segunda-feira, julho 22, 2013

José Gomes Ferreira no suplemento Economia do Expresso

Não. Não se trata desse que nos aparece na televisão e tanto perora sobre finanças como se economia fosse. E publica programas de governo, promovidos como "best-sellers", em campanhas publicitárias milionárias. 
Trata-se deste. Do "nosso", do Poeta Militante. Que, surpreendentemente - embora sem surpresa, dado o critério de escolha dos poetas nessa página... -, veio trazer este seu poema de 1976 à página 5.


















Mastiguemos, saboreando, as suas palavras. Apesar de amargas, tão de primavera nestes invernos traiçoeiros que nos atacam, inclementes, disfarçados de rosas.

(clicando sobre a imagem, lê-se melhor...)

Um retrato (ao SOL...) da situação em que estamos

«Álvaro ainda quer ir à Madeira 

por Mário Tebas (SOL)
Shar22 de Julho, 2013
















Ninguém, nem o próprio, sabe se Álvaro Santos Pereira fica ou não no Governo. Mas o ministro da Economia mantém intacta a sua agenda de deslocações, ignorando a crise política à sua volta.
A próxima deslocação, depois da ida a Angola da semana passada, está marcada para a Madeira. Será na ressaca da festa anual do PSD no Chão da Lagoa, a 28 de Julho. A deslocação à Região está acertada desde Maio, altura em que o ministro esteve no arquipélago. Para já, na Madeira, a visita é dada como certa. E os preparativos estão em marcha.
Nas quase três semanas de crise política, Santos Pereira tem resistido a falar sobre a sua situação dentro do Governo. Sabendo das notícias da sua pretensa substituição por Pires de Lima, do CDS, deixou apenas escapar aos jornalistas que haveria "tempo" para falar desse assunto, depois da tempestade passar. Isso, porém, foi antes do discurso do Presidente da República, que suspendeu a remodelação.
Mas na Horta Seca não houve ordem para arrumar papéis. Com a natural tensão provocada pelas notícias, Álvaro Santos Pereira teve várias conversas com os seus secretários de Estado e membros do gabinete, denotando irritação com o que entende ter sido um ‘golpe palaciano’ de Portas para o tirar da Economia. Mas nem por isso deixou de manter o silêncio, nem tão pouco colocou em causa a sua boa relação com Adolfo Mesquita Nunes, secretário de Estado do Turismo indicado pelo CDS.

Álvaro e a independência
Para a deslocação de três dias, o governante conta levar na comitiva todos os cinco secretários de Estado para discutir temas como o emprego, a construção civil e obras públicas, a energia, o turismo e os fundos comunitários.
Antes de ser ministro, em 2007, Santos Pereira escreveu o livro Os Mitos da Economia Portuguesa. Onde perguntou: "A independência da Madeira é viável e benéfica para o país?". E "a resposta é claramente positiva: se a Madeira quiser, um dia poderá tornar-se independente. Afinal, se Malta, Chipre, e até Timor-Leste conseguem ser independentes, porque é que os madeirenses não poderão sonhar com uma autonomia total de Portugal?". E concluiu que "uma desunião não traria vantagens para nenhum dos lados".

Ordenhando quem mais deveria ordenar...

Este título e artigo, tirados de o sapo (que, por sua vez os tirou do Económico) são... sintomáticos:


«Bolsa

Acções da banca ganham 4% 

com fim da crise política


Pedro Latoeiro   

22/07/13»

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Na verdade, para chamar "fim da crise política" ao que aconteceu ontem é preciso uma grande lata! Tão grande que até nos leva a fazer conotações que serão de mau gosto (?!) por usarem o nome do jornalista que assina a notícia/comentário do Económico! G'anda lata... 
Nós diríamos que a continuidade da crise política está a provocar especulação e correlativos ganhos financeiros aos do costume, à banca. Aos que estimulam a crise e ordenam a sua continuidade. Como se vê! 
É tão simplório este aparentemente sofisticado jogo de "vender na alta" e "comprar na baixa"... e desencadear "altas" e "baixas" a partir da manipulação de uma democracia apenas formal, ordenhando o povo, que deveria ser quem mais ordena.

