quinta-feira, janeiro 24, 2013

avante! - índice


Editorial
  
ÁLVARO CUNHAL

Opinião
  
A ocultação do PCP e da luta consequente – algumas notas   
Actual
   O País aguenta uma banca privada?
  
Gestão de excelência
  
E não querem mais nada?  
Crónica Internacional
  
Mais uma guerra imperialista  
A Talhe de Foice
  
Mais sinais
Em Foco
    
Vida, pensamento e obra: exemplo que se projecta na actualidade e no futuro
   
Pensamento e exemplo que nos acompanham nos combates do presente e do futuro
   
Honrar o exemplo de vida e de intervenção
  
«Tomemos nas nossas mãos os destinos das nossas vidas»
  
Entrada ao piano
  
Canções com história
  
Poesia insubmissa
  
A voz dos mineiros
  
A nossa voz
  
Jovens com talento
  
Vozes ao alto!
  
Juventude é fonte de novas energias
  
Uma terra sem amos!
  
 Moita divulga legado de Álvaro Cunhal

  
PCP
  
 Convergência e unidade
  
Conhecer e dar a conhecer
  
Por um governo patriótico e de esquerda
  
O Partido dos trabalhadores
  
Desfile-protesto do PCP
  
Lá como cá, longe da realidade
  
Comunistas organizam-se nas empresas municipais
  
Breves

  
Trabalhadores
  
Segue a luta nos transportes
  
Professores voltam à rua
  
Vitória anima luta na Kemet
  
Protesto firme da Frente Comum
  
Jornalistas contra restrições
  
Inter-Reformados reafirma opções de luta
  
Breves

  
Assembleia da República
  
Devolver ao País o que é do País
  
Demissão e eleições antecipadas
  
Não à fantochada
  
Faça-se justiça!

  
Nacional
  
Governo não quis ouvir os inquilinos
  
Novo Conceito Estratégico: um gigante com pés de barro!
  
Breves

  
Europa
  
O custo da desigualdade
  
Regressão laboral
  
A chantagem da Renault
  
Grécia precisa de mais financiamento
  
O papel da social-democracia em Portugal e na UE
  
Breves

  
Internacional
  
Perigosa deriva militarista
  
FARC suspendem trégua unilateral
  
Breves

  
Temas
  
Serviços secretos portugueses assassinaram Amílcar Cabral

  
Argumentos 
  Religiões
   O Estado ultraliberal e a Igreja em Portugal   TVisto
   Começar mal   Economia
   Os espectros e a História da Humanidade (conclusão) 

  
Edições Avante
  
Edições Avante!

avante!... é 5ª feira



quarta-feira, janeiro 23, 2013

Dispara(ta)das

Estou mesmo baralhado!
Não sei se foi o FMI que, em relatório/balanço, considerou o Sporting como a melhor equipa portuguesa do ano de 2012, ou se foi Vitor Gaspar que não ganhou a "Bota de Ouro" de 2012, ao que parece por (des)votação dos jornalistas que não podem fazer perguntas a Passos Coelho e não têm respostas de Cavaco Silva. 
Por outro lado (?), a minha querida companheira foi hoje ao mercado, e não encontrou lá o Paulo Portas, e nós julgávamos que isso da ida aos mercados era com ele... 

E louco brações

1. Já se reparou que o Tribunal Constitucional - e o seu parecer sobre o OE13 - deixou de existir?, quando renascerá?, quando sairá das brumas helsingorianas?

2. O problema não é os portugueses viverem com melhor qualidade de vida, mais saudáveis, como tinham condições e direito. é morrerem mais cedo do que poderiam se a política fosse outra.

3. Para o PSD é como se só houvesse PS, e até se esquece do "parceiro" CDS-PP, e para o PS é como se só houvesse PSD, como se a política e a democracia fossem um joguinho de ping-pong eleitoral 

CPPC - Venezuela

Conselho Português para a Paz e Cooperação
Rua Rodrigo da Fonseca, 56 – 2º 1250 -193 Lisboa, Portugal
Tel. 21 386 33 75 / Fax 21 386 32 21 e-mail: conselhopaz@cppc.pt


Solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela

No momento complexo que se vive, consideramos da maior importância expressar toda a solidariedade à República Bolivariana da Venezuela.
Consideramos inaceitável a campanha de quem se pretende aproveitar de uma situação corajosamente enfrentada pelo Presidente Hugo Chávez para pôr em causa a dignidade e a vontade expressa em sufrágio do Povo venezuelano, a sua lei fundamental, os seus órgãos institucionais democráticos e o importante progresso social de melhoria das condições de vida da população conseguido com a Revolução Bolivariana, o seu contributo para a evolução progressista da América Latina e sua afirmação soberana.

