
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Anos inquietos ou a inquietação nos anos 60 e em Coimbra

quarta-feira, dezembro 06, 2006
Uma entrevista com Luandino Vieira, no Actual do Expresso


Entrevista de Cândida Pinto. Que dá gosto ler e saborear.
"(...)
O tempo é importante para si?
Tão importante que acho que sou eterno e portanto sou um preguiçoso nato, ando devagar. Acho que a distância menor entre dois pontos é uma longa curva. Vivo no tempo dessa maneira. Nunca tenho pressa.
(...)"
Nasceu na Lagoa do Furadouro, temos orgulho que seja nosso conterrâneo (isto é, da terra que somos), mas não há dúvida que o que diz e como diz é de africano.
Uma entrevista a não perder. Em que muito se diz em curtas falas. Sem pressas.
A distribuição da riqueza mundial, segundo estudo da ONU
Riqueza mundial, mal distribuidaEl estudio midió la riqueza en términos exclusivamente materiales.
Un estudio de la ONU publicado este martes indica que el 2% de los más ricos del mundo poseen más de la mitad de la riqueza mundial.
El estudio, realizado por la Universidad de las Naciones Unidas, se enfoca en la riqueza de los hogares, por lo cual se le considera pionero frente a otros informes, que se enfocaban en las riquezas nacionales o corporativas.
Los contrastes son evidentes. Mientras que el 2% de las personas más ricas tiene más de la mitad de la riqueza, la mitad más pobre de la población adulta del mundo es dueña de apenas un 1%.
Jim Davis, coautor del estudio, aclaró los criterios que se emplearon para su realización: "Utilizamos el término en el sentido de valor neto: el valor de los activos menos pasivos físicos y financieros. En este aspecto, la riqueza representa la propiedad de capital. A pesar de que el capital es sólo una parte de los recursos personales, se considera que tiene un impacto desproporcionado en el bienestar del hogar".
Como componentes de la riqueza, el estudio tuvo en cuenta los activos y pasivos financieros, tierra, edificios y otras propiedades tangibles.
La mayor parte de la riqueza está concentrada en Norteamérica, Europa y los países de altos ingresos del área de Asia y el Pacífico - como Australia y Japón -, que en conjunto tienen el 90% de la riqueza global.
Norteamérica- 34%
Europa - 30%
Asia y Pacífico (ricos) - 24%
América Latina y el Caribe - 4%
Asia y Pacífico (otros países) - 3%
China - 3%
África - 1%
India - 1%
En el selecto grupo del 1% de los más ricos, el 37% está en Estados Unidos y el 27% en Japón.
América Latina, a pesar de su tamaño y población, apenas tiene el 4% de la riqueza personal del mundo, mientras que el grupo de países que siguen en la lista, el grupo de naciones ricas de Asía y el Pacífico, la cifra es del 24%.
El estudio incluye algunos que sus autores no esperaban cuando empezaron la labor, como por ejemplo en el tema de la deuda.
Los autores señalaron que "mientras las personas pobres en países pobres están endeudadas, sus deudas son relativamente pequeñas en total. Esta característica es debido a la ausencia de instituciones financieras que permitan a los hogares incurrir en hipotecas y préstamos personales como es en el caso de los países ricos".
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Ontem deram-me uma prenda...

As "canções" também são das minhas, embora com algum atraso porque, nesses anos, já andava pelos Breles e Aznavoures, pelo Graça e o coro, e por outras "músicas"..
As legendas são uma maravilha, embora não lhes pertença, não esteja dentro delas. Mas também tive o tempo em que "nada se passava e hoje parece que era o mais importante", e não foi assim tão longe do vosso como não o é dos que hoje vivem como se nada se passasse e só amanhã verão que, afinal, era o mais importante.
Obrigado, Luís!
Até deu para dançar um bocadinho com a Zé...
Sin piel y sin espinas!
Para ajudar, ao olhar lá para fora, vi sol a brilhar, ou a fazer brilhar de luz as folhas que ontem apenas pingavam e brilhavam de água chovida.
Além disso, hoje é feriado, o que é uma alegria... até para os reformados. E é-o por uma boa razão – acho eu!… Hoje é o dia da independência, ou, para ser mais rigoroso, o da Restauração da dita.
Depois, é que foi o delas…
Para começar o dia, ao fazer a minha primeira e sumária higiene corporal (a do lado de fora do corpo) apanhei com um frasquinho de loción para manos y cuerpo, com manteca de cacao e mais uma quantidade de prosa promocional na língua de nuestros hermanos... salvo sejam. Franzi a testa, e o nariz e tive de o assoar porque, apesar do sol, está frescote. Assoei-o (ou asseei-o, de asseio?) e fi-lo com uns pañuelos 4 capas da marca Cien.