Depois de um aparente e barulhento e propositadamente confuso intervalo...

... parece tudo ter voltado ao que estava.

Mas isso nunca acontece.
O aparente intervalo foi um intermezzo de democracia formal em que foi protagonista um manequim que debitou duas falas.
Foi um "passe de mágica" de ilusionista de aviário, sem ponta por onde lhe pegar.
O "governo de coligação continuará em exercício até ao final do mandato" .
Mas... QUAL GOVERNO?

Nada ficou como d'antes. Porque nunca nada fica como antes era, por mais falso e postiço seja o que aconteça no hiato, por menos vivo e decente (e de gente) que sejam os truques e as "habilidades".
Iniciou-se um novo ciclo, em que a única coisa que continua é a necessidade de continuar e reforçar a luta.
duas mãos cheias de nada
e a cabeça de coisa nenhuma

sexta-feira, julho 19, 2013

Incompetência?... mais subservi(v)ência...

Intervenção de António Filipe na 

Assembleia de República

"Este governo nem para se demitir 

é competente"


Intervenção de António Filipe no debate
da Moção de Censura ao governo
 apresentado pelo PEV.


Disssimulou!

Ex-citação... e (quase) uma angústia

«Livrarias fechadas: Portugal, Barateira, Camões, Guimarães, Diário de Notícias. Livrarias a fechar: Olisipo, Artes & Letras, Sá da Costa. Esta é a lista das livrarias que recentemente fecharam ou estão para fechar só na zona nobre de Lisboa. 
A Livraria Sá da Costa, dias depois de cumprir cem anos, vai fechar portas este sábado, é irónico. Livrarias centenárias que de um momento para o outro deixa...ram de ser viáveis? Livrarias de encontro, de tertúlia, de cultura que já não fazem sentido? Livrarias onde o espaço era público, onde nos podíamos sentar gratuitamente a ler um livro, não têm agora qualquer relevância? Lugares de identidade que nos diferenciavam de outros lugares todos iguais, franchisados, estilizados, aqui, em Madrid ou em Paris, vão ser transformados sapatarias ou padarias ao estilo francês? Livrarias que eram de todos nós ou não eram?
Alguma coisa estranha se passa nesta cidade ou melhor neste país. Um país onde cada vez menos se gosta de viver. Um país onde as políticas são feitas para o mercado e não para as pessoas. Um país onde a pobreza não nos deixa pensar noutra coisa a não ser como vamos viver no dia seguinte. Um país assim, naturalmente, não tem ânimo para a indignação, nem para a revolta. Um país assim está morto.»

Jaime Bulhosa


só a recusa, a indignação,
A LUTA, 
pode dar a volta a "isto" que estamos a viver,
e recolocar-nos no rumo da Humanidade

quarta-feira, julho 17, 2013

4ª feira, 17 de Julho. depois de algumas leituras e de ouvir alguns noticiários


O que é a luta de classes?

É - também!... - isto:


a comunicação social (ao serviço da classe dominante) 
  • ignorar tanto quanto puder 
  • deturpar até onde possível (se não puder ignorar...)

as posições do partido da classe operária e de todos os trabalhadores (o partido da classe explorada pela classe exploradora).



terça-feira, julho 16, 2013

Esta... tirei do "sapo", do "Expresso", e noutros lugares estará

Bloco propõe negociação

a PS e PCP

João Semedo quer estabelecer as "bases programáticas de um Governo de esquerda" e no "mais curto espaço de tempo".
Rosa Pedroso Lima

"Portugal está a entrar na terceira semana de uma crise governamental e política sem solução à vista", diz João Semedo Carlos Santos/Lusa


