quinta-feira, novembro 19, 2020
Cadernos de aponta mentes - 1 (O contributo de Marx para o marxismo)
segunda-feira, novembro 16, 2020
Para este domingo (ontem?)... still crazy...
E, de repente, apercebo-me que o habitual para este domingo foi esquecido e estamos em 2ª feira!
Atempo, e talvez apropósito, aí vai ele... só com um dia de atraso neste tempo em que todos os dias são domingo e nenhum é domingo!
Comenta dor: "ECONOMIA"? não são bem confusões...
ainda o quase-diário:
… mas há mais…
&-----&-----&
… mas será pouca coisa
(cera) porque é por demais ruim o protagonista.
&-----&-----&
Aliás, o dito protagonista é
responsável por me afastar do suplemento de Economia
do Expresso.
&-----&-----&
Para confusões, basta-me as
que por vezes me assaltam e as que de outros que respeito me assediam, pelo que
repudio aquelas que tal protagonista confessa num estranho linguajar.
&-----&-----&
que, as primeiras vezes que lá o vi, o abordei com conivente benevolência por ser da minha escola – o ISCEF, hoje ISEG – e até ter sido seu director (como é que é possível?!).
&-----&-----&
Pois tal colunista esta
semana excedeu-se.
&-----&-----&
… se calhar não!… eu é que
tenho beneficiado com as minhas ausências de o ler, pelo que me chocou ainda mais
as suas confusões of confusions semanais
&-----&-----&
Nesta situação de surto epidémico,
depois do seu aproveitamento para o ataque baixo, soez, ao PCP a pretexto do 25
de Abril, do 1º de Maio, da Festa do Avante!, já era de esperar que,
indiferentes ao modo verdadeiramente exemplar como decorreram aquelas datas (e
só uma diz estritamente respeito ao PCP), se levantassem vozes por causa do XXI
Congresso há anos marcado para este Novembro, e que se realizará cumprindo toda
a legislação e normas sanitárias a que o PCP nunca se eximiu e de que nunca foi
excepção, como por exemplo com uma Festa do Avante! que foi belíssima apesar de
(e porque) ter sido bem diferente do habitual.
&-----&-----&
Isto dito – e digam o que
disserem… – consegue espantar o despautério de João Duque no caderno Economia do Expresso.
&-----&-----&
Lembrando que foi naquela escola de que JD foi director (como é que foi possível?!) que fui “apresentado” a Marx, e respeitosamente!, por quem não era marxista mas católico (personalista. Mounier, Chardin... e sério), o prof. Sedas Nunes, não comento a coluna de JD, apenas transcrevo a abertura, um parágrafo intermédio e o fecho da sua prosa, que destilam o ódio que não esconde, com o humor que se lhe conhece… e vou depois lavar as mãos como se recomenda nestas circunstâncias:
- “O PCP tem sorte: nunca há problema com a covid nas datas em que quer celebrar ou organizar eventos!”
______________________________
benz'ó deus!
ah! se o ridículo fosse sarna...
domingo, novembro 15, 2020
Comenta dor: a "economia" a precisar do incentivo vacina - 2
quase-diário:
...
Já lá vou…
&-----&-----&
Se comecei pela Banca foi
porque é assunto que particularmente me preocupa, dado o facto da economia –
como eu a aprendi – se ter financeirizado e, dentro das finanças tudo se
condicionar – tecnicamente… se o posso dizer – às moedas (em processo fantasmagórico
de desmaterialização) e ao crédito, remetendo-se a banca para outras funções
que não as consignadas pela tal-outra-minha (ouso dizer) ECONOMIA.
&-----&-----&
Mas tudo isto é matéria para
reflexão e opinião.
E, em opinião, encontra-se a
curiosa (e significativa) de que a “vacina
é o grande estímulo económico”.
&-----&-----&
O artigo é curioso, não incomoda
lê-lo embora traduza uma ideia que há muito me assalta: a de que cada vez mais a
economia (tal como a querem) lembra a velha história da carroça, do burro e da
cenoura.
&-----&-----&
Traduzindo: a carroça só se move
(para diante) se se lhe acenar, a quem a puxa, com a cenoura-lucro.
