quinta-feira, janeiro 24, 2013
quarta-feira, janeiro 23, 2013
Dispara(ta)das
Estou mesmo baralhado!
Não sei se foi o FMI que, em relatório/balanço, considerou o Sporting como a melhor equipa portuguesa do ano de 2012, ou se foi Vitor Gaspar que não ganhou a "Bota de Ouro" de 2012, ao que parece por (des)votação dos jornalistas que não podem fazer perguntas a Passos Coelho e não têm respostas de Cavaco Silva.
Por outro lado (?), a minha querida companheira foi hoje ao mercado, e não encontrou lá o Paulo Portas, e nós julgávamos que isso da ida aos mercados era com ele...
E louco brações
1. Já se reparou que o Tribunal Constitucional - e o seu parecer sobre o OE13 - deixou de existir?, quando renascerá?, quando sairá das brumas helsingorianas?
2. O problema não é os portugueses viverem com melhor qualidade de vida, mais saudáveis, como tinham condições e direito. é morrerem mais cedo do que poderiam se a política fosse outra.
3. Para o PSD é como se só houvesse PS, e até se esquece do "parceiro" CDS-PP, e para o PS é como se só houvesse PSD, como se a política e a democracia fossem um joguinho de ping-pong eleitoral
CPPC - Venezuela

Conselho Português para a Paz e Cooperação
Rua Rodrigo da Fonseca, 56 – 2º 1250 -193 Lisboa, Portugal
Tel. 21 386 33 75 / Fax 21 386 32 21 e-mail: conselhopaz@cppc.pt
Rua Rodrigo da Fonseca, 56 – 2º 1250 -193 Lisboa, Portugal
Solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela
No momento complexo que se vive, consideramos da maior importância expressar toda a solidariedade à República Bolivariana da Venezuela.
Consideramos inaceitável a campanha de quem se pretende aproveitar de uma situação corajosamente enfrentada pelo Presidente Hugo Chávez para pôr em causa a dignidade e a vontade expressa em sufrágio do Povo venezuelano, a sua lei fundamental, os seus órgãos institucionais democráticos e o importante progresso social de melhoria das condições de vida da população conseguido com a Revolução Bolivariana, o seu contributo para a evolução progressista da América Latina e sua afirmação soberana.
Estamos convictos que o Povo venezuelano saberá continuar a defender o seu país, a sua revolução e a Constituição Bolivariana, aprovada em 1999, impedindo distorções na sua aplicação, continuando, em democracia, o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, impedindo que aqueles que perderam as eleições tentem tomar o poder através de qualquer tipo de golpe.
Assim, as organizações abaixo-subscritas, reafirmam toda a solidariedade à República Bolivariana da Venezuela, ao Povo venezuelano e apelam à participação na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana, que contará com a presença do Exmo. Senhor Lucas Rincón Romero, Embaixador da República Bolivariana da Venezuela, e que se vai realizar no próximo dia 2 de Fevereiro de 2013, pelas 16 horas, no Auditório da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, na Rua Victor Cordon, Nº 1, em Lisboa (Metro Chiado).
Organizações subscritoras (até ao momento):
- Associação de Amizade Portugal-Cuba
- Associação de Intervenção Democrática
- Associação Iniciativa Jovem
- Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
- Colectivo Mumia Abu-Jamal
- Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
- Conselho Português para a Paz e Cooperação
- Ecolojovem - «Os Verdes»
- Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal
- Federação ensa, Energia e Minas
- Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro
- Interjovem
- Juventude Comunista Portuguesa
- Movimento Democrático de Mulheres
- Partido Ecologista “Os Verdes”
- Projecto Ruído
- Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
- Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
- Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local
- União dos Sindicatos de Lisboa
"Questões de moral" - 2
Ao correr da(s) pena(s), reescrevo trechos lidos várias vezes e originalmente escritos por Marx em 1848, nos seus manuscritos económico-filosóficos (com menos de 30 anos!)
A economia política e a moral
- o "economista"
A economia política (do capitalismo), dos clássicos e divulgadores, ciência da riqueza formou-se, ao mesmo tempo, como a ciência das privações, da poupança, da austeridade, e chega, na verdade, a poupar ao homem até a necessidade do ar puro ou do movimento físico ou os anos que possa viver. Esta ciência da maravilhosa indústria é também a ciência do ascetismo, e o seu verdadeiro "modelo" ideal é o avarento ascético e o escravo ascético… mas produtor.
- o "economista"
A economia política (do capitalismo), dos clássicos e divulgadores, ciência da riqueza formou-se, ao mesmo tempo, como a ciência das privações, da poupança, da austeridade, e chega, na verdade, a poupar ao homem até a necessidade do ar puro ou do movimento físico ou os anos que possa viver. Esta ciência da maravilhosa indústria é também a ciência do ascetismo, e o seu verdadeiro "modelo" ideal é o avarento ascético e o escravo ascético… mas produtor.
