sábado, setembro 12, 2009

Sobre as vantagens (para Portugal) e o orgulho (para os portugueses) de terem este homem na presidência da Comissão

Para preencher a insónia, deu-me para ler uns jornais chegados de avião, trazidos por mãos amigas.

Entre outras leituras interessantes um trabalho de Jean Quatremer sobre Durão Barroso, no Libération.

Não descortinei qualquer vantagem para Portugal e não senti nenhum orgulho como português pela presença daquele senhor na presidência da Comissão, e pela sua notoriedade.

Entre repéres (destaques) na margem esquerda das duas páginas da entrevista.... destaco dois:

1. Um antigo maoista transformado em liberal

2. «Este homem está-se nas tintas para o social e para a economia. Tudo o que o preocupa é guardar o seu lugar» - Martin Schulz, leader do Partido socialista Europeu, 14.07.2009.
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E, no texto, DB é citado: «...denunciando a "caricatura" que dele fazem: "apresentam-me como um liberal ou um conservador quando o que eu sou é um reformador do centro"»
(mas não é o que eles são todos, liberais, conservadores e reformadores do centro?)

sexta-feira, setembro 11, 2009

As sonda(gen)s...

As desta noite, fresquinhas, são... engraçadas.
Com os comentários a bater nas teclas batidas: empate técnico, BE terceira força, cenários a dois e a três!
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E as políticas?

As sonda(gen)s...

Hoje, comecei o dia a ver uma sondagem em que o comentário (no sapo) era a de que havia empate técnico entre o PS e o PSD e que o BE consolidava a terceira posição. Comentei para mim "já conheço este filme!" e, obviamente, não fiquei bem disposto. Mas, como quero, sempre, "dar a volta por cima", resolvi pôr a notícia de pernas para o ar.
Como os números relativos ao BE e ao PCP/CDU eram de 12% em Abril e 11% agora, para o BE, e de 6% em Abril e de 8% agora, para o PCP/CDU, e nas mesmas fontes, (re)escrevi o comentário aos números: Empate técnico entre PS e PSD, PCP a a subir 2 p.p e a aproximar-se do BE que perdeu 1 p.p.! Sim, porque se os números fossem ao contrário seria assim que teria encontrado o comentário: Queda do PCP e o BE a aproximar-se da terceira posição!
Tanta manipulação é "desmais".
E não é só na apresentação e comentário aos números. Por mais manipulados que sejam os "sondadores" e as sondagens, há sempre coisas como o que acabo agorinha de ler:
«Se as eleições legislativas fosse hoje o PS ganharia, mas sem a maioria absoluta que conseguiu em 2005, mostra uma sondagem da Marktest para o Diário Económico. Segundo esta sondagem, os socialistas reúnem 36,1 por cento das intenções de voto, à frente do PSD que tem apenas 29,3 por cento e conseguiria um pior lugar do que em 2005. Enquanto que 12,6 por cento dos eleitores afirmam que votariam na CDU, que regista uma ligeira subida em relação às sondagens de Agosto (de 11,3 por cento para 12,6 por cento).
O Bloco de Esquerda apresenta um recuo (de 11,2 por cento em Agosto para 10,9 por cento em Setembro) substitui o CDS como terceira força política no Parlamento, tendo os democratas-cristãos apenas 7,1 por cento das intenções de voto, mas com uma subida de 1 por cento.»
Tirando o facto de considerar indecente que se diga que 1,3 p.p e 11,2% é uma "ligeira subida" tudo o resto melhorou a minha (in)disposição matinal.