&-----&-----&
Nessa perversa versão da
economia, o que fará com que a economia tão severamente atingida pelo surto
epidémico, matando ou paralisando produtores, desequilibrando precários equilíbrios
financeiros na conquistada (à custa de muita luta) segurança social, é o
resultado que possa vir a ser apropriado pela descoberta de um
produto-mercadoria que ataque ou previna a doença que o virus provoca.
&-----&-----&
Desta situação pademónica
vamos sair, como esperam os proprietários da carroça, com a exterminação dos
mais idosos e frágeis (e não se pode exterminá-lo? – Karl Valentin), também com
a exterminação de toda a pequena e excedentária actividade absorvida pelos
maiores, pelos grandes, pelos super, pelos trans, com uma retoma para um "novo normal" (?), com
a legislação laboral ao rés do chão, com verbas piramidais transferidas dos Estados-contribuintes para os que off-shoram impostos, por via do mercado vacinador, com uma seleccionada aplicação da mercadoria vacinadora.
&-----&-----&
Noutros termos: com uma “limpeza
à séria”, com os mais ricos mais ricos – e todos vacinados por causa dos retrovirus
(é assim que se diz?) –, com mais pobres ainda mais pobres – vacinados aqueles que
necessários forem.
&-----&-----&
Mas, calma aí!, não será fácil!... em todo o lugar do planeta há onde se procure a vacinas e outras coisas
contra o lucro como cenoura, contra a burrice de puxar carroças com repimpados passageiros ou turistas, contra a exploração de muitos por uns poucos.
&-----&-----&
Neste cantinho minúsculo, a
economia é a actividade dos humanos, socialmente organizados, para tirarem da
natureza – transformando-a e respeitando-a – os recursos com que se satisfazem necessidades
dos humanos, como animais que são, e outras que vão sendo criadas pelo humano
devir.
&-----&-----&
… mas há mais…
Comenta dor: ECONOMIA?... em quase-diário - 1
... e vamos lá ao suplemento Economia do Expresso, que de vez em quando me abalanço a folhear, nem sei se por
reconhecimento subliminar por não ter mudado para o cabeçalho Negócios como tantos seus confrades fizeram.
&-----&-----&
E o facto é que, se o sentimento poderia ser inicialmente de reconhecimento, logo me reconheço defraudado, porque aquele suplemento deixou há muito de ter a página 5 que se podia e devia ler (onde escreves, oh!, Nicolau?), substituída por uma página a que um colaborador convidado bota palavra ao seu jeito que me não atrai, os colaboradores “de fora” que eram keyneseanos convictos com quem se aprendia alguma coisa na penúltima página desapareceram, e me afoga com informação e comentários sobre os negócios e a conjuntura “à Beça”, que bem dispenso.
&-----&-----&
Mas esta semana, talvez por
ter saído um dia mais cedo e eu estar obrigatoriamente recolhido, atirei-me ao Expresso-Economia.
&-----&-----&
Está a ser difícil de me
libertar, assim como quando nos queremos ver livres de qualquer coisa pegajosa que
se nos agarra.
&-----&-----&
&-----&-----&
Lê-se, com olhos que querem
ver economia e encontram, apenas, negócio, números sobre trocas e baldrocas
de bancos como se fosse de um detergente, de uns enchidos, de uma qualquer
coisa e não elementos fundamentais de uma economia… mas que deixou de ser
economia para ser coisa de mercado de compra e venda, e que tanto justifica o
adjectivo de portuguesa como a Coca-cola ou o Toyota Yaris Hybrid.
&-----&-----&
Assim se cumprem os desígnios
e as ordens de uma U.E. de haver poucos e grandes bancos transnacionais, depois
de um percurso português que passou por uma banca nacionalizada que poderia ser
elemento essencial de economia portuguesa logo abortada, que criou a rede notável
de MB (sim!, foi a banca nacionalizada), que foi substituída pela verdadeira
loucura de uma agência de qualquer banco em cada esquina com a devolução aos privados…
que tão grandes proveitos deles tiraram que rebentaram com tudo isto como se fossem
donos disto tudo.
&-----&-----&
E a Caixa Geral de Depósitos
não aparece como um corpo estranho mas a entranhar no sistema de compra e venda
ao desbarato que sai caro aos que menos podem?
&-----&-----&
Esta “economia” que exulta,
eufórica, com o negócio das vacinas… merece as aspas que a ornamentem?!
