
segunda-feira, agosto 03, 2009
Um texto que é um alerta genial...

7 reflexões sobre CRISE e ORGANIZAÇÔES INTERNACIONAIS - 3ª
3. Como enfrentar(mos) esta previsível e prevista “explosão da crise”, não datada, na sua previsibilidade, nem avaliada e avaliável quanto a extensão e profundidade?
3.1 Procurando soluções, “saídas”, no quadro ou status quo, no pressuposto de que, no momento (por histórico que seja, como todos), não há alternativa para o capitalismo por não haver possibilidade de o superar como modo de produção/formação social?
ou
3.2 Procurando, na relação de forças (de classes), sempre mutável, além de minorar as consequências sociais, os “custos da crise” para os trabalhadores e outras camadas sociais, mobilizar pelo esclarecimento, pelo didactismo militante, pela tomada de consciência. Lutar pela alternativa que é o socialismo, sem marcação ou anúncio de datas nunca pressupondo que “agora não será” porque, quando houve rupturas, também havia o pressuposto de que então – e ali – não poderia ser?
>>>>> é esta é a nossa posição!
domingo, agosto 02, 2009
Joaninha "aboa, aboa"!
do assédio à Senhora Dona (ou é Menina?) Joana Amaral Dias, aproveitada até à exaustão para pôr Francisco Louçã em disputa, num fez-que-não-fez, diz-que-não-disse.Joaninha voa voa
Que o teu pai está em Lisboa
A tua mãe no Moinho
A comer pão com toucinho
Joaninha voa voa
Que o teu pai está em Lisboa
Com um rabinho de sardinha
Para comer, que mais não tinha
7 reflexões sobre CRISE e ORGANIZAÇÔES INTERNACIONAIS - 2ª
2.1. É, esta “explosão” da crise do capitalismo, resultante de erros, e de má fortuna e de excessos ardentes de uns, permitidos ou potenciados pela incompetência ou distraída vigilância de outros, de falhas sectoriais e/ou locais que alastraram e se aprofundaram?
ou
2.2 Sendo previsível, foi esta “explosão da crise” prevista porque as dinâmicas sócio-históricas (condicionadas pelas relações sociais), de acordo com a posição de considerar a crise como permanente, larvar, na “leitura” materialista histórica, levavam a prever uma “explosão” na crise do capitalismo?
>>>>> é esta é a nossa posição!
sábado, agosto 01, 2009
Foto para a legenda
7 reflexões sobre CRISE e ORGANIZAÇÔES INTERNACIONAIS - 1ª
ou
1.2.1. Em determinados momentos (históricos), essa sua dinâmica, esses seus mecanismos, as contradições que se vão acumulando quantitativamente, ao revelarem-se, revelam a crise, permanente, larvar, através de “explosões”, ou localizadas ou expandindo-se?
1.2.2. O capitalismo é um modo de produção/formação social que nos seus genes tem a crise. Nasceu, formou-se, foi “revolucionário”, vive e sobrevive sempre em crise.
>>>>> esta é a nossa posição!
sexta-feira, julho 31, 2009
Cunhal (e o Partido) segundo Saramago
E decidira, para mim, que não comentaria o que fosse lendo, por mais que alguns textos me acicatassem. Até porque ”o caderno” não está aberto a comentários… Algumas vezes dificilmente me consegui conter, mas tenho passado adiante, incomodado pelo lido e, talvez mais, por não reagir. Pois se até foi ele que escreveu que eu quero sempre ir até fim das palavras e das explicações…
Mas, agora – hoje –, é irresistível. Embora me queira comedido. Hoje, Saramago perora sobre Álvaro Cunhal. E são os dois, com Lopes Graça, as personalidades que conheci pessoalmente e de que guardei a funda impressão de ter convivido com gente que ficará na História (veja-se o tamanho do agá)[1]. Não resisto a um breve comentário.
Sou dos portugueses que se acolhem à sombra da “raquítica árvore (…) a ingerir os palavrosos farnéis com que julgam alimentar o espírito”, e continuarei a sê-lo, recusando iconoclasticamente a saramaga imagem, irónica, menos(ou des)prezadora, paternalísta e, claro, definitiva. Não vejo a árvore raquítica, nem me sinto a ingerir palavrosos farnéis. Como muitos milhares de portugueses de espírito decerto mal alimentado, e por isso pobres, vejo a árvore frondosa, com sombra para muitos e muitos mais, e alimento-me com as palavras de uma base teórica, ideológica – estatutária – de uns autores chamados Marx (cada vez mais actual, não é verdade?) e Lenine.
Além de entorses histórico-cronológicos, explicáveis por traição da memória e não inocente efabulação, Saramago escreve não ter dúvidas “que tenham sido de amargura as horas que Álvaro Cunhal ainda viveu”, e quero ripostar que não só duvido como me atrevo a dizer que sei que não foram de amargura essas horas. Que foram de luta!
O Partido não foi, nunca foi, o Partido de um secretário-geral e de certos militantes que se vangloriam de umas vezes não terem estado “de acordo com o secretário-geral que ele era”. O Partido, Portugal, o Mundo, a Humanidade, não são (só!) personalidades. Como escreveu Álvaro Cunhal[2] citando Lenine “há um todo homogéneo e inseparável “ – Partido, classe, massas – que não se avalia no curto período em que algum de nós é vivo e insubstituível participante (como cada um é). Esse todo, a soma, é muito mais e outra coisa que a adição de parcelas, por mais influente e decisiva que alguma destas seja ou tenha sido.
Mas o culto da(s) personalidade(s) é um “fenómeno negativo que comporta inevitavelmente pesadas consequências”[3]. Obnubila, fazendo ver tudo como eu (ou nós, os da minha condição) e… os “outros”, sem dimensão de tempo e de espaço que não seja a minha (ou nossa, os da minha igualha). É uma pena… além dos “outros”, dos menosprezíveis, há tanto de si próprio, e tão valioso, que o cultor da sua personalidade deixa de ver.
[1] - “Ao fazer este balanço – e este livro é, bem ou mal, um balanço de uma vida, mereça ou não ser contada – sei que raro é o que, sendo efémero, transcende a efemeridade. De tanta gente que conheci, com quem tive um relacionamento de alguma proximidade, ao encontrar-me com três homens senti essa transcendência. E a minha vida foi muito mais rica por os ter conhecido. Álvaro Cunhal. Fernando Lopes Graça, José Saramago”. (50 anos de Economia e Militância, edições avante!, 2008, pg.316)
[2] - O Partido com paredes de vidro, Álvaro Cunhal, edições avante!, 1985
[3] - idem
quinta-feira, julho 30, 2009
Quem é que não escapa à crise?