Já a começar a irritar-me, mudei um penso que me está a curar de uma feridita na pele do braço de tanto adesivo lhe porem após injecções e tirares de sangue e apanho com uns pensos “estéril a menos que se abra o rompa el envase” vindos de Distrix Ibérica, S.A. directamente de Barcelona.
Para acabar mal o começo da manhã, ao abrir o frigorífico dei de caras com os ditos de uma embalagem que tenho usado distraidamente de paté de atún em aceite, marca La Piara, e, numa outra prateleira, descubro uma embalagem de filetes de caballa del sur en aceite vegetal, de fácil apertura.
Estou irritadíssimo. Isto é que é uma cabala. Sin piel e sin espinas como despudoradamente informa esta última embalagem.
Viva a Restauração. Estou a pensar ainda hoje mandar um mail ao Zé Abreu para me inscrever no Grupo dos Amigos de Olivença!
(Ah!, e então não é que o sr. Bill Gates, que parece velar e zelar pela nossa língua materna e paterna sublinhando os erros que possamos ter cometido nos computadores que dele são e nos emprestou, deixou passar a maior parte do que escrevi em castelhano e me repreendeu por ter escrito despudoradamente? É mesmo uma cabala!)
quinta-feira, novembro 30, 2006
Pois...
E de lutar sempre. Como sempre e em tudo!
quarta-feira, novembro 29, 2006
Bom dia!
"... e eu passei-a saltitando de hora em hora!"
terça-feira, novembro 28, 2006
Contra-sinais...
28 Nov 2006 11:44
CARACAS, 28 de novembro (Reuters) - Os Estados Unidos alertaram as pessoas que vivem na Venezuela a estocar comida, água e remédios, para o caso de haver desordem na votação de domingo, quando o presidente Hugo Chávez busca a reeleição.
Em um alerta à comunidade norte-americana na Venezuela, país que fornece cerca de 12 por cento das importações de petróleo dos EUA, a embaixada disse na terça-feira que não tinha informações de que a Venezuela entraria na ilegalidade.
Mas alertou em seu site (http://caracas.usembassy.gov/wwwh2848.html) que as medidas seriam uma precaução sensata em um país polarizado onde a política muitas vezes provoca protestos violentos nas ruas e greves.
Chávez diz que está competindo contra os EUA, país que ele acusa de tentar desestabilizar seu governo.
O conselho da embaixada, que destacou o sentimento antiamericano do governo, foi feito no momento em que muitos venezuelanos decidiram comprar velas, comida enlatada e água engarrafada para qualquer emergência após a votação.
As pesquisas em geral mostram que Chávez vai conquistar confortavelmente outro mandato de seis anos devido ao grande apoio da maioria pobre que se beneficiou com seus altos investimentos sociais.
Seu rival, Manuel Rosales, uniu a oposição mas conta com o apoio apenas da minoria das classes média e alta.
Chávez alertou que a oposição vai alegar fraude, mobilizar protestos de rua e tentar fomentar uma revolta militar. A oposição nega as acusações.
As embaixadas norte-americanas em todo o mundo regularmente fazem alertas a norte-americanos no exterior para adotar medidas de precaução antes de grandes eventos políticos em países voláteis.
REUTERS CM FG
Sinais...
- Izquierdista Correa gana elecciones presidenciales ecuatorianas
RHC
Noviembre 27 del 2006, 9:00am
Quito, 27 nov (RHC) El izquierdista Rafael Correa se imponía en el balotaje por la presidencia de Ecuador, según los datos proporcionados este lunes por la corte electoral.
Cansados de los desprestigiados partidos políticos tradicionales, los ecuatorianos le daban un fuerte apoyo al ex ministro de Economía, quien recibía el 68,12 por ciento de los votos válidos, escrutado el 40,10 por ciento de las 36.613 urnas habilitadas el domingo.
Su rival, el magnate Alvaro Noboa, el hombre más rico de Ecuador, recibía el 31,88 por ciento, según los primeros datos que difundió la corte electoral y que marcarían un giro del quinto productor de crudo de Sudamérica a la izquierda, una tendencia que se ha impuesto en América Latina.
"Recibimos este triunfo con profunda dignidad y humildad. Somos tan sólo instrumentos de poder ciudadano", afirmó Correa.
Los datos iniciales de la corte electoral ratifican los números que mostraban conteos privados sobre el triunfo de Correa, aunque en ellos las diferencias eran más ajustadas en parte por el ritmo de ingreso al sistema oficial de los resultados que arrojaron las urnas.
