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sábado, março 11, 2017

O que é inaceitável e escandaloso...

... naturalmente provoca e alimenta-se de pequenos escândalos:

«Sérgio Monteiro sai do Banco de Portugal e passa a consultor externo - é pena, mais dois meses de salário e já tinha dinheiro para comprar o Novo Banco.»
João Quadros, Jornal de Negócios

10 de Março de 2017



segunda-feira, outubro 12, 2015

Já quantas vezes, quando será que, até quando... PS?

Questão prévia: uma coisa é o PS-partido, outra coisa é quem vota no partido-PS.

Já quantas vezes o PS-partido enganou os que votam no partido-PS iludidos que votam na "esquerda"?
Quando será que o PS-partido desilude os que votaram no partido-PS convencidos que votavam contra a "esquerda"? 
Quando será que o PS-partido não dá satisfação aos que votaram no partido-PS porque queriam votar na "direita"?

Até quando o PS-partido é tão de "esquerda", tão de "esquerda", que prefere ser a "esquerda da direita" a ser a "direita da esquerda"? 

segunda-feira, maio 13, 2013

Notas à solta!

Depois de, por imposição demo-tele-mediática, dos altos e elegantes (de mais de 1,80 metros e de menos de 90 quilos), mas medíocres culturalmente, apesar da sua desmesurada ambição de carreirismo pessoal, vem a "onda" dos tecnicamente consistentes e ideologicamente na aparência inócuos (forte engano...), cheios de certezas "científicas" que as "suas próprias" estatísticas rejeitam. Sempre ao serviço das "troikas". Sejam elas quais forem, mas formatadas pelo capital financeiro transnacional.
À escala do tempo histórico, também não durarão muito. Embora, no nosss curto tempo de vida humano a humano, os  tenhamos de suportar e sofrer... enquanto não os conseguirmos escorraçar!

sábado, maio 11, 2013

Agora achei piada...

No meio de uma série de depoimentos - de constitucionalistas e outros juristas ou não - afirmando, sem quaisquer reservas ou dúvidas, que a medida do corte de pensões e/anunciada por Passos Coelho é inconstitucional, vir o "novo lider" da UGT, dita central sindical, dizer que tem dúvidas sobre a constitucionalidade de tal medida é... forte. E de fazer rir!

Ouvir um trauliteiro como Abreu Amorim dizer que "o tempo político de Vítor Gaspar terminou" também tem graça... 

Mas o tempo não está para (sor)risos!

quinta-feira, fevereiro 28, 2013

A economia portuguesa de 1945 a 1973/4

Na preparação de uma participação na série com o título genérico da Ferramentas para a cidadania, na Biblioteca-Museu República e Resistência, saltou-me um título (ou sub-título!) - sem Linha de Rumo mas com um Rumo à Vitória -, e reproduzo um dos 5 gráficos que elaborei, a partir das "séries longas da economoa portuguesa", do Banco de Portugal, e que vou comentar (sobretudo o sustentáculo para a economia portuguesa que foram as remessas dos emigrantes), e aqui reproduzo (e que, eventualmente, aqui virei a comentar):


quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Nota do dia (ou do começo da semana)

A Itália está num impasse.
Por culpa de democracia?, ou porque, sem democracia, sem o voto de quem escolhe os seus representantes pelo voto, tudo seria mais fácil?
Mas... tudo o quê?
A continuidade?, ou a mudança para que tudo continue... como setivesse mudado.

É a mesma encruzilhada de sempre... "no momento"!
O povo/as massas já não suporta mais "os políticos" que se arrogam representá-lo, e vota protesto... ou não vota.

Em Itália? É um bom exemplo!
Quem tinha razões (e de sobra!, e de classe!) para estar contra a organização da sociedade, organizou-se, escolheu a sua vanguarda, avançou. Até ter (quase) a maioria institucional. 
E tudo parecia ganho. Ou quase.
Nessa vanguarda organizada, houve  desvios. Esqueceu-se, ela, das raízes, da base teórica. Tergiversou.
Mais que de classe, que comunista, tornou-se "euro". E assim  desapareceu como vanguarda. Ou desapareceu, pura e simplesmente.
O povo/as massas ficou um pouco órfão, desamparado.