terça-feira, julho 28, 2009
Reflexão lenta... e ao ouvir noticiários sobre manifestação de agricultores
Tereschkova. domingo, julho 26, 2009
O que é que não é aqui?!
____________________
(*) - Largo do Pelourinho , em S. Salvador da Baía
Reflexão lenta... e extemporânea
Mas li-o, confesso. E, antes de "ir à deita", porque quero dormir sem o pêso de desabafos por fazer a atormentarem-me o sono, encontrei um escape.
Diz coisas tais o provocador - a cujas provocações não respondo, já disse... - que me lembrei da ida, no último dia de Nova Iorque, a uma das numerosas lojas da Barnes & Noble, a da 3ª Avenida, e de ter achado curiosa uma grande banca no meio da imensa livraria, em que se espalhavam edições com cartazes apelativos para que se comprassem livros dos que cartazes diziam serem os 3 grandes da economia (em NI - e nos EUA - tudo têm de ser o maior, ou os maiores... ou os mais grandes!): Adam Smith, Marx e Keynes.
E ali estavam em exposição os livros daqueles três "monstros", segundo eles, os livreiros! O do meio, o da "grisalha moldura",
de muito oportuna leitura, ao que parece..., para se perceber o que se está a passar. Não ontem, hoje, amanhã, ou depois de amanhã, mas desde há dois séculos (e antes) e nos anos que vierem e que somarão séculos. sábado, julho 25, 2009
Uma pergunta nada inocente?
sexta-feira, julho 24, 2009
Isto mexe e está agitado...
China vai “aplicar” reservas cambiais (a partir de artigo no Finantial Times de 21 de Julho)
quinta-feira, julho 23, 2009
Acordai!
quarta-feira, julho 22, 2009
Isto mexe...
By Jamil Anderlini in Beijing
Published: July 21 2009 19:09 Last updated: July 21 2009 19:09
.
“We should hasten the implementation of our ‘going out’ strategy and combine the utilisation of foreign exchange reserves with the ‘going out’ of our enterprises,” he told Chinese diplomats late on Monday.
Mr Wen said Beijing also wanted Chinese companies to increase its share of global exports.
The “going out” strategy is a slogan for encouraging investment and acquisitions abroad, particularly by big state-owned industrial groups such as PetroChina, Chinalco, China Telecom and Bank of China.
Qu Hongbin, chief China economist at HSBC, said: “This is the first time we have heard an official articulation of this policy ... to directly support corporations to buy offshore assets.”
China’s outbound non-financial direct investment rose to $40.7bn last year from just $143m in 2002.
Mr Wen did not elaborate on how much of the $2,132bn of reserves would be channelled to Chinese enterprises but Mr Qu said this was part of a strategy to reduce its reliance on the US dollar as a reserve currency.
“This is reserve diversification in a broader sense. Instead of accumulating foreign exchange reserves and short-term financial assets, the government wants the nation to accumulate more long-term corporate real assets.”
State-owned groups, particularly in the oil and natural resources sectors, have stepped up their hunt for overseas companies and assets on sale because of the global crisis.
China Investment Corp, the $200bn sovereign wealth fund, has been buying stakes in overseas resources companies and has taken a 1.1 per cent stake in Diageo, the British distiller.
In an interview published in state-controlled media, the chairman of China Development Bank said Chinese outbound investment would accelerate but should focus on resource-rich developing economies.
“Everyone is saying we should go to the western markets to scoop up [underpriced assets],” said Chen Yuan. “I think we should not go to America’s Wall Street, but should look more to places with natural and energy resources.”
(obrigado, Rui Namorado Rosa)
Muito oportuna informação
, hoje:
EMBAIXADAS DOS EUA ACUMULAM DIVISAS LOCAIS
terça-feira, julho 21, 2009
Reflexões lentas... e últimas sobre Nova Iorque e seus museus