Estamos convictos que o Povo venezuelano saberá continuar a defender o seu país, a sua revolução e a Constituição Bolivariana, aprovada em 1999, impedindo distorções na sua aplicação, continuando, em democracia, o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, impedindo que aqueles que perderam as eleições tentem tomar o poder através de qualquer tipo de golpe.

Assim, as organizações abaixo-subscritas, reafirmam toda a solidariedade à República Bolivariana da Venezuela, ao Povo venezuelano e apelam à participação na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana, que contará com a presença do Exmo. Senhor Lucas Rincón Romero, Embaixador da República Bolivariana da Venezuela, e que se vai realizar no próximo dia 2 de Fevereiro de 2013, pelas 16 horas, no Auditório da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, na Rua Victor Cordon, Nº 1, em Lisboa (Metro Chiado).
Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Impr

Organizações subscritoras (até ao momento):

- Associação de Amizade Portugal-Cuba
- Associação de Intervenção Democrática
- Associação Iniciativa Jovem
- Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
- Colectivo Mumia Abu-Jamal
- Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
- Conselho Português para a Paz e Cooperação
- Ecolojovem - «Os Verdes»
- Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal
- Federação ensa, Energia e Minas
- Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais
- Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro
- Interjovem
- Juventude Comunista Portuguesa
- Movimento Democrático de Mulheres
- Partido Ecologista “Os Verdes”
- Projecto Ruído
- Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
- Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
- Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local
- União dos Sindicatos de Lisboa

"Questões de moral" - 2


Ao correr da(s) pena(s), reescrevo trechos lidos várias vezes e originalmente escritos por Marx em 1848, nos seus manuscritos económico-filosóficos (com menos de 30 anos!)

A economia política e a moral 
- o "economista" 

A economia política (do capitalismo), dos clássicos e divulgadores, ciência da riqueza formou-se, ao mesmo tempo, como a ciência das privações, da poupança, da austeridade, e chega, na verdade, a poupar ao homem até a necessidade do ar puro ou do movimento físico ou os anos que possa viver. Esta ciência da maravilhosa indústria é também a ciência do ascetismo, e o seu verdadeiro "modelo" ideal é o avarento ascético e o escravo ascético… mas produtor. 
O seu ideal moral é o operário que leva para a ”caixa de poupança” (que na moderna idade são os bancos) uma parte do seu salário, ou que até o recebe através dessa "caixa", apenas retirando o indispensável, fazendo por ela todos os movimentos. Para glorificar este encantador ideal, não falta uma arte servil, e obras-primas se fizeram sobre o tema, abordando-o de várias maneiras. 
A economia política, se bem que se dê o ar de procurar a bem-aventurança terrestre, é na realidade uma ciência moral, a mais moral das ciências. 
A renúncia a si próprio, a renúncia à vida e a todas as necessidades humanas é uma sua tese central. Quanto menos tu comeres, quanto menos livros tu comprares, quanto menos tu fores ao teatro, ao bailado, aos locais de diversão, quanto menos tu pensares, tu amares, tu filosofares, quanto menos tu pintares, tu fizeres poemas, etc., etc., mais tu poupas, mais tu aumentas o teu tesouro, que não se satisfaz nem de migalhas menos ainda de grãos de poeira, o teu capital.
Tudo o que “o economista” te rouba de vida e de humanidade, te será compensado em dinheiro e em riqueza (ou crédito que o "financeiro" te "oferece"), e tudo o que tu não podes, o teu dinheiro poderá: este pode comer, beber, ir ao bailado, ao teatro; ele conhece a arte, a erudição, as curiosidades históricas, o poder político; ele pode viajar, ele pode arranjar-te tudo isso; ele pode comprar tudo isso; ele é o verdadeiro poder. 
Todas as paixões e todas as acções, toda a actividade é engolida na sede da posse, na ganância do eu-ter. Concede-se ao trabalhador, que é o outro e que produz e distribui, apenas o que ele precisa para que possa viver, isto é, produzir, distribuir, servir, e ele só pode querer viver para ter acesso àquilo de que necessita em sua austera vivência.

O desemprego a crescer - aqui mais do que ali

«Desemprego volta a crescer 

no mundo em 2012

Depois de dois anos consecutivos em queda, o desemprego no mundo aumentou em 2012. No ano passado, cerca de 197,3 milhões de pessoas estavam sem trabalho, quase 5 milhões a mais do que em 2011, segundo o relatório Tendências Mundiais de Emprego 2013, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado nesta terça-feira (22). 

