de lugares, e nem vale a pena arrolar nomes, citar frases e declarações bombáticas, ou contar bombardeamentos entre decisões e mobilização de mercenários.

Havia rebeldes na Líbia? Quem o nega? Talvez apenas e ainda Kadhafi.
Mas esses rebeldes foram armados, estimulados, "alimentados", usados, foram pretexto para se perpetrarem e justificarem ataques de grande violência do exterior, escandalosamente ingerentes, absolutamente inaceitáveis à luz de um infimo respeito pelas relações internacionais.
Então?!... seria de permitir, como comunidade internacional, que Kadhafi massacrasse o seu povo? Esse foi um alibi para que se massacrasse o povo líbio para abrir caminho ao melhor acesso a/ controle de recursos apetecidos, enquanto noutras paragens outros povos se massacram, se fecham os olhos a outros massacres, se perpetuam situações e procedimentos de que resultam massacres em lume lento, medida a medida, ao serviço de interesses financeiros tão insaciáveis que se diriam suicidas.

A comunicação social teve/tem um papel relevantísimo nesta miserável montagem. Particularmente evidente no "fim de festa" (passe a enormidade da expressão). Divulgou-se a mentira  com o maior descaro, deram-se repetidas notícias do que iria ser - se viesse a ser...- como já tendo sido.

Neste momento (histórico, isto é, de meses, anos, décadas) que vivemos, este episódio é um marco. Que envergonha a humanidade. De que esta recuperará. Agredida, muito ferida, seguindo o seu caminho.
E, o que contribui para o impressionante da situação actual - 24 de Agosto, pela manhã -, ainda é um episódio, não há que mudar o tempo do verbo para se escrever foi um episódio. Em nada do que se lê e ouve e vê nos orgãos que são os da "nossa" comunicação social se pode acreditar. Porque eles estão ao serviço.  

terça-feira, agosto 23, 2011

Duas notícias (entre tantas)

sapo:

NATO vai bombardear
até à derrota das forças do regime
.





23 de Agosto, 2011

A NATO garantiu que vai prosseguir com a sua intervenção na Líbia até que as forças de Muammar Kadhafi deixem de combater, e classificou a situação do país como «ainda muito perigosa e séria».
A organização que coordena a intervenção da força internacional da Líbia reforçou que apenas cessará a sua operação militar quando os rebeldes derrotarem, em definitivo, as forças militares de Kadhafi.
O reforço de posição foi sublinhado apesar da NATO ter igualmente adiantado que as forças leais ao regime estão enfraquecidas e desmembradas.
A noticiada supremacia dos rebeldes na capital, Tripoli, não impede que a situação seja ainda «muito séria e muito perigosa», sublinhou Roland Lavoie, um coronel da NATO presente na Líbia.
Em Bruxelas, o porta-voz da organização, Oana Lungescu, reiterou o apoio aos rebeldes e admitiu a possibilidade da NATO intervir na reconstrução do país no período pós-Kadhafi. «A NATO está disposta a ajudar, num papel secundário, se tal for necessário e pedido», explicou.
AP/SOL


Prensa Latina:

Trípoli sigue siendo campo de batalla
Escrito por Moises Saab

Trípoli, 23 ago (PL) La euforia de los opositores libios se troca hoy en incertidumbre debido a su incapacidad de controlar esta capital o capturar al líder Muammar el Gadafi, cuyo paradero sigue siendo una incógnita.







Hijo de Gadafi aparece en público; OTAN reanuda bombardeos

A medida que la situación se complica, aumenta la posibilidad de una catástrofe humanitaria, advertida por entidades internacionales como la Cruz Roja y Médicos sin Fronteras, que coincidieron en aludir a la escasez de alimentos y medicinas para atender a los heridos en los combates callejeros.

Sólo en los bombardeos de la fuerza aérea de la alianza atlántica del domingo y la madrugada del lunes pasado, mil 600 personas murieron y varios centenares resultaron heridas, según el recuento oficial difundido por el ministro de Información Musa Ibrahim.

Continuos estampidos de armas pesadas y artillería reactiva se escuchan desde la dirección de Bab el Aziziya, donde está localizado el complejo residencial habitado por el líder libio, blanco en varias ocasiones en los seis últimos meses de los bombardeos de la OTAN en apoyo de los insurgentes.

El factor que más contribuye a la incertidumbre reinante aquí fue la aparición en público la víspera de Seif al Islam, uno de los hijos de Gadafi, cuyo arresto fue difundido por medios transnacionales, incluida la cadena satelital catarí Al Yazira.

