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quarta-feira, outubro 31, 2012
sábado, novembro 26, 2011
O cambalacho em marcha
Sob a batuta experiente (para mal dos nossos pecados...) de Mestre Cavaco, o cambalacho está mesmo a confirmar-se. Em 7 de Novembro, por aqui, com o título Cambalacho, intrujões e intrusões, escrevia-se, retirado de uma espécie de diário:
"(...)
Parece-me estar a preparar-se um enorme cambalacho relativamente à discussão do OE12.
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Cambalacho? Segundo o dicionário on-line cambalacho é s.m. Troca. Permutação feita ardilosamente ou para lograr alguém.
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O “valor de troca” (só nominalmente) será um dos dois subsídios, o 13º ou o 14º dos salários da função pública, incluindo pensionistas.
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Sob pressão (ou a batuta/batota) de Cavaco Silva, com um discurso repetitivo baseado num “consenso” que apenas quer dizer acordo entre a actual maioria (PSD e CDS) e a “oposição"… mas esta reduzida ao PS, que “ganharia” o conseguir que, em vez de dois “subsídios”, os funcionários públicos só perderiam um.
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O PSD, em contrapartida, “ganharia” a imagem de estar a fazer um esforço... para consensualizar e, talvez, por uma questão de “justiça” (!), agora aceitaria tirar só um “subsídio” para, mais tarde, o estender a todos os trabalhadores e não só aos ligados à função pública.
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Os trabalhadores que faziam contas (de cabeça) com o corte de dois “subsídios” ficarão muito aliviados se for só um!
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Este é o logro, e os enganados serão os do costume… se se deixarem enganar.
(...)"
Neste jogo de "rapa, tira, põe e ... rapa mais" devem estar afanosamente a negociar onde é que vão rapar mais, em substituição do que, a partir do cambalacho, irão rapar menos que o anunciado. Em nome da "equi na idade".
Nós, no dia 30, estaremos lá à porta da AR para ver! E denunciar!
quarta-feira, novembro 16, 2011
Que se pode esperar destes gajos?
Troika ordena a troika cortes salariais no sector privado
Comunicado da ‘troika' externa diz que "os salários do sector privado deverão seguir o exemplo do sector público".
"A fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra, os salários do sector privado deverão seguir o exemplo do sector público e aplicar reduções sustentadas", lê-se num comunicado conjunto dos membro da Comissão Europeia, Fundo Monetário e Internacional e Banco Central Europeu (BCE), que acompanham o programa de assistência a Portugal.
Reacção:
"Passos vê como inevitável redução de salários no sector privado."
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Pode tudo ser mais claro?
Vão puxando a corda!
terça-feira, novembro 15, 2011
Dá gosto "ouver" - OE12
Um gosto amargo... mas gosto! E que dá gosto (embora amargo...) divulgar.
Ajuda à luta.
sexta-feira, novembro 11, 2011
O OE12, o orçamento desalmofadado
Como pode o primeiro ministro (e todo o governo) afirmar que não tem "folgas" o que tem de ter, por definição!, "folgas", como é o caso de um orçamento?,
e como pode, quem quer ser oposição, ameaçar ("violentamente"!) com "almofadas", tendo dado previamente a garantia de que se iria abster, apesar - ou com a folga-almofada-alibi (?) - de um número significativo de colegas do partido de que é secretário-geral ser contra, o que se traduz em declarações de voto?,
pior que tudo, com que direitao é que esta gente etiqueta de irresponsáveis quem, responsavelmente, luta argumenta e luta contra as suas evidentes malfeitorias?
Este orçamento é filho do...
... pacto de agressão.
Bernardino Soares, na intervenção de encerramento do debate na generalidade:
Bernardino Soares, na intervenção de encerramento do debate na generalidade:
e os deputados que não votaram contra este OE12 vangloriam-se de serem 87% daquele par(a)lamento a aprovarem-no na generalidade. (Mais o Presidente da República, claro!)
O tempo está a dizer aos portugueses quem colocaram a representá-los na Assembleia da República (e na Presidência da República).
E podemos, se quisermos informar-nos, comprovar quem discute os nossos problemas e para eles procura soluções. Que passam, evidentemente, por uma outra política. De soberania e de não submissão, de estímulo ao trabalho e à produção, de reforço da procura interna, uma outra política que nos liberte da "armadilha de dívida".
Outra política que terá custos, que implicará sacrifícios? Claro que sim... mas que valerão a pena, ao contrário destes custos e sacrifícios que nos estão a impor para que alguns poucos continuem a aproveitar... as "janelas de oportunidade" e os oportunismos da exploração e da especulação.
edição de 1974:
Etiquetas:
armadilha da dívida externa,
Crise,
OE12
segunda-feira, novembro 07, 2011
Cambalacho, intrujões e intrusões
Depois de umas notas nos "dias de agora" (onde coloco algumas coisas que aqui escrevo), apeteceu-me transcrever para aqui:
«(...) E está a apetecer-me fazer um percurso ao contrário…
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Daqui para o “anónimo”.
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E não será a primeira vez…
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Parece-me estar a preparar-se um enorme cambalacho relativamente à discussão do OE12.
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Cambalacho? Segundo o dicionário on-line cambalacho é s.m. Troca. Permutação feita ardilosamente ou para lograr alguém.
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O “valor de troca” (só nominalmente) será um dos dois subsídios, o 13º ou o 14º dos salários da função pública, incluindo pensionistas.
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Sob pressão (ou a batuta/batota) de Cavaco Silva, com um discurso repetitivo baseado num “consenso” que apenas quer dizer acordo entre a actual maioria (PSD e CDS) e a “oposição"… mas esta reduzida ao PS, que “ganharia” o conseguir que, em vez de dois “subsídios”, os funcionários públicos só perderiam um.
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O PSD, em contrapartida, “ganharia” a imagem de estar a fazer um esforço... para consensualizar e, talvez, por uma questão de “justiça” (!), agora aceitaria tirar só um “subsídio” para, mais tarde, o estender a todos os trabalhadores e não só aos ligados à função pública.
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Os trabalhadores que faziam contas (de cabeça) com o corte de dois “subsídios” ficarão muito aliviados se for só um!
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Este é o logro, e os enganados serão os do costume… se se deixarem enganar.
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Mais um pequeno (?!) pormenor: tudo isto está a acontecer no pano de fundo de um massacre informativo sobre a situação na Grécia e com a presença dos gajos da “troika” externa a vasculharem nos nossos papéis e a darem ordens.
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