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domingo, setembro 13, 2015

domingo, novembro 23, 2014

Reflexões lentas - Notas pela madrugada

No "dia Sócrates" (que se prolongará pela semana... e adivinha-se que bem mais), a comunicação social massacrou-nos.
Guardo, para futuras reflexões (ainda mais) lentas, duas notas da enxurrada entre directos e comentários.

  1. Um jurista, justamente indignado pelo modo como se estão a concretizar os procedimentos relativamente a Sócrates, lembrou que em Março  de 1975,sendo ele advogado de um Espirito Santo detido por acções passiveis desses procedimentos, teve todo o seu processo inicial (interrogatórios e medidas de coacção decididas) resolvido no espaço de 12 horas, dentro dos prazos compatíveis com um "Estado de direito".
  2. O dr.António Costa, no compreensível embaraço que lhe criou a situação, deixou escapar argumentação reveladora do seu visceral anti-comunismo ao dizer que o PS não adopta "práticas estalinistas". De Estaline diria que, recusando liminarmente o que a imagem/preconcceito de estalinista implica na sua versão para uso anti-comunista, lembro um povo (soviético), um Exército (Vermelho), um dirigente (Estaline) que a memória histórica deveriam respeitar. E que eu, que vivi e me formei como adulto durante e após a 2ª guerra mundial, respeito e muito admiro. 

quinta-feira, julho 19, 2012

Breve - deve ser gralha...

A troika que veio de fora  diz-se, segundo a comunicação social, de mente aberta.
Deve ser gralha... 
O que as duas troikas estarão, face ao que dizem e tendo em vista a realidade, é abertamente dementes.

quarta-feira, julho 18, 2012

Nada cumprido, novos verbos, novas verbas, novas taxas, novos prazos... tudo na mesma!?

Há uns meses, tantos que podem passar a medir-se na bitola anual, chegava-se ao entendimento entre troikas, que se alcunhou acordo e era pacto de agressão (e submissão).
Pela nossa parte, foi dito que nenhum dos anunciados resultados se viriam a verificar, que tão-só se estava perante um álibi e um ataque – uma agressão! – aos direitos dos trabalhadores e sociais, e afirmou-se a necessidade de renegociar o que, necessariamente, viria a ter de ser revisto, reestruturado, renegociado… sei lá que verbo usar…. porque nada se iria cumprir.
Mais foi dito que quanto mais tarde pior para a situação económica e social.

Qual quê!?, com modos de quem repudia insultos, foi resmungado que tudo seria cumprido à risca, ao centésimo de percentagem dos objectivos, pelo que os sacrifícios que se pediam (a todos, dizia-se...) seriam compensados.

“Um ano depois, um milhão de desempregados, milhares de falências, colapso nos serviços públicos, quebra brutal no consumo e no investimento e êxodo sem precedentes de jovens talentos portugueses, a receita infalível para nos salvar da crise está em vias de ser bastante alterada. Se isto não é falhanço, não sei o que é um falhanço.” (Nicolau Santos a Cem por Cento, Expresso de 14.07.2012).

Entretanto, nem as moscas tendo mudado, mudaram os verbos. Uns dias de ausência e esta visita de inspecção da troika de fora surpreende-nos com os verbos perseverar, garantir, favorecer, melhorar, facilitar, ajustar, progredir, talvez aumentar (pacotes), alongar (prazos), baixar (taxas de juros), e etc.
Tudo o que quiserem menos negociar ou renegociar (aliás, não se renegoceia o que não foi negociado..).

Esticar a corda! Até onde der a resistência dos materiais e enquanto houver dicionários acessíveis. E enquanto os deste lado da corda não acordarem, anestesiados ou distraídos com manobras de diversão...

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Breve - A Alemanha admite reajustamento...

Em conversinha privada, de boca a orelha, entre ministros das finanças, transmitida pela televisão, parece que o da Alemanha admitiu a possibilidade de rejustamento na entendimento entre as duas "troikas", aquilo que, em termos sérios e institucionais, se deveria chamar renegociação. Se negociação fosse,,, Mas não é!, porque se trata apenas de uma possibilidade que a Alemanha admite,
Tudo isto causou grande alarido, com enfase na enorme vantagem do ministro das finanças português ser tu cá-tu lá com os colegas, conseguindo o que o primeiro ministro, ainda esta semana, disse estar fora de questão.
Sejamos sérios. O que isto causa é uma enorme náusea!

quarta-feira, janeiro 18, 2012

A foto e o desenho

Stiglitz - um argumento que desautoriza o autorizado autor

Ia comentar "isto"... mas houve quem me dispensasse de o fazer (e melhor que eu o faria), num comentário por aqui deixado, e que seria mal empregado se por ali ficasse:

Mais valia estar calado e falar do que conhece... 