Otro de los vástagos de Gadafi, Mohamed, fue rescatado de las manos de sus captores por un comando militar, acorde con una versión difundida por portavoces gubernamentales.

La tendencia aquí ahora es a la continuación de la violencia en las calles y de los ataques aéreos, una certeza que dimana del vuelo de cazabombarderos de la OTAN hoy temprano, al parecer en misión de observación.

Todo indica que el autodenominado Consejo Nacional de Transición (CNT) y la alianza atlántica cifran sus esperanzas de un pronto fin de la guerra aquí en la captura de Gadafi, quien ha logrado eludir la cacería desatada en su contra a pesar de los ultramodernos medios empleados para localizarlo.

Las complicaciones de la situación aumentan si se considera que varias ciudades, entre ellas Sirte, de donde es oriundo Gadafi, están fuera del control del CNT, cuya estrategia se basó en el clásico golpe de efecto que implica el control de esta capital.

pgh/msl

TeleSur:

TeleSUR _ Hace: 02 horas


Hijo mayor de Al Gaddafi logra escapar de la custodia de los rebeldes Situación actual en Trípoli, informe de enviado especial Rolando Segura Mohamad El Gaddafi permanecía en arresto domiciliario por los rebeldes libios. (Foto: Archivo)


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Mohamad Al Gaddafi , el hijo mayor del líder libio, Muammar Gaddafi , logró escapar este lunes de los rebeldes que lo mantenían bajo custodia desde el domingo en su residencia, gracias a una brigada de hombres fieles a su padre que tomó por asalto el lugar, informó la prensa internacional.

Según la televisora qatarí, Al Yazira, Mohamad, fruto del primer matrimonio de Al Gaddafi, logró escapar con su familia en una intervención de hombres identificados como miembros de "células revolucionarias", nombre dado por el Gobierno libio a las brigadas militares.

Una fuente del Consejo nacional de Transición (CNT) confirmó a la agencia francesa AFP, la huida de Mohamad y su familia.

"Si, es cierto, se escapó", declaró esta fuente que pidió el anonimato, interrogado por la AFP en Bengazhi, bastión de los rebeldes en el este del país.

Antes de lograr escapar de los rebeldes, Mohamad dijo a la televisora que sentía mucha tristeza por la lucha que se libra en su país.

''Lo que está pasando en Libia es muy sobrecogedor, asesinatos entre hermanos, entre musulmanes, es algo que me entristece'', expresó.

Un portavoz del Consejo Nacional de Transición (CNT) indicó que el primogénito de Al Gaddafi se había entregado el domingo a las fuerzas rebeldes luego de la violenta toma que realizaran a Trípoli y permanecía retenido en su residencia junto a su esposa hijos y madre.

Hasta el momento se desconoce el paradero de Mohamad Al Gaddafi mientras continúan los intensos ataques de los rebeldes a los barrios que se encuentran cercanos a la residencia del líder libio.

Los insurgentes han mantenido retenidos, por ahora, a tres hijos de Gaddafi, entre ellos a, Mustafa Abdel Jalil, quien ha sido acusado por presuntos crímenes de la lesa humanidad pero, según la CNT, no será procesado en la Corte Internacional de La Haya.

Durante la avanzada de los rebeldes de este domingo, el vocero del Gobierno libio, Musa Ibrahim, informó que se registraron al menos mil 300 muertos “durante 12 horas de este día (domingo), producto de los enfrentamientos que se han producido en la capital libia” y por la intensa jornada de bombardeos de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) con el objetivo de darle paso a los rebeldes para forzar la salida del poder de Gaddafi.

El pasado 31 de marzo, la OTAN asumió el mando pleno de los ataques contra Libia, luego de completarse 12 días de la agresión imperialista encabezada por Estados Unidos, Francia y Reino Unido contra la nación del norteafricana.

Estos ataques, fueron aprobados el pasado 17 de marzo por el Consejo de Seguridad de la ONU, que alegó que para esa fecha, el Gobierno libio “atacaba” a los civiles.

Supuestamente, los bombardeos eran para “proteger” a la población pero desde que iniciaron, hasta la fecha, más de dos mil 600 libios han sido asesinados, entre ellos más de dos centenares de niños y una docena de imanes (líderes religiosos).

Entre los blancos de la OTAN se cuentan más de mil 600 objetivos civiles, que incluyen hospitales, escuelas, universidades y conjuntos residenciales.

teleSUR - Efe - Reuters - Avn /jl -PR

Prensa Latina:

Combates en Trípoli; situación confusa

Escrito por Moises Saab

Trípoli, 22 ago (PL) El avance hacia el centro de esta capital de los insurgentes y combates con bolsones de resistencia de partidarios de Muamar el Gadafi caracterizan la situación hoy en esta capital.