A expectativa da OIT para este ano é a de que o desemprego cresça ainda mais, chegando a atingir 202 milhões de pessoas até o final de 2013, 204,9 milhões até 2014 e 210 milhões até 2018. 

O pico de desemprego na década passada foi em 2009, com mais de 198 milhões de desempregados. Em 2010 e 2011, houve recuperação e o número de desempregados baixou para 194,6 milhões em 2010 e 192,8 milhões em 2011.


“A incerteza em torno das perspectivas econômicas e as políticas inadequadas que foram implementadas para lidar com isso debilitaram a demanda agregada, freando os investimentos e as contratações. Isso prolongou a crise do mercado de trabalho em vários países, reduzindo a criação de empregos e aumentando a duração do desemprego” explicou, em nota, o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.

As taxas mais altas foram registradas no Norte da África (10,3%), Oriente Médio (10%) e o grupo das chamadas “economias desenvolvidas” (8,6%) - que inclui os Estados Unidos, o Reino Unido, o Japão, a Espanha e Portugal.

Em contrapartida, as três regiões os índices mais baixos estão na Ásia: no Sul da Ásia (3,8%), na Ásia Oriental (4,4%) e no Sudeste Asiático (4,5%). A região da América Latina e do Caribe, grupo em que está o Brasil, ficou com taxa de 6,6%.

De acordo com a professora de Administração da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em mercado de trabalho, Débora Barém, os países saíram da situação imediata de crise, mas ainda não retomaram suas atividades aos patamares anteriores a 2009. Segundo ela, há áreas com expansão na demanda de trabalhadores, mas são setores que tinham carência de profissionais qualificados anteriormente à crise – como é o caso da Ásia, que, no momento, está reorganizando sua estrutura produtiva. 

Com informações da Agência Brasil

em vermelho

terça-feira, janeiro 22, 2013

Regresso ao "mercado"...

De repente, o efeito-surpresa do regresso ao "mercado". No centro de uma impressionante montagem publicitária-propagandística, com muita conthabilidade por detrás.
E também por detrás, o apoio tipo muleta de 4 bancos (um dos quais o BES), para onde têm de ser dirigidos "os dinheiros". Se o "mercado" falhar, os bancos (que também são "mercado") sustentarão a operação. Com largos proventos.
Depois de toda uma preparação nas costas da informação geral, o ministro das finanças veio dizer o contrário do que tem dito monocordicamente. E monocordicamente o disse: pediu alargamento do prazo para pagamento do que deve. Negociou? Não! Pediu! E está à espera da resposta para o pedido que lhe disseram para fazer. Agora, E à boleia da Irlanda.
O PS parece tontinho. Afirma ser isto uma vitória dele (diz Seguro...) com um ano de atraso. Como se fosse "a dois". Modalidade "ping-pong".
Tudo um novelo, uma negociata (e não uma negociação!).

Entretanto, tudo o que tem a ver com o económico e o social, com o desemprego e nível de vida, parece ser de outra história.

A crise segue dentro de momentos...

OUTRA INFORMAÇÃO - Audição do PCP sobre pobreza infantil


O PCP realizou hoje uma Audição Pública subordinada ao tema "Crise, austeridade e aumento da pobreza infantil: realidades e saídas" com o objectivo de ouvir das associações, organizações e figuras públicas intervenientes diários nesta matéria.

"Questões de moral" - 1


Por uma "questão de moral"

Sem ser um “ouvinte de rádio”, ouço rádio. Intermitentemente. Entro no habitáculo e, quando rodo a chave para ligar o motor do carro e os seus não sei quantos cavalos, também ligo o motor radiofónico e as suas ondas.

Se para aí estou virado ouço os noticiários hora a hora (quando a viagem dá para isso), canso-me das suas  repetições, irrito-me, barafusto.

Mas uma grande parte do tempo tenho o aparelho sintonizado na Antena 2. Costuma ser boa companhia.

De onde acontecerem-me, até há pouco tempo, encontros com um sr. Joel Costa e o seu programa “Questões de moral”.

Tenho, por isso, muitos quilómetros nas rodas a ouvir textos bem escritos e melhor ditos. Que, além de boa companhia e gozo estético, ainda davam para aprender umas coisas interessantes.

Pois acabou o programa! Soube-o distraidamente, e acabei de o confirmar. Faz parte da desgraçada herança desta governação política, ou das políticas que decorrem desta desgovernação: acabar com tudo o que seja bom. A meu critério, evidentemente.