O seu ideal moral é o operário que leva para a ”caixa de poupança” (que na moderna idade são os bancos) uma parte do seu salário, ou que até o recebe através dessa "caixa", apenas retirando o indispensável, fazendo por ela todos os movimentos. Para glorificar este encantador ideal, não falta uma arte servil, e obras-primas se fizeram sobre o tema, abordando-o de várias maneiras.
A economia política, se bem que se dê o ar de
procurar a bem-aventurança terrestre, é na realidade uma ciência moral, a mais
moral das ciências.
A renúncia a si próprio, a renúncia à vida e a todas as
necessidades humanas é uma sua tese central. Quanto menos tu comeres, quanto
menos livros tu comprares, quanto menos tu fores ao teatro, ao bailado, aos
locais de diversão, quanto menos tu pensares, tu amares, tu filosofares, quanto
menos tu pintares, tu fizeres poemas, etc., etc., mais tu poupas, mais tu aumentas
o teu tesouro, que não se satisfaz nem de migalhas menos ainda de grãos de poeira, o
teu capital.
Tudo o que “o economista” te
rouba de vida e de humanidade, te será compensado em dinheiro e em riqueza (ou crédito que o "financeiro" te "oferece"), e
tudo o que tu não podes, o teu dinheiro poderá: este pode comer, beber, ir ao
bailado, ao teatro; ele conhece a arte, a erudição, as curiosidades históricas,
o poder político; ele pode viajar, ele pode
arranjar-te tudo isso; ele pode comprar tudo isso; ele é o verdadeiro poder.
Todas as paixões e todas as acções, toda a actividade é engolida na sede da posse, na ganância do eu-ter. Concede-se
ao trabalhador, que é o outro e que produz e distribui, apenas o que ele precisa para que possa viver, isto é, produzir, distribuir, servir, e ele só pode querer
viver para ter acesso àquilo de que necessita em sua austera vivência.
O desemprego a crescer - aqui mais do que ali
«Desemprego volta a crescer
no mundo em 2012
Depois de dois anos consecutivos em queda, o desemprego no mundo aumentou em
2012. No ano passado, cerca de 197,3 milhões de pessoas estavam sem trabalho,
quase 5 milhões a mais do que em 2011, segundo o relatório Tendências Mundiais
de Emprego 2013, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado nesta
terça-feira (22).
A expectativa da OIT para este ano é a
de que o desemprego cresça ainda mais, chegando a atingir 202 milhões de pessoas
até o final de 2013, 204,9 milhões até 2014 e 210 milhões até 2018.
O
pico de desemprego na década passada foi em 2009, com mais de 198 milhões de
desempregados. Em 2010 e 2011, houve recuperação e o número de desempregados
baixou para 194,6 milhões em 2010 e 192,8 milhões em 2011.
“A incerteza em torno das perspectivas econômicas
e as políticas inadequadas que foram implementadas para lidar com isso
debilitaram a demanda agregada, freando os investimentos e as contratações. Isso
prolongou a crise do mercado de trabalho em vários países, reduzindo a criação
de empregos e aumentando a duração do desemprego” explicou, em nota, o
diretor-geral da OIT, Guy Ryder.
As taxas mais altas foram registradas no
Norte da África (10,3%), Oriente Médio (10%) e o grupo das chamadas “economias
desenvolvidas” (8,6%) - que inclui os Estados Unidos, o Reino Unido, o Japão, a
Espanha e Portugal.
Em contrapartida, as três regiões os índices mais
baixos estão na Ásia: no Sul da Ásia (3,8%), na Ásia Oriental (4,4%) e no
Sudeste Asiático (4,5%). A região da América Latina e do Caribe, grupo em que
está o Brasil, ficou com taxa de 6,6%.
De acordo com a professora de
Administração da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em mercado de
trabalho, Débora Barém, os países saíram da situação imediata de crise, mas
ainda não retomaram suas atividades aos patamares anteriores a 2009. Segundo
ela, há áreas com expansão na demanda de trabalhadores, mas são setores que
tinham carência de profissionais qualificados anteriormente à crise – como é o
caso da Ásia, que, no momento, está reorganizando sua estrutura produtiva.
Com informações da Agência Brasil
em vermelho
terça-feira, janeiro 22, 2013
Regresso ao "mercado"...
De repente, o efeito-surpresa do regresso ao "mercado". No centro de uma impressionante montagem publicitária-propagandística, com muita conthabilidade por detrás.