11 de Setembro - de 1973

Transcrito de aqui em:

Terça-feira, Setembro 11, 2007

11 de Setembro...
... de 1973! Estava em Paris.
Numa esplanada instalada num passeio, como se aquele passeio existisse para ali se colocar aquela esplanada parisiense.
Jantava, ou comia qualquer coisa porque as notícias me tinham tirado a vontade de tudo... talvez apenas de comer.
Apetecia-me chorar. De raiva. De impotência. Era, naquele dia, em Santiago do Chile, o que já tinha sido em tanto lugar. De outras maneiras.
O que viria a ser, depois de então, em tantos outros. De outras maneiras
O virá a ser, ainda, em mais lugares. De outras maneiras.
Sempre, o imperialismo.
Na mesa ao lado, jantavam alegremente uns jovens, com ar de bem engravatados tecnocratas. Por coincidência, falavam castelhano. Mas éramos, ou estávamos, em mundos diferentes. E nada me dizia que, sendo diferentes os mundos em que, naquele momento, estávamos, houvesse diferenças profundas que nos separassem.
Só senti que esses dois mundos, ali contíguos, ali não antagónicos, se tocavam, que algo os unia, quando os vi trincar uns vermelhíssimos e suculentos morangos com os seus dentes muito brancos...
Um arrepio percorreu-me o corpo todo. Ainda hoje o lembro.
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O Chile vencerá!

11 de Setembro - de 1942

Transcriçao de um post de:


Sexta-feira, Setembro 12, 2008

Ainda a propósito de 11 de Setembro
Sem pretender esgotar a efeméride de 11 de Setembro, e na que referi incluindo todas as vítimas do da violência fascista e do terrorismo,
ver também sobre 11 de Setembro de 1942, data da morte de Bento Gonçalves no Campo de Concentração do Tarrafal.

O tema da "asfixia democrática"... e outros

Nestes últimos dias, a campanha tem sido animado pelo tema/expressão "asfixia democrática".
Para quem, como nós - falo da 1ª pessoa do singular e do meu colectivo -, tem chamado a atenção para sinais fascizantes e com esses sinais se tem preocupado, a inserção dessa expressão no linguajar político-partidário criou uma situação interessante e que importa esclarecer. Aliás, como o camarada Jerónimo de Sousa muito bem fez no debate com Manuela Ferreira Leite.
Se é verdade que tem havido sinais de pouco respeito pelos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, até de desrespeito pela "filosofia" e direitos constitucionais, mormente quanto a direitos dos trabalhadores, e que eles se agravaram ultimamente, falar de "asfixia democrática" só pode partir de quem não sabe, não soube, ou não quis saber..., da verdadeira asfixia democrática que se viveu durante o fascismo, até 25 de Abril de 1974.
Mas a questão da linguagem político-partidária mereceria estudos de filologia e, nalguns casos, de saneamento e sancionamento moral (se isto existisse).
Entre os "argumentos" da luta política, usar o vernáculo não é, por si só, condenável eticamente, referir que determinados cidadãos foram arguidos (não meros suspeitos) ou até condenados em processos por actos que definem caracteres e características, pode não ser sequer deselegante. Muito diferente é o uso de imagens escabrosas para anatemizar (em termos soezes) adversários políticos.
Julgo não ter, pessoalmente, qualquer propensão para me chocar com termos e expressões e imagens, mas dou grande valor às palavras, gosto de as estudar, como conceitos e no que traduzem de sentires e pensares, e entendo ser dever de quem quer que seja bem formado chamar a a atenção para o que considera empolado, excessivo e até perigoso, de repudiar o que tem a explícita intenção de ofender, de rebaixar o outro, particularmente quando o outro não é aquele determinado e com cara e nome mas uma generalidade, o inominado adversário político, o portador de uma outra ideia e concepção de vida que não a de quem agride cobardemente e com pretensa violência.
Estou, evidentemente a divagar, em abstracto, sob a influência de casos concretos, alguns em que nem de luvas quero tocar...

quinta-feira, setembro 10, 2009

Um título e um inesperado/aparente acordo

"O País precisa de juízo" terá dito (em Aveiro) José Sócrates, o 1º!
Descontada a pesporrência, inteiramente de acordo porque, se tiver juízo, o País fará com que se mude de políticas, das políticas que este primeiro ministro e seu governo tão dedicadamente tem protagonizado. Ao serviço de interesses que nada têm a ver com o País.
Claro, claro... este vocábulo em maiúscula (País) pode ter várias leituras. E José Sócrates terá falado de um País, e este comentário falará de um outro País que não é o mesmo. Este é mais País/recursos/trabalhadores/Povo...

quarta-feira, setembro 09, 2009

Acabou, Jerónimo!