«"Portugal enfrenta um período muito difícil", disse. "Mas há coisas boas a acontecer. O acordo de ontem [entre Governo e parceiros sociais] é uma delas, é uma política no bom sentido. Não pode ser só austeridade e parece-me que o Governo sabe disso".
(...)
E deixou um alerta: cortar salários - uma solução que chegou a ser posta em cima da mesa em Portugal - não é solução, porque deprimiria ainda mais a procura, afundando a economia. "Seria contraproducente", disse o Nobel de 2011.»
in Negócios Online [«Stiglitz elogia acordo entre parceiros sociais para reforma laboral», 18 de Janeiro de 2012 - 14:22]

Quando era pequeno, ao domingo [na altura, tanto o meu pai, engenheiro, e a minha mãe, professora, trabalhavam ao sábado] sentados na «casinha» a almoçar peixe fresco era frequente ouvir:
- Fecha a boca que ainda entra mosca...
No entanto, ainda bem que Stiglitz não conseguiu calar-se, e disse o que disse permitindo que a assistência [o congresso da APED - Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição] desse o tempo por bem empregue.

Ricardo O.

Não havia por lá moscas.
O ambiente era climatizado contra moscas
e outros insectos voadores,
o que não impediu que saísse (meia) asneira,
o que em estilo Nobel é mais interessante!

Obrigado, Ricardo!


Brevíssima (com foto)

Ao tomar conhecimento de algumas das coisas acordadas (falta junto a uma ponte, 4 dias de castigo...), tenho a sensação de estar a ler um regulamento prisional, ou de uma casa de correcção de corrécios, que seriam os trabalhadores, claro,

terça-feira, janeiro 17, 2012

Quando é que acordamos?

Repete-se a cena. Como em “remakes” de filmes de terror, o último sempre pior que o anterior.
Festeja-se o acordo. Como os anteriores. Houve vezes, em que até se bebeu champagne…
“Bestial, pázinhos… ca g’andácordo!”.

Agora é que vai ser. O emprego, o crescimento da economia, a credibilidade externa.
Agora é que vai ser!
Zurze-se em "o que não assinou". Desvaloriza-se, quando não se despreza, "o que (diz-se que) diz sempre que não”, "o que (diz-se que) não assina acordos”. "O que" não assinou porque este acordo não vai dar em emprego, em crescimento da economia, em credibilidade externa (aliás, quem são os credibilizadores?, as “agências de rating”?, os mercados?) como "eles" dizem.

"acordo terá efeito “mais global
do que a descida da TSU"

Entretanto, o desemprego vai aumentar, a economia vai decrescer, o descrédito externo engrossará a voz. E "eles", se lhes dermos possibilidades, ass(ass)inarão um novo acordo. (E nós a dormir?)

Veja-se só esta pérola, ao que parece dificilmente acordada:

«… Ficou ainda estabelecido no acordo, em que caiu a proposta de mais meia hora de trabalho, uma bolsa de horas grupal de 200 horas e uma individual de 150 horas que o empregador poderá aplicar de acordo com a necessidade de produtividade das empresas…».

Quer-se algo que, sendo tão confuso, possa ser mais claro?

Entre os festejados (e mal dormidos) acordadores está a UGT, cumprindo o seu papel. Que, por vezes, é obrigada, pelos trabalhadores que ainda iludem (e para que continuem a ser iludidos) a hiatos, ou a soluços, ou a ir a reboque de greves gerais.
Entre as reacções, está a do PS, que “ainda não leu...” mas que vai chegar ao "sim! ... mas também não!" ou, violentamente!, ao “não!… mas porque… prontos... seja sim!”.

Mas quando é que acordamos?!
A luta continua, mas espera por mais a 11 de Fevereiro!

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Poder local e poder central

Tópicos para a declaração política geral, na Assembleia Municipal de Ourém de hoje, em nome do Grupo CDU por Ourém:

