sábado, fevereiro 21, 2009
O anti-comunismo troglodita
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Sobre o bicentenário de Darwin e Álvaro Cunhal

quinta-feira, fevereiro 19, 2009
Darwin em carta de Álvaro Cunhal na Penitenciária
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Da "outra economia" e da política por cá e por lá
As "efemérides" dos séculos
aqui a este cantinho e à série relativa à "efeméride do dia". Publiquei, no som da tinta, o terceiro episódio, com o começo de uma carta de Álvaro Cunhal ao director da Penitenciária, de que recomendo vivamente a leitura. terça-feira, fevereiro 17, 2009
À atenção dos "navegantes"
Manterei este, o anónimo, com um carácter mais atento e interventivo sobre a realidade social, económica e política que vivemos; o ficções do cordel continuará a ser o blog onde editarei o que me vier (ou veio) à cabeça...; o por ourém acolherá o que quiser (e vá podendo) dizer e comentar sobre o que se passa por aqui, por Ourém; e não esqueço o foto & legenda, à espera de melhores dias (da minha parte, porque há quem o mantenha vivo e muito interessante, embora irregular).segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Solidariedade entre quem?, pobreza de quem e porquê?
- Há quanto tempo não é este país um local pouco interessante para viver e trabalhar?
- Quando o era, era para todos-todos?
- Era-o para os trabalhadores assalariados enquanto muito o era para todos-os-outros, que muitos menos são que os trabalhadores assalariados?
E, já agora, uma quarta perguntinha:
- Solidariedade dos pobres com quem os fez pobres enquanto enriqueciam, alguns desmesuradamente?
domingo, fevereiro 15, 2009
do arquivo recente
Parabéns!
E cá estamos, hoje, neste tempo....
«(...) Neste tempo, também, em que os comunistas, o seu Partido e o seu jornal assumem as suas responsabilidades históricas e ocupam a primeira fila da luta em defesa dos interesses dos trabalhadores e do País, conscientes de que a luta de massas, pelo seu papel crucial - porque determinante e decisivo - se apresenta como caminho certo e indispensável para pôr termo à política de direita e para impor a necessária ruptura de esquerda. (...)»
"Isto" está bonito, está!
a caminho da Serra da EstrelaFomos ali e já voltámos. Foi coisa de ir na sexta, a seguir ao almoço, e regressar para dormir logo no sábado, mas foi tão intenso, tanta coisa, que parece que passou uma semana, um mês. E não se perderam noticiários na rádio, não se deixou de espreitar os cabeçalhos dos jornais nos escaparates, de comprar o Expresso (que disparate…) para ler daqui a bocado. Quer dizer, realmente não houve nenhum corte. Mas parece que sim. E, agora, que me sentei à secretária, que abri a net e fiz o circuito dos blogs e dos mails, parece que me estou a actualizar depois de uma longa ausência.
E é verdade! Tanta informação! Tanto comentário por fazer! Tanto post que “tem de” ser feito!
Este sentimento dá bem a ideia da velocidade a que anda o mundo e, também, da intensidade do que foi esta “corrida” ao distrito da Guarda com dormida em casa amiga, fraterna, na Covilhã.
Retenho duas notas, de toda a informação que escapa entre os dedos e as teclas:
- no 4º trimestre de 2008, o PIB português terá descido 2,1%, ou seja (de)cresceu metade do crescimento económico “europeu”, o que tem o enorme significado do País continuar e agravar a sua desconvergência real depois de toda a convergência nominal e obediente aos critérios “europeus”, a maior queda depois da da Alemanha e o pior resultado depois de 1992, altura em que governo resultava de uma maioria absoluta PSD com Cavaco Silva primeiro ministro;
- a invasão e agressão a dois camaradas dentro de um centro de trabalho do PCP, a encenação violenta, ameaçadora, quando, em resposta, se fez uma manifestação pacífica e de protesto, com a presença de um deputado do PCP (viram, sobre estes acontecimentos, alguma coisa na comunicação social, já não digo com o mais que justificado relevo?).
Isto está bonito, está.
Volto já…
com "o Narciso" no meio dos narcisos
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
A propósito de Jesualdo Ferreira
domingo, fevereiro 08, 2009
Significativo!