Acabou, agorinha mesmo, o debate do camarada Jerónimo de Sousa com a dra. Manuela Ferreira Leite. Enquanto os comentadores encartados devem estar a "espremer o limão" (sêco/séca), e os jornalistas estarão à espera, na "porta dos artistas", da saída dos dois intervenientes, venho aqui... suspirar de alívio. Um suspiro solidário com o de Jerónimo que - calculo eu... - deve estar a pensar "desta já me vi livre, livra!"
E livrou-se... com uma postura de grande dignidade, umas vezes muito bem, outras nem tanto, sempre com coerência e uma enorme paciência. Com uma outra "classe" a vir ao de cima.
Neste último (uff!) debate em que participou, pergunto eu porque se discutiu o programa do PSD e não se fez uma referência ao programa do PCP. Que há!, e que mete o do PSD num chinelo de quarto da doutora. Será que apenas se discute o programa de quem vai ser governo, ou pode vir a ser, ou, pervertendo o próprio acto eleitoral, se afunila tudo na discussão implícita... da governabilidade com estas políticas?
Assim se estreitam as vistas, no sentido de que a escolha é para o primeiro(a) ministro(a), e não a de 230 deputados... e do rumo para o País que não tem de ser o da alternância que há 33 anos nos (des)governa, sempre com as mesmas políticas praticadas com diferentes tonalidades entre o rosa e o laranja com mais ou menos negro na paleta.

Brevíssimos comentários pré-eleitorais

A ouver os debates televisos e toda a panóplia de comentários que se lhe seguem, confirmo a ideia de que este "modelo" veio "à medida" de José Sócrates. Não quero dizer que tenha havido manipulação partidária ou governamental para que assim fosse, mas quero reiterar a convicção de que Sócrates, este PS socratiano, por um conjunto de circunstâncias, muitas fortuitas, teve o "brinde" de uns debates mesmo "à maneira" e no momento certo para a sua campanha eleitoral.
Ao mesmo tempo, não poderiam ser piores para um partido e um homem como Louçã. Casos e causas não podiam pegar em conversas daquelas, particularmente com um "jogador" como José Sócrates.
A dra. Manuela anda um pouco perdida no meio deste filme e, para a imagem conservadora, respeitadora dos bons princípios e valores, a visita à Madeira, e a "ajuda" de AJJardim, não veio contribuir nada e deu-lhe um toque peripatético. De que, ao que parece, a habilidade de PPortas irá procurar tirar todos os proveitos... eleitorais.
Quanto a Jerónimo, só há que admirar a... diferença. Aquilo é outra gente, de outra classe. Pois. E depois digam que não há classes e que a democracia se esgota no acto de votar, assim infor/manipulados.
Vamos a ver o que isto vai dar em resultados eleitorais...

terça-feira, setembro 08, 2009

A propósito do que estou a ouvir...

Trecho de texto concluído esta tarde para publicação:

«... ainda que não houvesse reservas para os dados que fundamentam a versão da recuperação, esta, como a crise, tem duas faces, a face dos grandes grupos financeiros que foram alvo do esforço de auxílio para que recuperação houvesse, e a face dos trabalhadores, das populações, das micro e pequenas empresas, cuja recuperação não se mede pelos indicadores económico-financeiros, mas pelo desemprego crescente, pela contínua quebra do nível de vida, pelas falências e situações de desespero em cascata.
Quanto às reservas (sobre números e estatísticas), para Portugal basta citar o INE, directamente da internet:
Resumo
No 2º trimestre de 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu 3,7% em volume face ao período homólogo de 2008 (-4,0% no trimestre anterior). Esta diminuição voltou a estar associada à evolução negativa da procura interna, cujo contributo foi de -5,1 p.p. ( 4,1 p.p. no trimestre anterior), sobretudo em consequência do comportamento do Investimento e, em menor grau, do consumo privado. Em sentido inverso, o contributo da procura externa líquida foi positivo (1,4 p.p., o que compara com 0,1 p.p. no trimestre anterior), reflectindo sobretudo uma redução intensa das Importações. Relativamente ao trimestre anterior, a taxa de variação do PIB foi de 0,3% (variação de -1,8% no trimestre precedente).
O que este resumo daria para comentar!… a partir dos temas evolução do PIB (-3,7% em relação ao 2º trimestre de 2008), evolução da procura interna, contributo da procura externa por redução das importações. Significativamente, deste resumo apenas mereceu realce a variação do PIB relativamente ao 1º trimestre de 2009 (+0,3%), e a ela se reduzem os sinais de recuperação e nela se baseia o foguetório.(...)»