"Portugal está a entrar na terceira semana de uma crise governamental e política sem solução à vista",diz João Semedo
É a resposta do Bloco de Esquerda ao "pântano político" em que o País caiu. João Semedo faz, esta manhã, uma declaração em nome da comissão política do BE, em que apela a PS e PCP para a abertura de "um processo de discussão e aprovação das bases programáticas de um Governo de esquerda".
Depois de, ontem, o PCP ter convidado os bloquistas para negociações, a comissão política do BE responde com a proposta de negociações alargadas aos socialistas, salientando que "são precisas soluções urgentes e nenhum esforço deve ser poupado para conseguir uma resposta à crise nacional".
O convite dos comunistas mereceu um comentário do BE: "Registamos positivamente que a direcção do PCP tenha proposto a realização de uma reunião".
Sem "tempo a perder", o Bloco diz que as negociações devem fazer-se "sem condições prévias e no mais curto espaço de tempo". No entanto, o programa está já balizado: o Governo de esquerda deve "terminar a austeridade e o memorando", conseguir "a reestruturação da dívida" e "recuperar o rendimento perdido pelas pessoas".
O mote para a iniciativa bloquista foi dado com a atual situação política. "Portugal está a entrar na terceira semana de uma crise governamental e política sem solução à vista", diz João Semedo, para quem "este curso desastroso deve ser interrompido".

ele há coisas...
ver blog anterior
("outra informação"!)

Por causa dos anacronismos e outras ambiguidades:

Nota do Gabinete de Imprensa do PCP

Encontros propostos pelo PCP 

com forças políticas e sociais



1. Na sequência do convite dirigido ontem pelo PCP às forças políticas e sociais para encontros com vista à avaliação da situação política e aos seus desenvolvimentos decorrentes da crise política e institucional originada pela concretização do Pacto de Agressão, estão agendados para a próxima sexta-feira reuniões com o Bloco de Esquerda, Partido Ecologista “Os Verdes” e a Associação Intervenção Democrática respectivamente às 11h00, 15h00 e 16h30.

2. Perante a inquietante evolução e as manobras com vista a perpetuar a política de direita e o rumo de desastre nacional com os mesmos ou outros promotores, a avaliação comum da actual situação pelo conjunto de forças, sectores e personalidades norteados pelo respeito dos princípios e valores constitucionais e que inscrevem como objectivos a demissão do governo e a realização de eleições e a rejeição do Pacto de Agressão assume inegável importância.

3. O PCP reafirma a urgência de uma ruptura com a política de direita e de uma mudança na vida nacional que abra caminho à construção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda, constitui um imperativo nacional, uma condição para assegurar um Portugal com futuro, de justiça social e progresso, um país soberano e independente. Uma política que seja capaz de libertar Portugal da dependência e da submissão, recuperar para o país o que é do país, devolver aos trabalhadores e ao povo os seus direitos, salários e rendimentos, assente nas seis opções fundamentais apresentadas pelo Comité Central do PCP na sua reunião de 6 de Maio.

«à cause des mouches»
e da comunicação social

segunda-feira, julho 15, 2013

Estórias de futebol, adaptadas

15.07.2013

Acordei a lembrar-me de duas estórias de futebol…

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I – “Não inventa, não inventa!”

No tempo em que o futebol (o de 1ª divisão) era jogado, em Portugal, por nativos treinados por uns senhores estrangeiros, havia um destes que, ao que eu me lembro, berrava muito nos treinos: “não inventa, não inventa…”.
Queria ele dizer, no seu linguajar, que os por ele treinados não deveriam complicar as coisas, que tinham de aprender a jogar simples, bola recebida, bola passada, quanto muito um driblezito e jogo colectivo.
Porque é que me lembrei dito, hoje, que nativos são os treinadores e os treinados formam equipas que são verdadeiras sociedades das nações, em que a nação menos representada é a portuguesa, e tudo são negócios?
Por causa do Cavaco! Inventou! Tinha três saídas:
  • 1.     Dava posse ao governo PCoelho-PPortas recauchutado, isto é, “siga a dança” mais uns mesitos;
  • 2.     Demitia o governo, isto é, dissolvia a Assembleia da República e marcava eleições;
  • 3.     Não aceitava o governo recauchutado mas adiava eleições, isto é, arranjava uma fórmula de propor à AR um outro 1º ministro e seu governo.