Não só a nós porque, às tantas, sentimos que o lugar era cobiçado e, pessoalmente, tenho a impressão que vou aparecer em muitas fotografias - nipónicas e de outras paragens - que, ao servirem para levar para casa o registo daquela escultura apanharam também o portuguesinho que a ela se acolhera. A situação passou a não ser agradável, e terá apressado um pouco o termo do agradável convívio. 
domingo, julho 19, 2009
O cinismo em silogismo ou um cinicologismo
Reflexões lentas... e leigas

sábado, julho 18, 2009
Reflexões lentas... e sem compromisso ou contudo e não obstante

sexta-feira, julho 17, 2009
Reflexões lentas... interrompendo a série museus
O dr. Alberto João Jardim será um desses “faz-tudo” , "palhaço pobre" de circo ambulante ou “espontâneo” que salta para o meio do redondel e, animado ou não pelo etílico, frequentemente faz uma das suas “partes gagas” que, também com frequência, são muito bem aproveitadas para criarem ambiente, para provocarem ondas de intoxicação ideológica. A fingir que não o são, mas tão-só as decorrências (e escorrências) de um “fait-divers”. No entanto, o fait não é divers, ou passou a não o ser. Passou a ser um facto que serve para. Que serve para alimentar a luta de classes. Contra o espectro. Contra o espectro que (como foi escrito em 1848 a abrir o Manifesto do Partido Comunista) assusta, atemoriza, uma classe social. A classe social que decretou que as classes deixaram de existir mas que faz, permanentemente, a luta de classes. Luta que “nós”, que da outra classe somos ou queremos ser ou que com ela queremos estar, por vezes esquecemos que existe ou nos deixamos levar na onda de que talvez já tenha deixado de existir.
Mas… atenção: “eles” nunca o esquecem e, nos “momentos de crise”, quando amaciam a voz e com falas mansas nos embalam com o fado-cançoneta “estamos todos no mesmo barco”, estão a praticar, com toda a intenção e pretendida eficácia, a sua estratégia. Não perdendo uma oportunidade de aproveitar os “faz-tudo” ou “espontâneos”.
quinta-feira, julho 16, 2009
Mais uma...
Se isto não fosse tão grave, até como sinal..., aconselharia que fosse imposta a regra (constitucional, talvez...) de que, antes de falar, o "Presidente do Governo Regional da Região Autónoma da Madeira" fosse obrigado a soprar no balão, aquela coisa para os automobilistas... Reflexões lentas... sem compromisso mas cumprindo-os
.
O MoMA (Museum of Modern Art) foi fundado em 1929. E, desde logo, salta a reflexão sobre a quantidade de coisas que se encontram, em Nova Iorque, com a referência deste ano. 1929!
quarta-feira, julho 15, 2009
Os museus nas reflexões lentas... e sem compromisso
.
Não vou (vou tentar não ir) fixar-me muito tempo nestas reflexões sobre museus. Em Nova Iorque. Não porque não haja matéria... mas tenho tanta coisa que quero fazer!
(*) - isto é que é programação...
terça-feira, julho 14, 2009
Reflexões lentas... e sem compromisso mas obrigadas a tema
Nestes curtos dias (só de 24 horas cada um!) visitámos, ou estivémos, em 9 museus (2 não têm o nome mas a tal os assimilei).