Jerónimo de Sousa como é...

... e é espantoso como se revela e se desmente o preconceito:

... mas sabe bem ver e ouvir este homem igual a tantos e tantos, que é comunista e secretário-geral do PCP!

segunda-feira, setembro 07, 2009

Voltando às rotinas... boas

A Festa... é a Festa!
Aqui, na blogosfera, neste planetazinho do sistema de comunicação internético, sentiu-se a Festa. Pelo que (não) produzi, pelos (menos) visitantes que tive. A frequência, a "clientela", desceu para um terço...
Como é que eles podiam vir aqui visitar este planeta mais ou menos deserto, se também o residente andava pela Atalaia? E andava pela/em Festa, com alguns encontros comoventes, e alguns por causa deste blog.
Várias vezes fui interpelado como anónimo do século xxi. Sendo o blog a ponte, o pretexto, a razão, para um abraço e para palavras que cairam bem fundo. No reforço do sentimento de que... vale a pena! Mesmo que rareiem os comentários, mesmo que possa parecer que "ninguém nos liga nenhuma".
Em todos os que, por causa deste espaço de comunicação, e só por causa dele, se me dirigiram, saúdo calorosamente três que agora me ocorreram neste "correr da pena, e porque deles fixei o nome.
Um abraço muito amigo para o duartedovale (então... e as vindimas?), para a Ana da eirademilho (vinda de Chiapas?) e para o Guilherme de Braga. Obrigado!
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E aqui estou. Comunicando com todos. Voltando às rotinas... boas.

Reflexões lentas e curtas, e sob influência... da Festa e de outras coisas e conversas

O outro momento na Festa que aqui me traz a balanço foi o "belo e estraordinário comício". E que belo e extraordinário comício foi aquele, camarada Jerónimo!

Não meto nestas reflexões a noite de ópera. Só vivido. Que ambiente! Apenas diria que nas horas que ali, na noite de sexta-feira, se viveram estiveram pedacinhos de futuro, da sociedade por que lutamos de que falou Jerónimo de Sousa.
O discurso do secretário-geral do PCP foi um discurso de luta, aguerrido, cheio de força, estimulado e estimulador. E não me venham com confrontos com a postura da véspera no debate televisivo com Sócrates, ou até com Louçã. Não mudou o discurso face aos contextos e às audiências. Foi o mesmo discurso adequado ao tempo e às circunstância em que foi dito. Foram faces de um mesmo discurso. Quem quiser comprová-lo veja e leia uma e outra das faces.
Há uma frase que retive e que, agora, fui procurar e reler com um particular gozo. Reproduzo-a:

"... não seremos governo a qualquer preço, por meros arranjos e acordos artificiais a pensar mais nas postas e nas pastas que na política a concretizar e à margem dos compromissos assumidos com o povo e com as forças sociais que aspiram, lutam e votam pela mudança e ruptura com a política de direita."

Discurso perfeito? Há disso?!
A meu critério, teria gostado, por exemplo, de um pouco mais de autárquicas, mesmo que tivesse de ser com o sacrifício de um pouco menos de legislativas. São duas eleições e uma campanha, e no que o discurso teve de campanha, como inevitavelmente tinha de ter, as eleições para as autárquicas teriam ficado algo desvalorizadas. E aí, nessas eleições, somos e temos poder! Que nem sempre saberemos fazer valer na luta que é só uma. E que continua. Contínua!