&-----&-----&
Já lá vou…
·
sábado, novembro 14, 2020
quinta-feira, novembro 12, 2020
Um voto atrasado...mas sempre a tempo
terça-feira, novembro 10, 2020
segunda-feira, novembro 09, 2020
Bolívia - na tomada de posse da democracia legítima
domingo, novembro 08, 2020
Para este domingo - O'Brigada
- Edição Nº2449 - 5-11-2020
Era canção mas era, afinal, semente – que germinou nos milhares de vozes e guitarras que, em plena praça de Santiago, reivindicavam em Outubro do ano passado uma nova Constituição para o Chile. E é já bandeira também, drapejando sobre a multidão que em vozes a agita, trazida do tempo da Unidade Popular para o século XXI das muitas lutas americanas contra o imperialismo e pela democracia. El derecho de vivir en paz é já o primeiro artigo da Constituição com que os chilenos decidiram eliminar o actual código fascista, respondendo massivamente «apruebo» à pergunta «quiere usted una Nueva Constitucion?» do Plebiscito de 25 de Outubro de 2020.
Victor Jara escreveu El derecho de vivir en paz em 1969, cinquenta anos antes da sua entoação na luta pelo Plebiscito. A canção de protesto contra a agressão dos EUA ao Vietname viria a ser gravada em 1971, dois anos antes do golpe militar fascista de Augusto Pinochet. El derecho de vivir en paz foi manifesto e ponto de encontro de linguagens musicais, da música tradicional chilena à chamada sonoridade pop, juntando no palco fonográfico o tiple latino-americano (cordofone popular) e a guitarra eléctrica, as percussões tradicionais e a bateria, como que traduzindo em sons a perene actualidade da luta pela paz.
El derecho de vivir en paz conheceu várias versões entre o dia da estreia, no Teatro Marconi de Santiago, e as praças da luta pelo Plebiscito, conhecendo, ao longo dos anos, novas instrumentações para a melodia da canção, mantendo sempre as palavras de homenagem à luta de Ho Chi Minh. Mas quando, em Outubro de 2019, o movimento de massas lhe retomou a função mobilizadora, três dezenas de músicos chilenos juntaram aos versos de Victor Jara palavras de ordem da campanha pela Nova Constituição.
No início dos anos de 1960 juntou-se às lutas emancipadoras da América Latina um importante elemento agregador: a canção de protesto (que em Portugal viria a tomar a designação de «canção de intervenção»). Ao alento que a vitoriosa revolução cubana (1959) viria a dar à luta anti-imperialista, juntava-se a descoberta da música popular enquanto traço de identidade e de afirmação progressista, divulgada já por cantores como o argentino Atahualpa Yupanqui e a chilena Violeta Parra.
Palco da música construtora de futuros que marca o nosso tempo, a Festa do Avante! ampliou a voz a alguns dos mais importantes intérpretes da música latino-americana militante. Muitos se recordarão do concerto de Chico Buarque e convidados, um comício oposicionista no tempo da ditadura brasileira; mas ali encontrámos também as vozes dos uruguaios Andrés Stagnaro e Daniel Viglieti, da argentina Mercedes Sosa, dos chilenos Aparcoa, Taller Recabarren e Sérgio Ortega, nomes cimeiros da onda de resistência cultural anti-fascista que viria a marcar a História do nosso tempo. Um deles – Sérgio Ortega – seria o autor do refrão que, no Chile da Unidade Popular, como no Portugal da Revolução de Abril, marcaria a sonoridade da História: o povo unido jamais será vencido!.
Quem é que abusa de quem?!
Quis partilhar este post de aspalavrassaoarmas no meu facebook:
____________________________________________________________
Trata-se no entanto de um exaustivo contributo para minorar um mal que assola o país, nada mais que isso. O jornal não ignora a proposta do PCP, mas esconde-a no vão-de-escada do seu grafismo. A Festa do Avante! antes de se realizar, não depois, foi um enorme festival de anti-PCP.
PUBLICADA POR CID SIMOES À(S) 20:22 1 COMENTÁRIO:
_______________________________________________
Tive esta resposta:
arning
sexta-feira, novembro 06, 2020
Para não gastar muita cera com tão ruim defunto...
- Anabela Fino
Em que país democrático se pergunta ao titular do mais alto cargo público se aceita o resultado das eleições?
Em que democracia as eleições são precedidas de uma corrida aos bens essenciais por parte dos eleitores e os sectores do comércio e dos serviços entaipam portas e janelas como quem se prepara para a guerra?