Agora, nesta escolha importante, tinha a imagem da "auster(continu)idade", técnico-neutro-"séria",  ou a da alternância ao centro, aparentemente mais à esquerda ou mais à direita (abjecta). E o protesto.
Na dúvida, empatou, com o protesto a ser o mais importante porque decisivo.
Faltou-lhe a alternativa, o futuro.

Nós temo-los. Porque nunca tropeçámos, e menos caímos em "euro"-comunismos ou moedas.
Assim o consigamos mostrar !

segunda-feira, outubro 31, 2011

Desisto!

Desisto!
Neste momento, além do que já está comentado quero comentar tanta coisa ("renegociação" do "entendimento com a troika" em pino ou às avessas, Palestina na Unesco, voto "europeu" de Portugal, retirada de contribuições dos EUA e Israel, previsões da OCDE a mudarem de +2,2% para 0,2%, desemprego nos 12,5% em Portugal, posições sindicais sobre a magna questão do tempo de trabalho, sei lá que mais)... que desisto. 
Temporariamente.

"Isto" seguirá dentro de momentos, claro... 

sexta-feira, setembro 16, 2011

Grande novidade!

no sapo:

16.09.2011
12:25

INE e Banco de Portugal
dizem que Madeira escondeu “buraco” nas contas

Instituto Nacional de Estatística e o Banco de Portugal acusaram hoje a Administração Regional da Madeira de ter omitido informação relativa às suas contas públicas, que consideram "grave" e da qual não têm conhecimento de casos similares.

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Será porque se tornou impossível de esconder?, ou por outras "cousas"?
(lá vem o Cesário Verde:
Se eu não morresse nunca! E eternamente
buscasse e conseguisse a perfeição das cousas...)

sábado, maio 28, 2011

"Do contra"!

Manifesto(-me)

contra o catastrofismo-mete-medo,
contra o salve-se-quem-puder,
contra todos-ao-molhe-e-fé-em-deus,
contra os maria-vai-com-as-outras,
contra o são-todos-iguais,
contra o já-não-acredito-em-ninguém,

CONTRA A RESIGNAÇÃO!

(e etecetra-e-tal-e-coisa)

sábado, maio 07, 2011

notas À SOLTA ... ou À TO(n)A (com ilustração)

Dado o rumo que tomou quem, ao leme, obedeceu, servilmente, aos que deram rota e ritmo, o barco entrou num atoleiro e afunda-se.



Insistindo-se no mesmo rumo (como se outros não houvesse!), há quem procure safar-se do naufrágio. Mas... sem querer aprender a nadar. Pelo que, ao ignorarem-se alternativas, se pode adiar a inevitável mudança de rumo.



Quanto mais tarde, mais sofrerão os do porão!










sábado, março 26, 2011

Notas À SOLTA... em viagem de metro

(depois de umas leituras entre Amadora~Leste e Restauradores)

O desespero!
O desespero palavroso
sobre o futuro tenebroso.
De quem?
Para quem?
Por culpa de quem?
À custa de quem?
.
O desfrute!
O desfrute silencioso
em um presente escabroso.
De quem?
Por quem?
A favor de quem?
À custa de quem?
.
Com o consentimento de quem?

sexta-feira, março 18, 2011

notas À SOLTA (num caderno ou em papeis avulsos))

A ocasião faz o ladrão, diz o ditado popular. Mas, deve acrescentar-se!..., só os ladrões aproveitam as ocasiões.
O que não se pode aceitar é que quem roubaria se tivesse, eventualmente, ocasiões, daí induza que todos os que desfrutaram de ocasiões as aproveitaram para roubar. Ou seja, é inaceitável, e merece repúdio, que os que só não são ladrões porque não tiveram ocasião, julguem os outros por si e chamem ladrões àqueles que, tendo tido ocasiões para o serem, não o foram porque combatem - sempre!, em qualquer ocasião e circunstância - a ladroeira e actividades afins.
Porque quem ddiz ladrão, diz corrupto, diz aldrabão, diz lambe-botas, diz o que se quiser, uma vez que é perante a ocasião, ou as circunstâncias, que se revela o que as pessoas são.

segunda-feira, março 14, 2011

notas À SOLTA (recuperada do "diário")

(...)
Depois da manifestação “espontânea” de sábado, uma manifestação da CGTP, nossa, está perante um desafio muito difícil.

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A comunicação social, que andou com a outra “ao colo”, está de garras afiadas.
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Apesar de desencontrados e contraditórios sentimentos, animou-me que a manifestação de sábado tivesse tido o êxito que teve.