Reflexões lentas e curtas, e sob influência... da Festa e outras coisas e conversas

Balanço prematuro? Talvez todos o sejam.
Enquanto, sozinho, corria quilómetros fazia balanços.
A Festa tinha sido… a Festa. Mas a Festa tinha sido também – também!, também! – uma realização política da maior importância. Transcendente porque tem a ver com o futuro. Nosso, do País. Com a enorme responsabilidade de cada um que em Festa esteve.
Fixo-me em dois momentos.

Centenas (e não exagero) de camaradas em Festa, no sábado à noite tudo interromperam para se juntarem no Pavilhão Central a ouver o debate na televisão entre o Jerónimo e o Sócrates.
Foi um momento, um intervalo. À minha maneira – cada um tem a sua… - vivi-o intensamente. Querendo sentir, “apanhar” o sentir colectivo, o ambiente. Da tensa expectativa foi-se passando à frustre decepção. Queria-se, intensamente, um combate e não aquele… debate. Aquela espécie de debate. Mas só aquela espécie de debate poderia ser.
Nesta “altura do campeonato”, este “desenho” de confronto serve Sócrates como uma luva. No desespero de mostrar, depois de anos de lobo, que é um cordeiro, vestiu-lhe a pele por umas semanas. E está a fazê-lo com o despudor de velha raposa (desculpo-me das imagens zoológicas…), ajudado por todo o contexto moderador.
Jerónimo, com a sua postura, igual a si próprio, sério, respeitador, paciente (é revolucionária a paciência!), determinado, para mim esteve bem. Poderia ter estado melhor? Claro que sim. Pode estar-se, sempre!, melhor. Em uns momentos do “debate” esteve quase a conseguir o que daria satisfação a quem queria ver o confronto mais vivo, mais combate que aquela espécie de debate televisivo. Foi – esta é, evidentemente, a minha opinião – quando, sem quebrar as regras do jogo, naquelas circunstâncias quase levou Sócrates a perder o papel de cordeiro ensaiado mil vezes e esteve mesmo mesmo a saltar desse papel que está representar e não resistir a revelar-se o que tem sido e o que será depois deste período curto de mostrar o que não é. A mostrar-se arrogante, malcriado, intolerante, ao serviço do poder financeiro, das políticas de direita.
Quem queria, e muito desejava, e talvez precisasse, de um K.O. ao primeiro assalto (agora, saltei para a imagética desportiva do boxe… se o boxe é um desporto) sentiu alguma frustração. Mas há que ter consciência que a lta é em muitos muitos combates. que este combate (este de 27 de Setembro e 11 de Outubro) é em muitos assaltos e, tantas vezes, o querer ganhar logo, agora, já, leva a adiar a vitória. Nos combates e na luta.

Depois, bem depois… foi o sempre esperado comício no domingo à tarde. Mas este fica para outra reflexão.

Houve Festa!

Houve Festa!
Houve Vida diferente durante 3 dias numa Cidade outra!
Amanhã... a luta continua! e aqui traremos o que hoje o cansaço no regressoa a casa não permite.

domingo, setembro 06, 2009

Na Festa!

Este ano há Bienal!

sábado, setembro 05, 2009

Estamos na Festa!

Estacionados...

sexta-feira, setembro 04, 2009

Estamos na Festa!

21.30:

Vamos à Festa!

Estamos a caminho.

Armados de programa.

Eleições na Alemanha

As eleições legislativas na Alemanha também serão a 27 de Setembro. Entretanto, realizaram-se eleições para parlamentos regionais.
Apenaas relevamos (e revelamos?!) alguns resultados. Que parecem significativos.

Die Linke (A Esquerda) é um partido que se formou a partir da fusão, em 2007, do Partido do Socialismo Democrático que dava continuidade ao Partido Socialista Unificado, no poder na antiga RDA, com sociais-democratas e outros grupos. Nestas eleições, Die Linke mantém-se a segunda força partidária mais votada na Saxónia (20,5%) e na Turíngia (27,4%), e teve um resultado quase surpreendente no Estado do Sarre (no ocidente do País), em que subiu 19 pontos, passando a 21,3% depois dos 2,3% do PSD em 2004.
Em contrapartida, o NPD (neo-nazi) baixou, na Saxónia, de 9,8% em 2004 para 5,6%.
Que cada um leia estes (e outros...) sinais.