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Blindados y fuerzas de infantería del autodenominado Consejo Nacional de Transición (CNT) ocupan posiciones mientras en las calles cientos de personas los vitorean en la Plaza Verde en el centro de esta capital.

Tanques y otros blindados se dislocaron en los alrededores de la residencia donde se supone que está Gadafi, quien aseguró en varias ocasiones que permanecerá en su país "hasta el final".

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Medios de los insurgentes informaron la captura de tres de los siete hijos de Gadafi, uno de los cuales informó a través de una telemisora extranjera que su residencia estaba siendo tiroteada.

Una de las interrogantes del momento es el paradero del líder libio que la víspera en una alocución grabada transmitida por la televisión exhortó a los libios a seguir combatiendo a las fuerzas del CNT, apoyadas por la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).

Pocas horas atrás, Musa Ibrahim, ministro de Información del gobierno, denunció que los más recientes bombardeos de la OTAN ocasionaron más de dos mil muertos entre la población civil.

En tanto, el presidente francés, Nicolás Sarkozy, convocó para este miércoles una reunión con el primer ministro del CNT, Mahmud Jibril.

Francia, junto a Gran Bretaña y Estados Unidos, propulsaron la resolución en el Consejo de Seguridad de la ONU que autorizó hace seis meses la imposición de una zona de exclusión aérea sobre el país norafricano la cual dio paso a la agresión militar de la OTAN.

De su lado, el enviado especial ruso para Libia, Mijail Marguelov, advirtió sobre "un "exceso de euforia" por los adelantos de los insurgentes.

La experiencia demuestra que es difícil mantenerse en el poder una vez conquistado; un éxito militar no significa un éxito político, sentenció el diplomático.

arc/msl

Porquê?

Porquê?
Porquê?

Porquê hei-de ouvir as informações sobre a situação na Líbia pela boca de Obama?!, e, depois, pela boca de outros seus comparsas nesta fantochada, nesta agressão violenta, continuada. Ali e não só ali.

Após seis meses de bombardeamentos da NATO, os "rebeldes líbios" estão "à beira de tomar o poder" para que haja "uma nova Líbia", que os novos dirigentes deverão construir segundo as instruções que Obama não se poupa -  e não nos poupa! - a transmitir, com o acompanhamento das imagens e dos comentários adequados, e o coro dos seus cúmplices.

Porquê?
Porquê?

Que cada um se pergunte!

quinta-feira, agosto 04, 2011

E a Líbia aqui tão perto e tão ainda...

Nem todos lemos o avante! E seremos, até, poucos a lê-lo. É pena e, quase diria, é imperdoável. E não só para aqueles que têm identidades ou proximidades ideológicas com a base teórica do PCP. É a oportunidade de saber, "de outra maneira contada", o que se passa cá por casa e pelo mundo. Não neutra? Comprometida? Ninguém o nega. Mas é informação com verdade!
E a outra "maneira contada", a que nos entra em casa, no carro, pelos olhos nos esparates dos jornais? É neutra? É descomprometida? De nenhum modo o é!, e, muitas vezes, cria factos e falta à verdade.
Por exemplo, sobre a Líbia. Esta crónica internacional, sobre uma agressão e um crime, pode ser-nos indiferente? Onde a ler, senão no avante!? (ou em sítios como este)


Líbia – uma guerra perdida?

  • Ângelo Alves
Os recentes acontecimentos na Líbia revelam a natureza, objectivos e métodos da agressão em curso. Mas são também prova das reais dificuldades do imperialismo em submeter a Líbia e aí instalar uma colónia do século XXI.

Se já abundavam sinais da falta de credibilidade e legitimidade dos chamados «rebeldes» - bem como das suas, no mínimo, duvidosas ligações internacionais e métodos -, o assassinato do «comandante das tropas do conselho nacional de transição da Líbia», Abdel Younes, (ex-ministro do interior do Governo líbio que se passou para o lado dos «rebeldes») veio lançar ainda mais luz sobre a farsa em que consiste o chamado «Conselho Nacional de Transição» (CNT).

O acontecimento é demonstrativo do grau de rivalidade e de «guerrilha» que reina entre os diferentes grupos do lado «rebelde». Rivalidades que tendo origem nos reais objectivos desta agressão – o controlo dos recursos naturais da Líbia e o roubo dos seus milionários fundos soberanos – e nas características dos diferentes grupos envolvidos na operação de agressão externa, são também expressão das rivalidades e contradições entre as potências estrangeiras agressoras, tanto mais evidentes quanto maiores as suas dificuldades em alcançar os objectivos e calendários militares, estratégicos e políticos pré-definidos para esta guerra de agressão.