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Foi mais um (bom) sinal.

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Isto vai! Mas a manif de 19 vai ter de ser uma grande manif.

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Sobretudo para nós, para nos avaliarmos na nossa capacidade de reacção e atracção.

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Tendo, como temos de estar conscientes, tudo contra nós.

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A luta é assim, e a nossa luta é luta de massas.
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E elas, sendo o que nós somos no tempo histórico, são muito incertas, volúveis no prazo curto, na dimensão de tempo humano, individual.

domingo, março 13, 2011

notas À SOLTA (em toalhas de papel)

Este governo PECa sem dar cavaco (sequer a este...)
nem ao Papa... a não ser a Bruxelas e aos banqueiros!
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as real idades versus as conta habilidades
... em que ano escriturar o "buracão" (e buracos anexos) do BPN?

terça-feira, março 01, 2011

notas À SOLTA ... ou À TO(n)A

Notas à toa, no rescaldo de (mas não confinado a) uma Assembleia Municipal:

O executivo é para executar, o deliberativo é para deliberar. Isto no plano local, das autarquias.
Acontece que, por vezes, o executivo não pode executar sem que o deliberativo delibere que... sim, senhor, pode executar. Quer isto dizer que, em muitas coisas, e naturalmente nas mais importantes, o executivo não pode executar se o deliberativo não deliberar.
Há, entretanto, a ideia de que só o executivo é que conta. Porque é o que executa. E que o deliberativo é um verbo-de-encher. Uma grande parte da culpa deste equívoco, para não dizer toda, é do deliberativo, até porque (mas não só) do deliberativo fazem parte os executivos que são os presidentes das juntas de freguesia, que se agacham porque só podem executar – e para isso, ao serviço dos vizinhos, se candidataram e foram eleitos – se não estiverem de candeias às avessas com o executivo camarário.
Esta intrincada rede poderia funcionar, em teoria, se houvesse cultura e prática democráticas. Da que se aprende desde que se torce o pepino, seja em casa, seja na televisão que lá em casa está, seja na escola. E aqui é que outra coisa torce, e ela é o rabo da porca.
Do mesmo mal se sofre a nível nacional. A este nível com a agravante do executivo não ser eleito, não ser directamente representativo, e ainda haver um terceiro órgão, habitualmente viril mas não necessariamente, que é eleito e tem uma data de poderes que a um se poderiam resumir: cumprir e fazer cumprir a Constituição!
E se se pode dizer que, a nível nacional, se sofre do mesmo mal, pior é o mal porque esse executivo, o governo, além de ser executivo ainda tem um bocadinho de legislativo pois pode fazer decretos-leis, não ficando apenas para o deliberativo (e legislativo) a competência legislativa. Pelo que se foi instalando o equívoco nacional de que se elege o chefe do executivo quando o que os cidadãos escolhem são os seus representantes distritais para uma Assembleia da República, de cuja formação global deriva o executivo.
Isto não é tão complicado como parece, e como se simplifica não inocentemente. Pois se até há dias, um tal Passos Coelho (que é candidato a tudo mas que para nada está eleito… a não ser lá entre eles) dizia, disparado, que o governo (de Sócrates) que resolvesse que este é que foi eleito para isso! Quando este governo não foi nada eleito e muito menos para aquilo que tem estado a fazer!
O grave, o muito grave, é que de valorização de executivos em executivos, se diminui ou até apaga a democracia, e crescem as vocações ditatoriais. Com a finança a comandar a política.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

notas (líbias?) À SOLTA -

Em papel de toalha de mesa de almoço sozinho e a ver o telejornal:

1. É verdadeiramente extraordinária a incapacidade de aprender alguma coisa com a vida, mesmo quando ela nos entra portas adentro, por parte de quem tende a tudo ver a preto e branco.

2. Estava certo, ao transcrever, noutro "post", uma "reflexão de Fidel", que iria provocar alguns sobressaltos. Óptimo!

3. A reflexão de Fidel é... uma reflexão. Não é para "pegar ou largar"! Li-a, e fez-me pensar. Porque não aproveitá-la para que, em outros, provocasse o mesmo efeito?


4. Todos os "levantamentos populares" parecem-me movimentos de massas do maior significado, e quero sublinhar essa sua histórica dimensão. De nenhum modo os reduziria a "manipulações" ou provocações para um objectivo estratégico. Não tenho é dúvidas de que há todo um esforço para os "recuperar", num aproveitamento estratégico a posteriori, no quadro de conceitos estratégicos sempre em elaboração e revisão!