E também por detrás, o apoio tipo muleta de 4 bancos (um dos quais o BES), para onde têm de ser dirigidos "os dinheiros". Se o "mercado" falhar, os bancos (que também são "mercado") sustentarão a operação. Com largos proventos.
Depois de toda uma preparação nas costas da informação geral, o ministro das finanças veio dizer o contrário do que tem dito monocordicamente. E monocordicamente o disse: pediu alargamento do prazo para pagamento do que deve. Negociou? Não! Pediu! E está à espera da resposta para o pedido que lhe disseram para fazer. Agora, E à boleia da Irlanda.
O PS parece tontinho. Afirma ser isto uma vitória dele (diz Seguro...) com um ano de atraso. Como se fosse "a dois". Modalidade "ping-pong".
Tudo um novelo, uma negociata (e não uma negociação!).
Entretanto, tudo o que tem a ver com o económico e o social, com o desemprego e nível de vida, parece ser de outra história.
A crise segue dentro de momentos...
OUTRA INFORMAÇÃO - Audição do PCP sobre pobreza infantil
Publicado em 22/01/2013
O PCP realizou hoje uma Audição Pública subordinada ao
tema "Crise, austeridade e aumento da pobreza infantil: realidades e saídas" com
o objectivo de ouvir das associações, organizações e figuras públicas
intervenientes diários nesta matéria.
"Questões de moral" - 1
Por uma "questão de moral"
Sem ser um “ouvinte de rádio”, ouço rádio. Intermitentemente. Entro no habitáculo e, quando rodo a chave para ligar o motor do carro e os seus não sei quantos cavalos, também ligo o motor radiofónico e as suas ondas.
Se para aí estou virado ouço os noticiários hora a hora (quando a viagem dá para isso), canso-me das suas repetições, irrito-me, barafusto.
Mas uma grande parte do tempo tenho o aparelho sintonizado na Antena 2. Costuma ser boa companhia.
De onde acontecerem-me, até há pouco tempo, encontros com um sr. Joel Costa e o seu programa “Questões de moral”.
Tenho, por isso, muitos quilómetros nas rodas a ouvir textos bem escritos e melhor ditos. Que, além de boa companhia e gozo estético, ainda davam para aprender umas coisas interessantes.
Pois acabou o programa! Soube-o distraidamente, e acabei de o confirmar. Faz parte da desgraçada herança desta governação política, ou das políticas que decorrem desta desgovernação: acabar com tudo o que seja bom. A meu critério, evidentemente.
Assim, hão-de – nem sei bem quem, mas sei bem o sistema que – destruir o Estado social e cultural, com os direitos que lhe estão ínsitos. Custe o que custar!... até que o défice orçamental (não) se equilibre e a dívida pública (não) se possa pagar.
Cá por mim, e por aqui, vou pegar no título, de que gosto muito, e assim, sem intenções nem pretensões de continuidade, vou abrir uma série que começara a ser congeminada e que estava mesmo a pedir que lhe chamasse questões de moral para arrancar.
É, também, de certo modo, já uma memória para uma homenagem e, embora tenha pesquisado a ver se havia, na blogosfera, alguma antecipação, e verificado que não, arranco.
Se tiver que pagar direitos, é só dizerem...
É uma questão de moral.
A des/culpabilização - 1
Mais uma 5ª página do Expresso-Economia a valer a pena ler. Como Nicolau Santos, muita gente começa a farta do discurso da culpabilização:
continua
segunda-feira, janeiro 21, 2013
O dinheiro e os seus destinos, segundo o sr. comissário
Rehn: Dinheiro da 'troika' para a banca
não deve ser usado para outros fins (DE)
O dinheiro destinado pela 'troika' à recapitalização dos bancos não deve ser usado para outros fins, defende o Comissário Europeu dos Assuntos Económicos.
Duas perguntas
uma séria, muito séria:
1. e o dinheiro destinado pelos trabalhadores,
através dos seus descontos e impostos,
para as reformas,
a saúde, a educação
e outros serviços sociais,
podia ter sido jogado na especulação
e no bangsterismo?
outra nem por isso:
2 . e aquela curva a azul,
atrás do sr. comissário,
à esquerda da sua cabecinha
não estava melhor mais à esquerda,
para formar um par (de cornos)
com a curva da sua direita?
(querem que faça um desenho?)
domingo, janeiro 20, 2013
Para este domingo, Fernando Lopes Graça-Álvaro Cunhal
Peça para piano, de Fernando Lopes Graça,
dedicada a Álvaro Cunhal nos 80 anos deste,
tocada por Fausto Neves.
sábado, janeiro 19, 2013
Soares dos Santos e o Serviço Nacional de Saúde
O sr. Soares dos Santos é muito parecido com a tia-avó que cada um de nós tem (ou teve) e que gosta (ou gostava) muito de dizer coisas. Coisas sempre cheias de "moral" e de ética e à boa maneira de Frei Tomás... façam o que ele diz e não o que ele faz.