O assassinato do «comandante» das «tropas rebeldes» pelos seus próprios homens (mais exactamente pela brigada destacada para assegurar a sua segurança na deslocação da frente de Brega para Bengasi); as versões contraditórias de várias figuras do CNT sobre os acontecimentos, e as notícias da infiltração de homens leais ao Governo líbio na estrutura militar dos «rebeldes» através de uma suposta brigada da «oposição» concretizando uma operação de libertação de 300 prisioneiros do quartel-general dos «rebeldes» em Bengasi, são factos que demonstram bem o grau de resistência e de operacionalidade das forças governamentais e simultaneamente a desorganização e fragilidade do CNT - a farsa que o governo português, numa vergonhosa decisão contrária à Constituição da República e à Carta da ONU acaba de reconhecer como «autoridade governativa legítima da Líbia».

As potências agressoras estão inquietas com a «baixa performance» dos seus «peões» Liam Fox, que publicamente reconheceu o «potencial terrestre muito limitado» dos «rebeldes», ou o «raspanete» enviado por Mark Toner, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, a «pedir» à liderança da «oposição» para «trabalhar de forma transparente e unida» e a «advertir o Conselho para se lembrar de que representa todo o povo Líbio».

Mas que não haja ilusões. Com o aproximar do fim do segundo prazo definido pela NATO para o fim das «operações militares»; com a evidente capacidade de resistência das forças governamentais e com o crescente apoio popular à unidade contra a agressão externa, tudo indica poder assistir-se durante o mês de Agosto a uma brutal intensificação da chacina e dos crimes da NATO. Isto, enquanto que por debaixo do pano prosseguem por um lado negociações e o estudo de uma retirada militar, e por outro as sucessivas tentativas de assassinar Kadhaffi ou de tentar a deserção e traição do núcleo duro do Governo e do Exército líbios.

O ataque da NATO a uma manifestação de civis em Al-Sabaa; o bombardeamento da televisão líbia; do aeroporto civil de Tripoli ou de um hospital perto da cidade de Misrata, são apenas alguns dos exemplos do terror que as potências agressoras acossadas pelo espectro de mais uma possível derrota militar, podem criar. É altura então de intensificar a luta pelo fim imediato dos bombardeamentos, pela defesa da paz, da independência, soberania e integridade territorial da Líbia.

sexta-feira, julho 29, 2011

Mais um passo em falso?

Não! Mais um passo obediente, servil, pusilânime, pisando e esmagando, a caminho do abismo para que o imperialismo empurra a humanidade.

Nota do Secretariado do Comité Central do PCP
Sobre a decisão do Governo português
de reconhecimento
do “Conselho Nacional de Transição da Líbia”
Quinta 28 de Julho de 2011

A anunciada decisão do Governo português de reconhecer o auto-proclamado “Conselho Nacional de Transição da Líbia” como a autoridade governativa legítima desse País é mais uma grave decisão que viola a Constituição da República Portuguesa, a Carta das Nações Unidas e a própria Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU aprovada pelo governo português - que já de si constitui uma violação da sua Carta fundadora.

Tal postura do Governo português, bem como o momento do seu anúncio, evidencia a total subordinação da política externa portuguesa aos interesses, estratégia e calendário das principais potências imperialistas, com destaque para os Estados Unidos da América, a Grã-Bretanha e a França.

Ao invés de apoiar e promover, como é sua obrigação constitucional, iniciativas visando o fim imediato da criminosa agressão militar da NATO contra o povo líbio, o Governo português opta por aprofundar a linha de aberta ingerência nos assuntos internos daquele país.

A decisão de promover e reconhecer grupos cuja sustentação resulta dos apoios externos que lhe são concedidos para alimentar a agressão militar contra o seu próprio país, é profundamente contrária aos interesses nacionais e representa um adicional e perigoso factor de ameaça à paz regional e mundial.

O PCP reitera a sua condenação da agressão militar à Líbia e apela ao povo português para que exija o fim imediato dos bombardeamentos e da agressão externa, a solução pacífica do conflito, o respeito pelos direitos do povo líbio, da sua soberania e da independência e integridade territorial deste País.

domingo, março 27, 2011

Líbia - OUTRA informação

Não nos acomodemos ou deixemos intoxicar! Informemo-NOS. Leia-se, aqui, a informação que cravodeabril nos dá. . . Ou em Notícias de Prensa Latina: . Gobierno libio descarta rendición, pese a avance rebelde. . Escrito por Ulises Canales, 27 de marzo de 2011, 11:04
Trípoli, 27 mar (PL)

Círculos gubernamentales de Libia reiteraron hoy la disposición a dialogar con los rebeldes en aras de una "transición democrática", pero descartaron una rendición, pese al avance insurgente hacia el oeste tras reivindicar la toma de Brega.