Não tomou nenhuma delas e suas variantes. Inventou. Inventou uma “salvação nacional” escavacada, isto é, embrulhou tudo ainda mais, com gravíssimos prejuízos para a democracia, a verdadeira, aquela que ele não suporta. 
Como sempre às ordens dos mercados...
  
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II – Quando não se é capaz
de colocar a bola a 30/40 metros…

O senhor Cândido de Oliveira era… um senhor. 
Primeiro capitão da primeira selecção nacional de futebol (1921), dos fundadores do Casa Pia Atlético Clube, seleccionador nacional indiscutido, alto funcionário dos Correios… foi preso e enviado para o Tarrafal (1942-1944), acusado de espionagem a favor da Inglaterra, o país aliado de Portugal que, salazarentamente, se aliava, nazi-fascista, ao eixo Alemanha-Itália. Mas não é disto a estória que (me) quero contar, nem da fundação do jornal A Bola, ou da criação da célebre equipa dos “cinco violinos” do Sporting.
A estória é do futebol (ou do que quer que seja) como obra colectiva, é da forma de fazer uma grande equipa de futebol (ou do que for) sem ter grandes jogadores. 
Dizia Mestre Cândido “quando não se tem jogadores que coloquem a bola a 30/40 metros, usa-se o passe curto e a progressão lenta, toma lá-dá cá, com mudanças de velocidade...” *   

Pode servir-se frio, morno ou quente. E na luta de classes… do lado das massas.
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* - em "Económicas", em 1957, usámos esta "táctica" e fomos campeões universitários!

Vitor Gaspar e o ar condicionado - que sempre os houve, sempre diferentes

Cá vamos lendo (muito) e (pouco) rindo. E, ao sabor do tempo - incerto, muito variável -, de vez em quando... surpresas. Algumas agradáveis. Como este texto de Gonçalo Brás (economista e doutorando na Faculdade de Economia de Coimbra) que me trouxe muitas reminiscências. Daquela Faculdade - há mais de 30 anos - e de coisas que escrevia - há mais de 40 anos - quando os jornais me davam espaço, e eu o aproveitava com prosa que passasse o crivo da censura, e o tentava com a ironia por estas áreas tidas por áridas. 


domingo, julho 14, 2013

De trapalhada em trapalhada, de mentira em mentira, um exercício permanente de hipocrisia e cinismo político


No plano da democracia representativa, os eleitos com votos bastantes para nos representarem têm vindo a praticar um exercício que seria suicidário se as suas intenções fossem as de servir a política, isto é, o trabalho de alguns ao serviço de todos, da comunidade. 
Mas não são!

Páginas de "dias de agora"

14.07.2013 (fim de tarde)

Ponto da situação (sempre desactualizado, naturalmente!):

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  • Ida de Portas e Seguro ao Clube Bilderberg
  • Demissão de Gaspar, reconhecendo falhanço
  • Demissão (irrevogável!) de Portas a pretexto de nomeação de Maria Luís
  • Passos Coelho não aceita demissão e não se demite (que era cenário possível e, talvez…, previsto por PP)
  • Em simultâneo, reacção dos mercados (aceitação de Maria Luís, e “agitação” de banqueiros, confederações patronais e bolsa)
  • Muita actividade de Cavaco, em paralelo com reuniões sucessivas de Passos e Portas
  • Declaração “surpreendente” de Cavaco que, aparentemente, não aceita remodelação governo PCoelho/PPortas e quer “salvação nacional” incluindo PS
  • PS, para as massas mantém posição de exigir eleições, mas aceita proposta de Cavaco
  • Campanha mediática dando a versão de recusa de PCP/BE/Verdes à proposta de Cavaco, que liminarmente os ignorou, como se fez desentendido das manifestações e greves
  • Procura de condições para reforço de luta de massas, com enfermeiros “em grande”, moção de censura dos Verdes, e “congelamento” destas acções na comunicação social
  • Eleições inevitáveis (depois do orçamento?), com “culpas” para os partidos que não chegaram a acordos.
  • E, claro e sobretudo, para os que recusaram as negociações e os (não) acordos para que começaram por ser recusados.
  • Tudo certo, portanto.
  • PSD, CDS e PS num “jogo de empurra”, com Cavaco a arbitrar numa permanente (e desgraçada) degradação da imagem da política na população
  • PS a dizer que quer eleições mas tudo fazendo para que elas se façam depois do odioso ficar para o actual governo, que continuará a atacar enquanto com ele (e Cavaco) pactuará em entendimentos de “sistema” (capitalista)..