Por isso, aqui tem este senhor aparecido com frequência em "posts" que até algum gozo me deram, também pelo pretexto para publicar (autorizado) um dos excelentes "retrato" de Fernando Campos.
Agora, no Expresso a comemorar 40 anos, lá vem ele "dizer coisas", repetindo "frases batidas", como aquelas relativas à perseguição a que está sujeita a iniciativa privada em Portugal, e outras incursões por áreas do (con)senso comum, em que adianta sentenças com o ar de definitivas e muito reflectidas.
Desta vez, porém, numa dessas sentenças entrou no campo da ideologia e fez assim o papel do rei que vai nú (ou se despiu).
Vasco Cardoso tratou muito bem da questão, com as suas conexões, no "actual" do avante! desta semana, com o título Admite-se?!, a partir dessa entrevista.
É que SdosS, sobre o Serviço Nacional de Saúde, como a minha tinha-avó teria dito (ou bem aceite), afirmou que:
Claro que para muitos comuns dos mortais, intoxicados pelo "informação" ideológica a que estão sujeitos, o homem até tem razão e revela profundo sentido ético.
Tem lá algum jeito o "homem mais rico de Portugal" (parece que é...) ter um pacemaker à custa do Estado, isto é, à nossa custa?
Ora a verdade é que, segundo a nossa ordem constitucional, todos os cidadãos (incluindo ele) têm direito aos cuidados de saúde e, para isso, todos devem contribuir na medida das suas possibilidades (ou rendimentos), pelo que que se pressupõe que ele tenha contribuído na proporão desses rendimentos que o tornam o mais rico de Portugal.
Se não o fez - por manigâncias e fugas ao fisco para a Holanda e outras paragens-, o que está mal não é o SNS mas a insuficiência de receitas do Estado para cumprir as suas funções, por falta de contributos dele e de muitos como ele; o que está mal é o individualismo egoísta em vez da solidariedade social (bem diferente da caridadezinha selectiva e ganhadora de benesses celestiais).
Por outro lado, o Serviço Nacional de Saúde se consagrador de direitos constitucionais não impede ninguém de fazer as suas operações cirúrgicas em clínicas privadas no estrangeiro (e na que por aí proliferam, até pela "perseguida" iniciativa privada como o próprio demonstra= ou de compensar a sua fuga aos impostos com contribuições consignadas ao Serviço Nacional de Saúde.
O que francamente me causa alergia é a hipocrisia, a máscara ética de "boas pessoas" com que se escondem os egoísmos e as opções ideológicas em que "eu sou um (e não mais um)" e o outro são... os outros.
Marx escrevia que a “ a moral da economia política é a riqueza
em boa consciência, em virtude, etc., etc., etc.… mas como se pode ser virtuoso se
não se existe, como se pode ter uma boa consciência se nada se sabe? (… se se
concede ao) ao operário apenas o que ele precisa para que possa viver e ele
só pode desejar viver para ter isso com que possa viver”.
sexta-feira, janeiro 18, 2013
Não há alternativa para a alternativa contra a falácia de falta de alternativa
«Não há alternativa à demissão do Governo e à convocação de
eleições antecipadas
(...)
(...)
Não há
alternativa à demissão do Governo e à convocação de eleições
antecipadas.
(...)
A questão
que se coloca hoje é por isso a de saber até onde vai o país deixar este Governo
ir. Ele tem de ser travado e vai ser travado, mesmo com a sua maioria absoluta,
mesmo com o alinhamento do Presidente da República com as suas
orientações.
Os
portugueses sabem que é precisa e é possível outra política.
O PCP não está
perdido à procura dela. Temos ideias muito claras. É preciso rejeitar e derrotar
o Pacto de agressão/memorando da troica. É preciso renegociar a dívida,
recuperar para o país os instrumentos económicos e sociais que lhe permitam
aumentar a produção e fomentar o crescimento e o desenvolvimento, distribuir
justamente a riqueza e valorizar e repor os direitos retirados aos portugueses.
É preciso renegociar já, produzir mais e distribuir melhor.
É com esta
política que se recupera o país. E há forças para o fazer; são todos aqueles que
não se conformam com este caminho, que não aceitam a agonia do país, que não
desistem perante o ataque aos direitos. São todos aqueles que não aceitam a
submissão ao directório europeu e a alienação da soberania nacional.
Contamos com
todos para construir a alternativa política e a indispensável política
alternativa; contem connosco para lutar por ela.»
de O CASTENDO
obrigado!
Subscrever:
Mensagens (Atom)