Feria del Libro de Venezuela condena ataques contra Libia. España refuerza misión en Libia pese a creciente rechazo. Contradictoria posición en EE.UU.

Sobre Libia Papa Benedicto XVI insta a detener agresión contra Libia.

Nubarrones otoñales en la "Primavera Árabe".

Advierte Chávez sobre carácter violento de opositores en Libia

En una comparecencia ante la televisión estatal, el portavoz del Gobierno, Moussa Ibrahim, llamó a poner fin a la muerte de civiles a causa de los bombardeos indiscriminados de la coalición internacional avalada por la ONU, pero insistió en la firmeza de las autoridades.

Ibrahim atribuyó los éxitos militares de los insurrectos a los "intensos bombardeos "durante horas y horas, sin parar" contra las fuerzas leales al líder Muamar El Gadafi a lo largo de 400 kilómetros de carretera costera entre Ajdabiya, tomada el sábado, y Sirte.

Ayudados por un incesante lanzamiento de misiles el viernes y el sábado, con 153 y 160 misiones en ese orden, según el Pentágono, los alzados tomaron ayer la ciudad de Ajdabiya y hoy se adjudicaron Brega, el enclave petrolero de Ras Lanuf y Uqayla.

Los propios rebeldes y medios occidentales valoraron como "crucial" la agresión militar contra las fuerzas libias para poder impulsar el avance de los irregulares que pretenden llegar hasta esta capital.

Aunque evitó ofrecer una cifra exacta, el vocero oficial estimó que "numerosos civiles murieron, incluso familias que huían en coche de los bombardeos", de ahí que urgió a un "cese urgente e inmediato de los bombardeos aéreos".

El Gobierno de El Gadafi, que también se enfrenta a grupos armados rebeldes en la ciudad de Misratah y en otras al oriente de Trípoli, pidió una "reunión urgente" del Consejo de Seguridad de la ONU para debatir la crisis en Libia y dijo aceptar una mediación africana.

La iniciativa de la Unión Africana contempla una hoja de ruta para un alto el fuego y la apertura de negociaciones para un arreglo político entre los libios, que eventualmente pasaría por un reemplazo de El Gadafi de forma pacífica.

El panorama bélico en Misratah es confuso, pero persisten los enfrentamientos armados entre partidarios y opositores del Gobierno, pese a que las nueve jornadas ininterrumpidas de ataques occidentales supuestamente causaron severos daños a la artillería del Ejército.
.

Ou em TeleSur:

Al menos 114 muertos y 445 heridos dejan los bombardeos de fuerzas imperialistas en Libia.

A 114 muertos y 445 heridos aumentó la cifra de víctimas que han dejado los bombardeos sobre Libia efectuados desde el pasado fin de semana por las fuerzas imperialistas de Estados Unidos, Francia y Reino Unido, confirmó este viernes el Ministerio de Salud del país árabe.

Mientras que el enviado especial de teleSUR a Trípoli, Jordán Rodríguez, informó sobre la activación intermitente de las baterías de defensa antiaérea.

quinta-feira, março 24, 2011

O que "eles" calam...

... mas todos deviam conhecer, ao menos para estarem informados.

terça-feira, março 22, 2011

sexta-feira, março 18, 2011

Criminosa hipocrisia

No mesmo local informativo (sapo):

1. -
"O regime de Khadafi anunciou esta sexta-feira o cessar-fogo, anunciado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros Líbio." (Sol)

2. -
(sexta-feira, 18 de Março de 2011 19:13)

Obama exige a Kadhafi «cessar-fogo imediato»

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse hoje que Muammar Kadhafi deve aplicar «de imediato» um cessar-fogo e admitiu «operações militares» caso o líder líbio não respeite as decisões do Conselho de Segurança da ONU.

3. - (comentário)

Ah!, já cessou o fogo?... e de imediato?... então, porque devia ter cessado fogo antes..., o dito (mal) "Prémio Nobel da Paz" manda avança com "operações militares", com os seus cúmplices do Reino Unido e da França, e parece que com dois (ainda mais) lacaios, enquanto a NATO espera ordens... se for preciso.

Vá de bombardear para acabar com os bombardeamentos que já acabaram!

quinta-feira, março 10, 2011

É tempo de impedir a guerra - 2

Ler, e ouvir, também aqui.