5. A propósito de "recuperações", quase todos os ditadores das ex-colónias (e nem todos o serão...) foram lutadores pela independência (política) dos seus países, depois "recuperados" pelo imperialismo para se tornarem "democratas acidentais" (ou "à maneira"... ocidental), até se comprovarem, por força de acção das massas, efectivamente ditadores (e com "denominação de origem"), para quem o imperialismo procura afanosamente "soluções" de substituição.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

notas À SOLTA...

Não é de valores, princípios, ética, moral (o que lhe queiram chamar...) que se anda para aqui a falar (embora também seja), é de decência e de sentimento de QUEDA DO IMPÉRI(ALISM)O ROMANO!

notas À SOLTA... e logo a "ressaca"

Vindo do almoço (como muita nota na "agenda"...), trazia isto escrito:

Assis, sempre a falar da estabilidade e da confiança, com aquele seu ar assustado, instável e completamente vazio de confiança (em quem?... a começar por si mesmo)
e "apanho" com o debate parlamentar, com esse mesmo Assis a abrir as "hostilidades" com perguntas ao Governo, como quem estende a passadeira para que o Exº. Senhor Primeiro Ministro fazer a sua cansativa e insuportável exibição de verborreia vazia. Que estou a ouvir, e vou continuar a "ouver"...

quinta-feira, janeiro 27, 2011

notas À SOLTA (num caderno ou em papeis avulso)

Repete-se a "cena" de ontem de almoçar e ouver-ler televisão e Correio da Manhã. É isto a rotina?
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1. A demissão de directores-gerais do MAI. Ah! não foram os contínuos e um ou dois escriturários ou informáticos? Estamos a melhorar na escala (ranking) da democracia burguesa. Passámos a democracia pequena e média-burguesa.
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2. As prendas. Há prendas e prendas, há ir e voltar. Há as prendas (e que "prendas"!) que se recebem, e há as prendas que se devolvem. Há almoços que são grátis, e há almoços que têm uma "volta na ponta". Nada de confusões!
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3. O caso Casa Pia. Tudo, neste caso, é repugnante. E continua a ser. Como desde o início, as vítimas (QUE AS HÁ!) continuam a ser... vítimas e quem menos importa. Quantas resistirão? Temos de dizer BASTA!
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4. A propósito do caso anterior... mas não só. Não haverá uma água a dar a beber para que se digam as verdades? Para mim não preciso (tomei-a em pequenino), mas comprava umas grosas de garrafas para distribuir por quem ocupa (isto é, ocupa) cargos institucionais, de representação nossa.
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E não cheguei a ler aquele senhor que se diz jornalista do canto superior direito da última página... O estômago não aguenta tudo!

quarta-feira, janeiro 26, 2011

notas À SOLTA (num caderno ou em papeis avulso) - 2

continuação

Foi um bom almoço, acompanhado por uma meia-garrafita de um excelente alentejano. Por isso, e par(a)lamentar:
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4. - Um deputado do CDS-PP foi apanhado a conduzir com excesso de álcool (parece apropósito do que disse sobre o meu almoço, mas nunca seria o meu caso...). O deputado, ao ser interpelado pela comunicação social, foi muito claro: "não faaalo sobreeee a miiinha viiiiida pessooooal ...". Também acho que a vida pessoal de cada um deve ser respeitada, e os exemplos vindos de cima (de quem?) seguem-se.
5. - Nas excitantes notícias sobre agressões (e pior), roubos e violações, em que o CM é pródigo, conseguiram meter um deputado do PCP. Um jovem deputado do PCP, ou melhor um jovem, deputado comunista (como a fotografia o mostra, com a bandeira da JCP por detrás), teria dito a um deputado do PS, em reunião parlamentar, que aquelas coisas que este lhe estava, insistentemente, a dizer se discutiam noutro lugar que não ali. Escândalo! Apesar de, entre os dois, ter ficado esclarecido que não se tratava de nenhum desafio para medirem forças em duelo de punhos, ou outro, na rua, uma ex-jovem deputada do PS entendeu ser pretexto a aproveitar. E aproveitou, trazendo o caso à 1ª página do CM. É assim mesmo...
sai às 5 de la tarde