sábado, março 11, 2017
O que é inaceitável e escandaloso...
segunda-feira, outubro 12, 2015
Já quantas vezes, quando será que, até quando... PS?
segunda-feira, maio 13, 2013
Notas à solta!
sábado, maio 11, 2013
Agora achei piada...
quinta-feira, fevereiro 28, 2013
A economia portuguesa de 1945 a 1973/4
quarta-feira, fevereiro 27, 2013
Nota do dia (ou do começo da semana)
É a mesma encruzilhada de sempre... "no momento"!
Em Itália? É um bom exemplo!
Mais que de classe, que comunista, tornou-se "euro". E assim desapareceu como vanguarda. Ou desapareceu, pura e simplesmente.
Na dúvida, empatou, com o protesto a ser o mais importante porque decisivo.
Nós temo-los. Porque nunca tropeçámos, e menos caímos em "euro"-comunismos ou moedas.
segunda-feira, outubro 31, 2011
Desisto!
sexta-feira, setembro 16, 2011
Grande novidade!
16.09.2011
12:25
sábado, maio 28, 2011
"Do contra"!
contra o catastrofismo-mete-medo,
contra o salve-se-quem-puder,
contra todos-ao-molhe-e-fé-em-deus,
contra os maria-vai-com-as-outras,
contra o são-todos-iguais,
contra o já-não-acredito-em-ninguém,
sábado, maio 07, 2011
notas À SOLTA ... ou À TO(n)A (com ilustração)
sábado, março 26, 2011
Notas À SOLTA... em viagem de metro
O desespero!
O desespero palavroso
sobre o futuro tenebroso.
De quem?
Para quem?
Por culpa de quem?
À custa de quem?
.
O desfrute!
O desfrute silencioso
em um presente escabroso.
De quem?
Por quem?
A favor de quem?
À custa de quem?
.
Com o consentimento de quem?
sexta-feira, março 18, 2011
notas À SOLTA (num caderno ou em papeis avulsos))
segunda-feira, março 14, 2011
notas À SOLTA (recuperada do "diário")
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A comunicação social, que andou com a outra “ao colo”, está de garras afiadas.
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Foi mais um (bom) sinal.
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Isto vai! Mas a manif de 19 vai ter de ser uma grande manif.
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Sobretudo para nós, para nos avaliarmos na nossa capacidade de reacção e atracção.
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Tendo, como temos de estar conscientes, tudo contra nós.
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A luta é assim, e a nossa luta é luta de massas.
domingo, março 13, 2011
notas À SOLTA (em toalhas de papel)
terça-feira, março 01, 2011
notas À SOLTA ... ou À TO(n)A
O executivo é para executar, o deliberativo é para deliberar. Isto no plano local, das autarquias.
Acontece que, por vezes, o executivo não pode executar sem que o deliberativo delibere que... sim, senhor, pode executar. Quer isto dizer que, em muitas coisas, e naturalmente nas mais importantes, o executivo não pode executar se o deliberativo não deliberar.
Há, entretanto, a ideia de que só o executivo é que conta. Porque é o que executa. E que o deliberativo é um verbo-de-encher. Uma grande parte da culpa deste equívoco, para não dizer toda, é do deliberativo, até porque (mas não só) do deliberativo fazem parte os executivos que são os presidentes das juntas de freguesia, que se agacham porque só podem executar – e para isso, ao serviço dos vizinhos, se candidataram e foram eleitos – se não estiverem de candeias às avessas com o executivo camarário.
Esta intrincada rede poderia funcionar, em teoria, se houvesse cultura e prática democráticas. Da que se aprende desde que se torce o pepino, seja em casa, seja na televisão que lá em casa está, seja na escola. E aqui é que outra coisa torce, e ela é o rabo da porca.
Do mesmo mal se sofre a nível nacional. A este nível com a agravante do executivo não ser eleito, não ser directamente representativo, e ainda haver um terceiro órgão, habitualmente viril mas não necessariamente, que é eleito e tem uma data de poderes que a um se poderiam resumir: cumprir e fazer cumprir a Constituição!
E se se pode dizer que, a nível nacional, se sofre do mesmo mal, pior é o mal porque esse executivo, o governo, além de ser executivo ainda tem um bocadinho de legislativo pois pode fazer decretos-leis, não ficando apenas para o deliberativo (e legislativo) a competência legislativa. Pelo que se foi instalando o equívoco nacional de que se elege o chefe do executivo quando o que os cidadãos escolhem são os seus representantes distritais para uma Assembleia da República, de cuja formação global deriva o executivo.
Isto não é tão complicado como parece, e como se simplifica não inocentemente. Pois se até há dias, um tal Passos Coelho (que é candidato a tudo mas que para nada está eleito… a não ser lá entre eles) dizia, disparado, que o governo (de Sócrates) que resolvesse que este é que foi eleito para isso! Quando este governo não foi nada eleito e muito menos para aquilo que tem estado a fazer!
O grave, o muito grave, é que de valorização de executivos em executivos, se diminui ou até apaga a democracia, e crescem as vocações ditatoriais. Com a finança a comandar a política.
terça-feira, fevereiro 22, 2011
notas (líbias?) À SOLTA -
Em papel de toalha de mesa de almoço sozinho e a ver o telejornal:
1. É verdadeiramente extraordinária a incapacidade de aprender alguma coisa com a vida, mesmo quando ela nos entra portas adentro, por parte de quem tende a tudo ver a preto e branco.
2. Estava certo, ao transcrever, noutro "post", uma "reflexão de Fidel", que iria provocar alguns sobressaltos. Óptimo!
3. A reflexão de Fidel é... uma reflexão. Não é para "pegar ou largar"! Li-a, e fez-me pensar. Porque não aproveitá-la para que, em outros, provocasse o mesmo efeito?
4. Todos os "levantamentos populares" parecem-me movimentos de massas do maior significado, e quero sublinhar essa sua histórica dimensão. De nenhum modo os reduziria a "manipulações" ou provocações para um objectivo estratégico. Não tenho é dúvidas de que há todo um esforço para os "recuperar", num aproveitamento estratégico a posteriori, no quadro de conceitos estratégicos sempre em elaboração e revisão!
5. A propósito de "recuperações", quase todos os ditadores das ex-colónias (e nem todos o serão...) foram lutadores pela independência (política) dos seus países, depois "recuperados" pelo imperialismo para se tornarem "democratas acidentais" (ou "à maneira"... ocidental), até se comprovarem, por força de acção das massas, efectivamente ditadores (e com "denominação de origem"), para quem o imperialismo procura afanosamente "soluções" de substituição.
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
notas À SOLTA...
notas À SOLTA... e logo a "ressaca"
Assis, sempre a falar da estabilidade e da confiança, com aquele seu ar assustado, instável e completamente vazio de confiança (em quem?... a começar por si mesmo)