Si los datos oficiales respaldan la estimación de un conteo rápido de un grupo de monitoreo independiente que adjudicó a Correa el 56 por ciento de los votos y a Noboa el 44 por ciento, el nacionalista se convertiría en el octavo presidente en una década en Ecuador y asumiría el 15 de octubre.
Desde la sierra hasta la costa, miles de ecuatorianos salieron a las calles para festejar el triunfo de Correa, quien ha prometido liderar una revolución política radical para reestructurar el aparato estatal y modificar la Constitución para purgar a la clase política hegemónica.
En Guayaquil, la capital económica del país sobre el Pacífico, seguidores de Correa coparon el centro con banderas verdes y rojas, los colores del candidato nacionalista.
Correa y Noboa ganaron su pase al balotaje en la primera vuelta del 15 de octubre. En esa ocasión, fue el empresario quien obtuvo mayor número de votos.
La victoria de Correa haría ingresar a Ecuador al grupo de países de la región, que critican la política exterior de Estados Unidos por sus esfuerzos para firmar acuerdos de libre comercio y su supuesta intromisión en sus políticas interiores.
"Lo que me une con el presidente Chávez es ese espíritu bolivariano, buscar la integración latinoamericana (...) Chávez es mi amigo personal", aseguró Correa.
Pero para aquellos que afirman que ese vínculo someterá a Ecuador a Venezuela, aclaró: "En mi casa no manda mi amigo, mando yo".
Correa ratificó que revisaría la deuda externa y no pagaría la que considere "ilegítima" sin descartar declarar una moratoria.
Además adelantó que nombraría a los reconocidos economistas de izquierda Ricardo Patiño y Alberto Acosta como ministros de Economía y Energía, respectivamente.
El virtual triunfador de los comicios presidenciales de este domingo en Ecuador, Rafael Correa, festejó anoche cantando junto con sus partidarios, al pie de la sede de su movimiento Alianza País.
Correa llegó al lugar, ubicado al borde de la céntrica Avenida de los Shirys, luego de haberse presentado en varios canales de televisión e inmediatamente se integró al festejo desde una tarima preparada para el efecto, en la que actuaba un grupo musical.
Sus partidarios, portando banderas y carteles con los colores verde y azul de Alianza País y rojas del Partido Socialista, aliado en el actual proceso electoral, esperaron por varias horas a Correa.
El triunfador de los comicios ecuatorianos agradeció a la juventud que trabajó en la campaña y pidió a sus partidarios que no lo dejen solo en el ejercicio de su mandato que comenzará el próximo 15 de enero.
Correa dijo que había "ganado a las chequeras", en alusión a la fortuna del magnate bananero, que fue su rival, y agradeció también a los dirigentes de su movimiento y a su familia.
Acto seguido Correa se integró al grupo musical para interpretar el ritmo cubano "Comandante Che Guevara"; la emblemática canción de los habitantes de la capital ecuatoriana "El Chulla Quiteño".
Luego interpretó otra canción que exhalta el valor de los guayaquileños y terminó con el himno nacional del Ecuador.
Los simpatizantes del izquierdista Rafael Correa, que preparaban una larga vigilia electoral para evitar un fraude, festejaron este domingo la victoria que le dan las proyecciones estadísticas al amigo del presidente venezolano, Hugo Chávez.
Al ritmo de pasillos -música típica ecuatoriana- y salsa, y ondeando banderas verdes del partido Alianza País, unos 8.000 seguidores armaron una fiesta enfrente del comando central de campaña, en una calle del norte de Quito, donde temprano fue instalada una tarima previendo el triunfo.
Mientras, en las avenidas aledañas caravanas de vehículos hicieron sonar sus bocinas para hacerse eco de la ventaja de 14 puntos en promedio con la que Correa derrotó al hombre más rico del país, el derechista Alvaro Noboa, según tres encuestas a boca de urna y el conteo rápido de una ONG.
"Rafael ganó por sus propuestas de una nueva visión, de un cambio que la gente buscaba desde hacía tiempo. El pueblo ya no come cuentos de la oligarquía de siempre y se dio cuenta de quién iba a ser su verdugo", dijo a la AFP Germán Almeida, un sicólogo de 30 años.
Cerca de él, Mery Castro sostenía una bandera del movimiento político, a la vez que gritaba "Correa presidente".
"Me siento feliz de que haya ganado porque todos esperamos el cambio por mucho tiempo y con él lo vamos a lograr, aunque lo que viene no es fácil pero con nuestro apoyo sabemos que se van a conseguir esos cambios", señaló la mujer de 50 años a la AFP.