segunda-feira, julho 13, 2009
Reflexões lentas... e sem compromisso (de continuidade ou outro)
Cada novo dia traz, deve trazer..., reflexões. Cada dia vivido em Nova Iorque, e como foi vivido, foi um verdadeiro desafio a reflectir. As notas novaiorquinas nasceram como resposta a esses desafios sentidos em cada dia.
Reflexões nascidas em cada dia, em cada passeio, em cada fachada que por ali acima subia até arranhar os céu e que outras fachadas reflectia.
Quis anotar algumas. Umas aqui trouxe, muitas outras estão perdidas (estarão?) por papéis ou nem isso.
Se resumo pretendesse (tivesse a pretensão de) fazer, iria buscar uma frase que me saltou para o caderno das notas: afinal… os gajos do cinema, até o Woody Allen, e os da literatura, são uns incompetentes; Nova Iorque é muito mais do que as amostras que nos deram - e que darão - e que tanto nos impressionaram.
O que foi o capitalismo dos anos 20, a explosão arquitectónica e tanta outra, os tempos da guerra, o aproveitamento desta para uma nova fase do imperialismo sedeada naquela cidade, a imigração, a mistura, a miscigenação, os espaços verdes centrais e todos os surpreendentemente espalhados nos sopés de tanta e tão alta construção, a periferia norte, se assim se pode dizer, do centro de Manhattan, as ilhas e a terra que rodeiam a ilha, também este momento (histórico), nada pode ser visto e reflectido com simplismo e maniqueísmo.
.
sexta-feira, julho 10, 2009
Sinais...

quinta-feira, julho 09, 2009
Posições, pressões e sinais
Segundo grandes títulos de “jornais de referência”, esta encíclica vem apregoar valores e moral. O que estaria faltando ao capitalismo (ou à globalização) e seria urgente remediar.

.
.
.
.
.
.
Há um texto de Marx, nos Manuscritos, que precisamente trata de moral e economia política.
Depois de uma introdução muito interessante, mas longa para esta forma de comunicação, pergunta Marx “(…) em quem devo acreditar, quem devo seguir: a economia politica ou a moral?”. E logo responde que “a economia política tem uma moral“ A sua. E a moral da economia política é a do lucro, e para os trabalhadores a de trabalhar e poupar, e da contenção e sobriedade a quem promete satisfazer as necessidades, no futuro. Mas, acrescenta, “Por outro lado, a moral da economia política é a de acumular riqueza em boa consciência, em virtude, etc., etc., etc.”. E continua, perguntando “como posso eu ser virtuoso se não existo, como posso ter uma boa consciência se (por outro lado) nada sei, e se não tenho tudo o que nunca é bastante?”
Parece muito oportuno este texto. Como oportuno será sublinhar que, além de “questões de moral e de valores”, a encíclica coloca todo o seu peso de pressão num governo (ou numa governança) mundial. Acumulando riqueza nas mãos de cada vez menos... mas esperando destes a virtude, a moral, e etc., etc., etc..
Para quem tenha estudado e se lembre dos efeitos para que as anteriormente referidas encíclicas contribuíram, esta é um sinal. Preocupante. Entre muitos. E logo nas vésperas da reunião do G-8. Sobre que há uma entrevista de Lula da Silva no Le Monde, com destaque e chamada na 1ª página.
quarta-feira, julho 08, 2009
Reflexões lentas... sem compromisso e reflectidas
E inspirou-me!... Fui buscar uma foto, que tiráramos dias antes, para ilustrar estas reflexões que aqui ficam e, eventualmente, continuarão, a propósito de Nova Iorque:
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
terça-feira, julho 07, 2009
Reflexão lenta... e intempestiva
Reflexões lentas... e sem compromisso mas um pouco apressadas
No Washington Park. Um ambiente agradável, com a miudagem (e não só) a tomar banho no pequeno lago com repuchos. Em alegre algazarra.
Ao lado, umas filmagens que atraiam mirones.
E nós a descansar da(s) caminhada(s) novaiorquinas.
A bonomia foi-nos perturbada com a descoberta, em todos os acessos ao parque - até aos pés da estátua de Garibaldi -, de um aviso da produtora do que estava a ser filmado prevenindo para eventuais pedidos de indemnização por pessoas filmadas sem autorização. Chocou-nos.
- Houve quem (e alguns foram), em desespero de causa - e de dividas -, tivesse alugado um quarto em hotel e, deixando carta para a família, se tivesse atirado da janela no quarto para a rua;
- as famílias, ao que parece seguindo instruções do suicida, moveram acções contra os hoteis por terem janelas que permitiam que potenciais suicidas consumassem o acto;
- bem apoiadas por advogados especializados em acções deste tipo, as famílias ganharam as acções e receberam chorudas indemnizações;
- alguns hoteis começaram a cobrir as fachadas de paredes de vidro inquebrável (e esteticamente irrepreensível) para impedir que alguém se possa atirar das suas janelas à rua.
Em que mundo vivemos?
segunda-feira, julho 06, 2009
As Honduras são aqui!
Reflexões lentas... sem compromisso mas teimosas