Em que estado de direito as decisões dos tribunais são postas em causa pelo presidente em exercício?
Em que democracia representativa o sistema eleitoral se rege por regras tais que o presidente pode ser eleito sem ter a maioria dos votos populares a nível nacional?
Em que regime democrático é que o mais alto magistrado da Nação afirma que só não ganhará se houver fraude eleitoral e apela à violência – num país onde toda a gente tem armas – caso não seja reeleito?
As perguntas podiam continuar que a resposta seria sempre a mesma: nos EUA. Isso mesmo, esse país tão democrático, mas tão democrático que a maioria da população é classificada de ‘pequenos eleitores’ a quem cabe eleger um grupo restrito, esses sim, os ‘grandes eleitores’ que formam o colégio eleitoral que escolhe o presidente. Mas para a coisa ser ainda mais democrática, na maior parte dos estados funciona o sistema ‘the winner takes it all’ (o vencedor leva tudo), ou seja, o candidato com o maior número de votos leva os votos de todos os delegados desse estado.(...)
quinta-feira, novembro 05, 2020
Democracia?
Quando estas linhas foram escritas não se conheciam os resultados das eleições presidenciais nos EUA. Talvez assim seja também quando forem lidas. Mas independentemente dos resultados, há comentários possíveis.
A eleição de Trump em 2016 foi um reflexo da decadência dos EUA. A sua Presidência acentuou essa decadência. Há anos que se agrava a crise social. Grande parte do povo da maior potência capitalista vive na pobreza, mesmo que tenha um emprego. Ao mesmo tempo, a classe dominante acumula riquezas obscenas. As desigualdades atingem níveis sem precedentes desde há muitas décadas. O desastre da COVID-19 nos EUA reflecte o desdém e a tentativa de Trump de politização anti-China da epidemia. Mas reflecte bem mais do que isso: a inexistência dum serviço nacional de saúde e de direitos laborais básicos como baixas médicas e os níveis gritantes de pobreza. A situação financeira do país é insustentável, com um endividamento astronómico. Mas o endividamento (lá como cá) serve para engordar o grande capital financeiro e as bolsas. E para alimentar a máquina militar, securitária e de guerra que tenta impor a hegemonia mundial dos EUA.
A eleição de Trump em 2016, tal como a eleição de Obama, deveu-se em parte a um profundo descontentamento e vontade de mudança. Muitos acreditaram no falso discurso anti-sistema, nas proclamações de «drenar o pântano», nas falsas promessas de pôr fim às aventuras militares. Claro que a realidade foi bem diferente. Por debaixo da radicalidade do discurso anti-sistema escondeu-se sempre um candidato do sistema, que engordou ainda mais o grande capital e que nutre abertamente forças fascistas e racistas e uma violência policial sem freios, para impor a submissão no plano interno. A agressividade externa dos EUA não diminuiu, pelo contrário, como se constata no Irão, Venezuela, Bolívia, Palestina, Cuba, Síria, Iémen ou Bielorrússia. A campanha contra a China, ‘culpada’ pelo seu desenvolvimento económico e social e crescente papel no mundo, está a conduzir o planeta para uma crise que poderá ter desfechos dramáticos.
Os violentos embates entre sectores da classe dominante dos EUA incidem sobre como travar a decadência e manter a posição dominante dos EUA no mundo. Trump aposta no confronto generalizado, sem excluir os seus aliados, para impor a submissão. Registou êxitos no que respeita à subordinação da UE. Prepara um embate de grandes proporções com a China. Mas a ascensão de Trump foi alimentada por décadas de guerras, crimes e violências, incluindo as guerras contra a Síria e a Líbia, o golpe dos fascistas ucranianos, o cerco à Venezuela e a confrontação com a Rússia, desencadeadas sob a Presidência Obama e com Biden na Vice-Presidência. Políticas que, no fundamental, prosseguirão em caso de vitória de Biden. Ou de Trump. Porque são as políticas do sistema.
A mudança necessária não virá de presidentes ao serviço do imperialismo norte-americano. A mudança só poderá vir da luta dos trabalhadores e povo dos EUA, parte integrante da luta dos povos do mundo. Uma luta que teve nos últimos meses momentos de grande expressão, e que são um factor de encorajamento para o futuro, sejam quais forem os resultados das eleições.