• Tal como na reunião do ano passado neste mesmo dia e mês, começar por referir a necessidade de reservar o pouco tempo, como um membro em 39, para uma Ordem de Trabalhos, com o Orçamento para 2012 e as Opções do Plano;
• Sublinhar as expectativas para o ano que vem aí, com todas as medidas socialmente gravosas já tomadas e “em estaleiro”, recusando a inevitabilidade ou o fatalismo e, como então foi dito, desde que, neste caminho que vem sendo trilhado não procuremos safar-nos individualmente, cada um a tentar passar entre os pingos da chuva quando o que está a cair é uma carga de água, uma enxurrada;
• Salientar que, então, estávamos a lutar contra os PECs consecutivos, e que, um ano depois, confrontamos a sequência desses documentos, este acordo de “troikas”, que nos foi sendo imposto até ser uma imposição servilmente aceite, e de tal modo que se põe em causa o mais intrínseco da nossa soberania nacional;
• Se num caminho que se segue obstinadamente e com excesso de zêlo, como se outros não houvesse, há que relevar as diferenças que vieram condicionar a nossa intervenção enquanto eleitos neste órgão cimeiro do poder local;
• Em 2010, a maioria local PS quase passava uma esponja, nas suas posições e no fundamento político dos seus documentos previsionais, sobre os constrangimentos que lhe eram provocados pelo poder central de maioria PS, hoje, deve chamar-se a atenção para como o executivo sublinha esses constrangimentos, por virem, agora, de uma maioria parlamentar de que o PS está ausente;
• Afirmar que, se se fizer ao invés o percurso histórico de 3 décadas, não faltariam exemplos flagrantes destas alterações nas relações entre o poder local e o poder central, ao sabor das sintonias ou das oposições entre PS, PSD e CDS;
• Referir que se trata, na verdade, de verdadeiras lições de prática político-partidária que, além da descredibilização que trouxeram à vida política, mais agudamente se colocam hoje, quando o tempo é de ameaças sobre o poder local, que tantas vezes também foi capaz de contrariar esses jogos de alternância estritamente partidária, em virtude da proximidade do poder local dos cidadãos e dos seus problemas, numa difícil mas ainda assim conseguida democratização.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Sobre a 2ª revisão do acordo "troikado"

Isto tem de ser dito!


A luta continua!
Cada dia mais indispensável, mais inadiável!


quinta-feira, dezembro 15, 2011

O que eles querem é que não fique sinal do Serviço Nacional de Saúde!

Troika quer taxas moderadoras na Saúde ainda mais caras
Governo prevê encaixar 199 milhões, mas a ‘troika’ exige que a receita das taxas moderadoras chegue aos 250 milhões no próximo ano.


Troika que os pariu!

sexta-feira, novembro 25, 2011

Ajuda? Negócio! "Pecado"!

no sapo:

"Ajuda externa


Portugal vai pagar 34,4 mil milhões
em juros pelos empréstimos da troika (DE)

Portugal vai pagar um total de 34.400 milhões de euros em juros pelos empréstimos do programa de ajuda da troika, segundo dados do Governo."
_____________________

Ajuda? Estão a gozar connosco!
Ouçam S. Tomás de Aquino os que para ele tenham ouvidos: “(…) É pecado receber usura por dinheiro emprestado?(...) Eu respondo que receber usura por dinheiro emprestado é injusto, porque isso é vender o que não existe, e isso evidentemente leva à desigualdade, que é contrária à justiça.” (Summa Theologiae)....

segunda-feira, novembro 07, 2011

Cambalacho, intrujões e intrusões

Depois de umas notas nos "dias de agora" (onde coloco algumas coisas que aqui escrevo), apeteceu-me transcrever para aqui:

«(...) E está a apetecer-me fazer um percurso ao contrário…

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Daqui para o “anónimo”.

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E não será a primeira vez…

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Parece-me estar a preparar-se um enorme cambalacho relativamente à discussão do OE12.

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Cambalacho? Segundo o dicionário on-line cambalacho é s.m. Troca. Permutação feita ardilosamente ou para lograr alguém.

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O “valor de troca” (só nominalmente) será um dos dois subsídios, o 13º ou o 14º dos salários da função pública, incluindo pensionistas.

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Sob pressão (ou a batuta/batota) de Cavaco Silva, com um discurso repetitivo baseado num “consenso” que apenas quer dizer acordo entre a actual maioria (PSD e CDS) e a “oposição"… mas esta reduzida ao PS, que “ganharia” o conseguir que, em vez de dois “subsídios”, os funcionários públicos só perderiam um.

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O PSD, em contrapartida, “ganharia” a imagem de estar a fazer um esforço... para consensualizar e, talvez, por uma questão de “justiça” (!), agora aceitaria tirar só um “subsídio” para, mais tarde, o estender a todos os trabalhadores e não só aos ligados à função pública.

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Os trabalhadores que faziam contas (de cabeça) com o corte de dois “subsídios” ficarão muito aliviados se for só um!

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Este é o logro, e os enganados serão os do costume… se se deixarem enganar.

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Mais um pequeno (?!) pormenor: tudo isto está a acontecer no pano de fundo de um massacre informativo sobre a situação na Grécia e com a presença dos gajos da “troika” externa a vasculharem nos nossos papéis e a darem ordens.

quinta-feira, setembro 29, 2011

Excesso de zelo... à nossa custa!

Relvas [entrevist(ad)o]:

“Troika impôs serviços mínimos e o Governo tem de ir mais além"
Maria João Avillez
29/09/11

Uma troika (a lá de fora) disse mata!,
a outra troika (a de cá de dentro) diz esfola!
E nós? Deixamos?

domingo, agosto 14, 2011

Esta palavra resgate...