domingo, julho 05, 2009
Outras reflexões lentas... sem compromisso
De manhã, fomos a uma "feira da ladra". No extremo oeste da ilha, para lá de mid-town (começo a usar termos destes...). Nada de especial, mas uma experiência curiosa, por ser em Nova Iorque, na NY que até hoje viemos percorrendo. E muitas recordações que nos fizeram sorrir: Playboys de há 40 anos, muito púdicos, Capitão América e Bucha e Estica. E compras em que se poupou imenso dinheiro...
À tarde, Harlem. Outra cidade. Melhor: outro mundo a que se chega sem sair de Nova Iorque num autocarro, indo da rua 46 para a 165, do sul para o Norte pela 2ª avenida.
Uma impressão fortíssima. Imigração instalada. Uma outra Nova Iorque mas uma Nova Iorque de que também temos muitas referências. Não turística, não financeira, hispânica, africana (almoçámos - excelentemente - num restaurante senagalês...) Igrejas, igrejas, igrejas, com as mais variadas designações e como que fazendo parte da paisagem.
Mas procurávamos o célebre Teatro Apollo, e caímos no Harlem profundo, no âmago, num dos seus âmagos. Mesmo a sério. Onde, diz-se..., há alguns anos se não podia ir.
Um boicote a uma loja que se atreveu a não fechar no dia da comemoração do 84º aniversário de Malcolm X, a 19 de Maio!
E ninguém entra naquela loja!
Um grupo de militantes do Revolutionary Communist Party, com uma banca de livros, a distribuir o seu jornal, a fazer um comício e a promover uma sessão-debate para 14 de Julho sobre "The Ascendancy de Obama... and the Continued Need for Resistance and Liberation".
E muito gente por ali a passar, tudo à volta do Teatro Apollo, com muitas bancas e uma parede com uma enorme faixa a receber mensagens dirigidas a Michael Jackson. E flores.
Muito para fazer reflectir.
Nas bancas, Michael Jackson a ser objecto de muitas homenagens (com o comércio a imperar), mas também a presença, não emocional até à quase histeria que se criou à volta da morte de rei do pop, de Luther King, MalcolmX e... Obama, os três juntos em t-shirts, sacos e outros objectos.
Faz pensar! A importância da cor da pele, ali vivida, numa outra e diferente experiência. Em mudança e, em muitos aspectos, de esperança.
À noite, espectacular fogo de artifício do rio para os arranha-céus, patrocionado por uns grandes armazéns com apoio de marcas conhecidas, e - parece... - festa nas ruas. Sobretudo em Times Square
sábado, julho 04, 2009
Reflexões lentas... sem compromisso, lembrando

sexta-feira, julho 03, 2009
Reflexões lentas... sem compromisso, sempre comprometidas
Pequenas lojas a fechar, em liquidação de existência(s). Numa delas, não fotografada, a informação de que, ao fim de 22 anos de existência e de "pagamento de licenças", se via obrigada a fechar.quinta-feira, julho 02, 2009
Garfo "à Pinho"
Nova(iorquina)s reflexões lentas... sem compromisso

quarta-feira, julho 01, 2009
Reflexões lentas... sem compromisso, sempre comprometidas
Foi logo da primeiras vistas e visitas: a New York Public Library. E será, decerto, das repetidas.