Entretanto en el puerto de Guayaquil (suroeste), bastión electoral del magnate bananero, decenas de vehículos ocuparon unas ocho cuadras mientras se dirigían al cuartel de campaña donde les esperaba una plataforma de camión improvisada como escenario del festejo.
"No queremos ser lo que el rico quiera, un pueblo de mendigos ni una hacienda bananera", fue el estribillo que cantó y bailó la multitud a ritmo de son cubano.
Tanto en la capital como en el puerto, varios personas se olvidaron entre brindis de la "ley seca" que prohíbe la venta y consumo de bebidas alcohólicas hasta el mediodía del lunes. Esa infracción es penada con cárcel, pero la policía estaba muy distante.
Otro hecho marcó las celebraciones en Quito: Alexis Ponce, el más reconocido activista de derechos humanos de Ecuador, irrumpió con una cuna blanca en señal de lo que el llama el "nacimiento de la patria nueva", luego de meses en que se paseó con un ataúd advirtiendo sobre la muerte de la "partidocracia".
segunda-feira, novembro 27, 2006
Já que está aberto...
Abrindo ao acaso...
De vitórias e derrotas
se faz a História e as estórias
De aljubarrotas
e de alcáceres-quibires
se fazem as histórias,
a História de Portugal
e a estória de cada um de nós
As verdadeiras vitórias
são também as derrotas que se aceitam e em que aprende
As irreparáveis derrotas
são as dos vencedores que não sabem que fazer com as vitórias.
Tudo é aparente!
Abrindo ao acaso...
O encanto é enquanto
O encanto é enquanto.
Só enquanto o encanto.
Portanto... por enquanto:
canto o encanto,
canto o enquanto!
Consumada a arrecadação pelo Grupo Mello de 75 milhões de euros por actos não praticados
A falta de fiscalizacão lesou o Estado em 75 milhões de euros, pagos ao hospital por despesas não efectuadas. O Ministério Público concluiu que os gestores foram negligentes mas não tiveram intenção de beneficiar o grupo Mello, que gere o hospital.
O relatório da Inspecção-Geral das Finanças de 2002 chega à conclusão que o Estado tinha pago à sociedade gestora do Hospital Amadora Sintra 75 milhões de euros por actos que nunca tinham sido praticados.
O documento acrescentava que o Hospital Amadora Sintra não tinha cumprido com as obrigações para com a Segurança Social, nomeadamente a Caixa Geral de Aposentações.
Na altura, o Inspector-geral das Finanças não teve dúvidas em acusar 26 antigos dirigentes da Administraçãoo Regional de Saúde de Lisboa, que tinham a responsabilidade de fiscalizar as contas do hospital.
Agora, o Ministério Público decide arquivar o processo-crime contra os antigos altos funcionários do Ministério da Saúde, dizendo que a sua conduta não acautelou os interesses do Estado, mas acrescenta que nenhum deles teve intenção de o fazer.
O despacho de arquivamento não deixa, no entanto, de fazer críticas à forma como o Estado fiscalizou o contrato feito com o grupo que gere o hospital. Diz que a par de práticas burocráticas incorrectas, faltaram os meios e os conhecimentos técnicos aos que tinham que avaliar a gestão do hospital. »
(SIC-on-line)
domingo, novembro 26, 2006
Olá!
Não tenho aparecido porque tenho andado relativamente ocupado.Entretanto, chegaram-me mensagens de algumas das minhas fãs (nada a ver com esse senhor scolari que anda aí pelas televisões a fazer propaganda bancária).
Pois aqui estou eu, num dos meus poisos em que irrito os que se julgam meus donos mas em que, apesar da aparente irritação, não se inibiram de me fotografar. Ontem.
quinta-feira, novembro 23, 2006
De um livro (que não escreverei) com um único leitor (que não serei)
Eu queria ter nascido nesta casa.Naquele quarto onde meu pai nasceu, e por onde começo as "visitas guiadas" para os que são "primeiras visitas" dizendo, quase declamando: "neste quarto, nasceu o meu pai em 21 de Janeiro de 1898".
Aqui, onde estão as raízes que fiz minhas mas onde não nasci, gostaria de ter nascido e aqui gostaria de ter "andado à escola", ido aos pássaros, descoberto os "seios crescendo debaixo da blusas", sacholado umas leiras, pontapeado bolas de trapo ou bexigas de porco. Gostaria de ter vivido todo o tempo o que só vivia nas fugidias férias de "menino da cidade" que lá nascera e por lá vivia.