A propósito de Manuela Silva, sublinhando o outro caminho que poderia ter seguido a economia (e a sociedade) portuguesa a partir de 1976, leia-se em som-da-tinta.blogspot.com um extracto de “50 anos…”.sábado, fevereiro 07, 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
De espanto e indignação
ao querer ensinar(-nos?) como aproveitar ter perdido dinheiro na bolsa para pagar menos IRS é de espantar. E de indignar!
Porque não um guia "saiba como conseguir deduções fiscais por vigésimos de lotaria não premiados?, ou euromilhões sem prémio? ou perdido outras apostas?"
Mas o espanto e a indignação passam depressa... é o capitalismo, estúpido!, não é verdade?
O PCP e a "crise"
A revista Seara Nova, nº 1706, edição de Inverno acabada
de distribuir, publica um “dossier” Crise económica e financeira que reputo da maior importância pela diversidade e qualidade de textos, e em que me sinto muito honrado por incluído. Permito-me referir, apenas como exemplo, os textos de Manuela Silva, Desigualdades crescentes em tempo de crise financeira – um desafio para a ciência económica, e de António Simões Lopes, Crise: moral e ética – Irresponsabilidade.Sendo três desses contributos de membros do PCP – Octávio Teixeira, Manuel Carvalho da Silva e eu próprio –, também me permito servir-me do meu para, sem me arrogar qualquer representatividade (apesar da responsabilidade de pertencer ao Comité Central), sublinhar que «talvez haja quem surpreso se afirme – em parelha com declarações inacreditáveis de inocência e de ignorância que não faltam -, mas só pode ser na dimensão e gravidade destas “tempestades” que não são em copos de água. Porque, quem tenha a informação mínima obrigatória para poder falar “destas coisas”, não pode de modo nenhum desconhecer textos em que se previa e prevenia o que vinha aí. Não com o anúncio de dia e hora, não com a dimensão da tormenta, não onde e como, mas como inevitabilidade da dinâmica do sistema de que havia e há fautores».
Por outro lado, os comunistas não têm, na sua “farmácia” privada, as “mezinhas” para as “saídas" da crise que assim interpretam e, malevolamente, as escondam procurando o “pior melhor”. Atacam o sistema, por fazer de todas as situações as vítimas dos costume e os beneficiados do costume, com concentração e centralização do capital, defendem o que sempre defenderam, o trabalho e os trabalhadores, a produção e a melhoria de vida das populações (que sim, é possível!).
Mas não deixam de, persistentemente, propor medidas urgentes de combate à crise, como na reunião do CC de 31.1/1.2, que são públicas… embora pouco publicadas! E que, evidentemente, os agentes e fautores da crise desconhecem, desvalorizam ou só aplicam tarde e a péssimas horas (veja-se, por exemplo, a questão do "défice orçamental"!, e do que foi a sua obsessão).
Nas áreas de




Valeria a pena ler (isto digo eu...).
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Comentário
Não me parece muito sério discutir a actual situação do País a pensar nas eleições.
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Hoje, na Assembleia da República
terça-feira, fevereiro 03, 2009
La quête - Brel (lutar pelo impossível!)
Rêver un impossible rêve
Porter le chagrin des départs
Brûler d'une possible fièvre
Partir où personne ne part
Aimer jusqu'à la déchirure
Aimer, même trop, même mal,
Tenter, sans force et sans armure,
D'atteindre l'inaccessible étoile
Telle est ma quête,
Suivre l'étoile
Peu m'importent mes chances
Peu m'importe le temps
Ou ma désespérance
Et puis lutter toujours
Sans questions ni repos
Se damner
Pour l'or d'un mot d'amour
Je ne sais si je serai ce héros
Mais mon coeur serait tranquille
Et les villes s'éclabousseraient de bleu
Parce qu'un malheureux
Brûle encore, bien qu'ayant tout brûlé
Brûle encore, même trop, même mal
Pour atteindre à s'en écarteler
Pour atteindre l'inaccessible étoile.
E por aqui me fico... que a tradução vai para as ficções (aí sou ainda mais livre que por estas paragens!)