Recorte:

«O resgate de Portugal

'Troika' elogia Governo

A aplicação do programa de ajuda externa tem sido "muito positiva", revelou esta manhã a 'troika', que enalteceu as reformas estruturais levadas a cabo pelo atual Governo. Clique para visitar o dossiê O resgate de Portugal »
(Ler mais, se se tiver tempo e "pachorra":
http://aeiou.expresso.pt/troika-elogia-governo=f667742#ixzz1UzmXLmRI)
~~~~~~~~~~~~~~~~
  • Vou ao dicionário:
resgate - acto ou efeito de resgatar
resgatar - livrar de cativeiro

  • Vou à memória, à idade dos "cóbois", dos polícias e ladrões:
O resgate era o que os "bons" evitavam que fosse pago aos "maus" - aos ladrões, aos criminosos - que tinham raptado e colocado em cativeiro os "inocentes".

Confere!

sábado, agosto 13, 2011

Um pequeno porMAIOR

A vida é feita de contradições. Mas há quem exagere e seja a contradição em vida.
O cronista económico Nicolau Santos engalana com os "bons sinais ministeriais", como título do que é relata um chorrilho de maus sinais (bem sei que depende para quem...).
Depois de assinalar o que ele considera um bom sinal, e o que é crucial (!): a passagem de Portugal (diz ele...) "no primeiro exame de avaliação de medidas que assinou (quem?, Portugal?) com a troika" cata outros sinais que nem ele acredita que sejam bons, abundando na perpectiva de que foram sinais à medida dos avaliadores (a quem chamo inspectores-gogois)... porque "Vitor Gaspar sabe como pensam os membros da troika". Assim a modos de quem dá os parabéns a um menino que passou num exame, não ter provado que sabia a matéria mas por saber as perguntas e as respostas que os professores queriam que ele desse.
Mas isso ainda seria o menos, embora grave (a meu juizo). O que é inaceitavelmente contraditório é que o texto tão laudatório (no título) termine assim:
"Finalmente, o inadmissível:  convocar (o ministro dos bons sinais...) uma conferência de imprensa sem direito a perguntas. Quem deu as explicações (noutra conferência de imprensa) foram os membros da troika. A nossa soberania está limitada. Mas já é demais que o ministro assuma o papel de director-geral que remete para os superiores as explicações."

Já é demais? É inadmissível!
E mais: é um péssimo sinal!,
a juntar a todos os outros.

A declaração formal (e as declarações informais) dos inspectores

Deram nota positiva ao governo. E estimulante Na declaração formal. Que nos enche de  desorgulho ao ler.
Retenho este parágrafo:
«(...) Embora as reformas tenham tido,
no geral, um arranque promissor,
a maior parte das alterações difíceis surgirão no futuro
 e a determinação das autoridades neste particular
será, sem dúvida, fortemente testada
pela oposição dos interesses estabelecidos. (...)»

A oposição dos interesses estabelecidos! Não se trata, decerto, desses sinais de satisfação a pedir sempre mais da parte das entidades patronais estabelecidas, nem desses sinais dos banqueiros estabelecidos e à espera de todos e mais apoios e ajudas. Devem referir-se à oposição dos interesses estabelecidos, com consagração constitucional. Essas coisas do direito à saúde, do direito à educação e de outros direitos que a direita não suporta, ao serviço do insaciável capital financeiro. Que, "não sabendo que há-de fazer à sua vida", sempre em crescendo de intrínsecas contradições, não encontra outras saídas que não sejam as de sugar as veras vidas dos seres vivos, as saídas de destruição de forças produtivas. Adiando, adiando. 

Um "filme de terror"





"Ouver" o noticiário deste fim do dia, com as conferências de imprensa
do ministro  das finanças
e
dos inspectores da "troika" externa,
substitui qualquer filme de terror.

sexta-feira, maio 06, 2011

Perguntas nada inocentes...

... a propósito de alguns comentários, uns ordinários, outros malévolos, outros preconceituosos, outros ignorantes, alguns inocentes:
(entrevista ao Expresso de amanhã)





  • A Assembleia da República não é o nosso parlamento?

  • Por decisão do PR, a AR deixou de existir ou mantém-se uma Comissão Permanente, como há um governo de gestão, ou "isto anda tudo à balda"?


  • As troikas poderão acabar com a AR, ou fazer dela um "jarrão" ou um "centro de mesa" sem que tenhamos uma palavra a dizer, ao menos por via dos nossos representantes eleitos?


  • Para que são as eleições de 5 de Junho?, não são para que os portugueses digam quem querem como seus representantes no orgão de soberania que é a Assembleia da República, o nosso parlamento?