E tenho as memórias do que fui contrastadas com as memórias do que queria ter sido. O romance que escreveria com elas! Para o único leitor que eu seria.
Sérgio Ribeiro
Notícias que não nos dão a ler... ou se colocam nos cantos inferiores-direitos das páginas pares

O número de civis mortos no Iraque bateu recordes em outubro, revelou um relatório da ONU divulgado nesta quarta-feira.
O levantamento feito pelo Ministério da Saúde iraquiano e divulgado pela Comissão de Direitos Humanos da ONU indicou que 3.709 pessoas morreram em outubro no país, contra 3.345 em setembro e 3.590 em julho.
O número de mortes foi considerado "alarmante" pela ONU.
"Atividades terroristas, assassinatos e execuções extrajudiciais, realizadas por esquadrões da morte ligados a milícias sectárias, são a principal causa de morte de iraquianos", disse o relatório.
"Centenas de corpos continuam a aparecer em diferentes áreas de Bagdá, algemados, vendados e demonstrando sinais de tortura."
Quase 5 mil pessoas foram assassinadas somente na capital nos dois últimos meses, de acordo com a ONU.
No total, mais de 150 mil pessoas morreram desde a invasão americana, em 2003, afirma o governo iraquiano.
A instabilidade também gerou o que o documento descreve como um "movimento de pessoas sem-paralelo".
Mais de 400 mil pessoas deixaram suas casas desde um ataque a bombas de um templo xiita em Samarra, em fevereiro, afirmou a entidade.
Desde a invasão liderada pelos Estados Unidos, em 2003, mais de 2 milhões de iraquianos deixaram suas casas.
Bush 
A situação no Iraque será tema de uma reunião entre o presidente iraquiano, Nouri Maliki, e seu colega americano, George W. Bush, anunciou a Casa Branca.
Segundo as autoridades americanas, Bush se encontrará com Maliki na Jordânia, nos dias 29 e 30.
A viagem faz parte de um esforço diplomático para trazer mais estabilidade ao país. Neste fim de semana, o presidente iraquiano deve visitar o vizinho Irã, e o ministro do Exterior da Síria, Walid Muallim, visitou Bagdá recentemente.
O porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, disse que os dois presidentes discutirão como transmitir o controle da segurança do país para responsabilidade iraquiana.
Notícias que não lemos... ou que saem como as "cláusulas do contrato"

NACIONES UNIDAS.— El embajador permanente de Cuba ante las Naciones Unidas, Rodrigo Malmierca, calificó este martes de inaceptable que el Consejo de Seguridad de la ONU continúe cruzado de brazos mientras Israel viola flagrantemente sus resoluciones.
En un discurso durante el debate en el Consejo sobre la situación en el Medio Oriente, incluyendo la cuestión Palestina, el diplomático criticó al máximo organismo de las Naciones Unidas por incumplir su responsabilidad permanente respecto a Palestina, dice PL.
Malmierca ratificó el compromiso de Cuba con una solución justa y pacífica del conflicto israelí-palestino y con el derecho del pueblo palestino a ejercer la autodeterminación y la soberanía en su Estado independiente, con Jerusalén Oriental como capital.
Recordó que desde que el Consejo de Seguridad celebró una sesión similar el 19 de octubre, la situación en el Medio Oriente, particularmente en el territorio palestino ocupado, ha empeorado.
A pesar del continuo deterioro de la situación, incluyendo la terrible masacre ocurrida en Beit Hanoun el pasado 8 de noviembre, el Consejo de Seguridad no ha podido actuar y continúa sin cumplir con sus responsabilidades, expresó.
Apuntó que el Movimiento de Países No Alineados ha reiterado en varias declaraciones que resulta preocupante el deterioro de la situación en el territorio palestino ocupado, como resultado en particular del uso desproporcionado, indiscriminado y excesivo de la fuerza por parte de Israel.
La inacción del Consejo, precisó, no solo afecta gravemente su ya resquebrajada credibilidad, sino que refuerza el sentido de impunidad con que actúa el gobierno de Israel, que se siente plenamente protegido por el veto injustificable de Estados Unidos.
segunda-feira, novembro 20, 2006
Descubra as semelhanças...
sexta-feira, novembro 17, 2006
Apontamentes
Viva o escritor maior, que fez 84 anos e bem merece o destaque por os ter feito e ter feito o que já fez. E continua.
Um frio, um gelo, uma grande tristeza, por sentir como a amizade é frágil e não perene, talvez por nunca o ter sido por lhe ter faltado, ou por ter perdido, a qualidade imprescindível da reciprocidade.
Era isto que eu queria escrever...
Obrigadinho, ó Nicky!