Jorge Cadima
terça-feira, novembro 03, 2020
3 de Novembro de 2020 - 2
Do quase-diário:
03.11.2020
Dia que parece especial por
ser o das eleições nos Estados Unidos.
&-----&-----&
E eu que, por uma questão de
higiene, não tinha ainda pegado neste tema não resisto.
&-----&-----&
Não me detivera no tema não
por não o considerar importante mas porque reajo ao avassalador de
“informação”, ao a-canalha-dor do tratamento.
&-----&-----&
Um mérito pode ter tido –
algum teria de ter – o sr. Donald Trump: o de ser transparente, não esconder a
sua condição infra-humana.
&-----&-----&
Em tudo, até no aspecto e na
linguagem, perdão, no atrabiliado linguajar, mas é necessário lembrar que por
detrás deste protagonista está todo um percurso e um contexto que o colocou na ribalta.
&-----&-----&
É assustadora a cegueira com
que “paricipamos” nas eleições nos Estados Unidos… contra Trump, como se ele
fosse mais do que um produto, uma amostra, um fantoche, um bonifrate.
&-----&-----&
Não há quem lembre – ou se
lembre… – que o escândalo da ademocraticidade da mais democrática das democracias
ocidentais… não foi inventada por este eleito que teve menos votos directos e
tantos outros exemplos?
&-----&-----&
Não cora (decerto corará quem
tenha pingo de vergonha…) quem faz campanha contra a democraticidade na Bielo-rússia,
na Venezuela, em Cuba, na Coreia do Norte, em China, no Vietnam (que, evidentemente,
não são, cada uma à sua maneira, perfeitos ou modelos), a partir de critérios e
de padrões estado-unidenses, e colabore afanosamente na tomada de medidas, de
força, violentas, para repor legalidades pseudo-democráticas?
&-----&-----&
Quantos observadores nas
eleições estado-unidenses para descortinarem falhas, erros, sempre disponíveis
para ver argueiros no olho do vizinho próximo ou longínquo.
&-----&-----&
E – depois, qual estocada
final, golpe de misericórdia – o argumento latente e definitivo da corruptela dos
direitos humanos da Carta das Nações Unidas, sucedâneos dos direitos do homem
da Revolução Francesa, sempre sob a batuta dos USA (e abUSA), que desprezam a
instituição mas a utilizam como arma imperial… do imperialismo.
&-----&-----&
Que direito humano mais
humano que o da não discriminação entre os humanos em razão (!) da pigmentação
das pele ou, indo ainda mais à profundidade das coisas (humanas) de posse ou não
posse de meios de produção criados pela Humanidade.
&-----&-----&
Bem não queria eu pegar no
tema…
&-----&-----&
Há tanto mais para fazer que
debater o evidente ou óbvio… mas se ele se esconde atrás da ridicularização de
silhuetas de madeixa provocadora, do polegar apontado para cima à maneira de
imperador romano magnânimo a poupar o escravo vencedor de outro escravo em espectáculo
para seu gáudio, das agressões verbais atiradas contra rival eleitoral que
parece escolhido à medida para ser alvo de graçolas ofensivas…
&-----&-----&
Quem vencerá hoje, 3 de
Novembro de 2020? Diria, como em Frei Luís de Sousa: ninguém!
&-----&-----&
E é que será mesmo ninguém…
hoje, no dia que deveria ser o dia de um ganhar as eleições uni-nominais a que
concorrem mais do que aqueles dois, mas só aqueles dois têm direito (e partidos... e milhões de dólares) a vencer.
&-----&-----&
VIVA A DEMOCRACIA!… mas não aquele embuste.
_______________________________________________
Mas... já que peguei neste tema, fui um pouco mais adiante e, com luvas assépticas, resolvi ocupar um pedaço deste 3 de Novembro revisitando os presidentes dos EUA com quem "convivi" (no sentido temporal do termo). Resolvi rever as minhas avaliações sobre cada um deles, a partir de critérios que, sendo pessoais, têm a ver com o que estimo prejudicial ou benéfico para o caminho da Humanidade. Dir-se-ia que é uma avaliação "à americana"... pelo avesso. Peço que não me levem muito a sério!
Com alguns deles, talvez... bebesse uma cerveja, um whisky ou um copo de água-pé, com outros recusar-me-ia até a apertar-lhes a mão (ou a oferecer-lhes o cotovelo...)