  • Jogos & mais jogos, Lª., cheios de “portas falsas”, “coelhos na cartola”, “seguros mais que ambíguos”, tudo escavacado… a prazo incerto.
  • A moção de censura poderá ser... interessante.
  • ... mas o esclarecimento (boca a orelha) e a luta de massas correlativa são fundamentais!

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Pirataria aérea...


de VICMAN
em vermelho

podia ser, em vez  da Torre Eifel,
 a estilização
da Torre dos  Clérigos
ou do Castelo de S.Jorge

Para este domingo - De que lado estás tu?

a pergunta a fazer de vez em quando... todos os dias!

PETE SEEGER


Wich Side Are You On

Our father was a union man some day i'll be one too.

The bosses fired daddy what's our family gonna do?
Come all you good workers good news to you
I'll tell of how the good old union has come in here to dewll.

Chorus:
Which side are you on?
Which side are you on?

My daddy was miner and i'm a miner's son
And i'll stick with the union 'til every battles done.
They say in marlan county there are no neutrals there
You'll either be a union man or a thug for j.h. blair

Oh workers can you stand it?
Oh tell me how you can will you be a lousy scab or will you be a man?
Don't scab for the bosses don't listen to their lies
Us poor folks haven't got a chance unless we organize.

de que lado estás tu?! 

Nosso pai era homem de sindicato algum dia eu vou ser um também.
Os patrões demitiram o nosso pai, que é a nossa família vai fazer?
Venham todos os trabalhadores que temos uma boa notícia boa para lhes dar
Vou dizer de como o sindicato bom e velho está aqui para ajudar.

Refrão:
De que lado estás tu?
De que lado estás tu?

Meu pai era mineiro e eu sou o filho de um mineiro
E eu vou ficar com o sindicato até todas as batalhas terminarem.

Dizem que no município de Marlan não há  gente neutra
Queres ser um homem de sindicato ou um vendido a J.H Blair

Oh trabalhadores, vocês podem suportar isso?
Oh, diz-me tu como podes ter uma doença ruim ou ser um homem são e inteiro?
Não dês ouvidos aos patrões, não acredites nas suas mentiras
Somos gente pobre e sem força, não temos qualquer futuro se não nos organizamos

sábado, julho 13, 2013

O PS aceita...


O Partido Socialista aceitou a sugestão do primeiro-ministro, feita esta sexta-feira, para que um encontro inédito com o Governo e a troika. A reunião não tem ainda dia marcado, mas será na próxima semana, com os chefes de missão para Portugal.

isto teria sido tudo combinado em Bilderberg?,
só não marcaram o dia?

sexta-feira, julho 12, 2013

O futuro vem aí... quando? ... como?

De um comentário::


Parece-me que todos se preparam para eleições: o grande capital já percebeu que o PSD e o CDS já não têm condições para assegurar a concretização do seu programa de reconstituição do capitalismo monopolista. O PS já deu garantias de que só ou ainda pior acompanhado está disponível para cumprir esse desígnio. Nos entretantos, é necessário garantir [ao grande capital] a aprovação de um conjunto de legislação que aguarda para ser aprovada pela maioria, ou como agora é moda: pelo "arco do poder" ou da governabilidade...
Parece confuso? É uma questão de opção de classe!

Obrigado, Ricardo!

até diria mais:
é a luta de classes!,
em toda a sua evidência
(escondida, escamoteada)

Ex-citações (ou o que dá a ex-citação...)






???

"Diante de um obstáculo que é impossível de superar, obstinação é estupidez."
Simone de Beauvoir