Assim, hão-de – nem sei bem quem, mas sei bem o sistema que – destruir o Estado social e cultural, com os direitos que lhe estão ínsitos. Custe o que custar!... até que o défice orçamental (não) se equilibre e a dívida pública (não) se possa pagar.

Cá por mim, e por aqui, vou pegar no título, de que gosto muito, e assim, sem intenções nem pretensões de continuidade, vou abrir uma série que começara a ser congeminada e que estava mesmo a pedir que lhe chamasse questões de moral para arrancar.

É, também, de certo modo, já uma memória para uma homenagem e, embora tenha pesquisado a ver se havia, na blogosfera, alguma antecipação, e verificado que não, arranco.

Se tiver que pagar direitos, é só dizerem...

É uma questão de moral.

A des/culpabilização - 2

(...)

A des/culpabilização - 1

Mais uma 5ª página do Expresso-Economia a valer a pena ler. Como Nicolau Santos, muita gente começa a farta do discurso da culpabilização: 


















continua

segunda-feira, janeiro 21, 2013

O dinheiro e os seus destinos, segundo o sr. comissário


O dinheiro destinado pela 'troika' à recapitalização dos bancos não deve ser usado para outros fins, defende o Comissário Europeu dos Assuntos Económicos.

Duas perguntas 

uma séria, muito séria:
1. e o dinheiro destinado pelos trabalhadores, 
através dos seus descontos e impostos,
para as reformas,
a saúde, a educação 
e outros serviços sociais,
podia ter sido jogado na especulação
e no bangsterismo?

outra nem por isso:
2 . e aquela curva a azul,
atrás do sr. comissário,
à esquerda da sua cabecinha
não estava melhor mais à esquerda,
para formar um par (de cornos) 
com a curva da sua direita?

(querem que faça um desenho?)

Contra a subversão do Poder Local

Encontro do PCP com a Associação Nacional de Municípios

Manifestação dos professores - 26 de Janeiro

clicar sobre a imagem para ler melhor

domingo, janeiro 20, 2013

Para este domingo, Fernando Lopes Graça-Álvaro Cunhal



Peça para piano, de Fernando Lopes Graça,
dedicada a Álvaro Cunhal nos 80 anos deste,
tocada por Fausto Neves.

sábado, janeiro 19, 2013

OUTRA INFORMAÇÃO - Mali

em vermelho

Soares dos Santos e o Serviço Nacional de Saúde

O sr.  Soares dos Santos é muito parecido com a tia-avó que cada um de nós tem (ou teve) e que gosta (ou gostava) muito de dizer coisas. Coisas sempre cheias de "moral" e de ética e à boa maneira de Frei Tomás... façam o que ele diz e não o que ele faz.
Por isso, aqui tem este senhor aparecido com frequência em "posts" que até algum gozo me deram, também pelo pretexto para publicar (autorizado) um dos excelentes "retrato" de Fernando Campos.

Agora, no Expresso a comemorar 40 anos, lá vem ele "dizer coisas", repetindo  "frases batidas", como aquelas relativas à perseguição a que está sujeita a iniciativa privada em Portugal, e outras incursões por áreas do (con)senso comum, em que adianta sentenças com o ar de definitivas e muito reflectidas.
Desta vez, porém, numa dessas sentenças entrou no campo da ideologia e fez assim o papel do rei que vai nú (ou se despiu).
Vasco Cardoso tratou muito bem da questão, com as suas conexões, no "actual" do avante! desta semana, com o título Admite-se?!, a partir dessa entrevista.



É que SdosS, sobre o Serviço Nacional de Saúde, como a minha tinha-avó teria dito (ou bem aceite), afirmou que:



Claro que para muitos comuns dos mortais, intoxicados  pelo "informação" ideológica a que estão sujeitos, o homem até tem razão e revela profundo sentido ético. 
Tem lá algum jeito o "homem mais rico de Portugal" (parece que é...) ter um pacemaker à custa do Estado, isto é, à nossa custa? 
Ora a verdade é que, segundo a nossa ordem constitucional, todos os cidadãos (incluindo ele) têm direito aos cuidados de saúde e, para isso, todos devem contribuir na medida das suas possibilidades (ou rendimentos), pelo que que se pressupõe que ele tenha contribuído na proporão desses rendimentos que o tornam o mais rico de Portugal. 
Se não o fez - por manigâncias e fugas ao fisco para a Holanda e outras paragens-, o que está mal não é o SNS mas a insuficiência de receitas do Estado para cumprir as suas funções, por falta de contributos dele e de muitos como ele; o que está mal é o individualismo egoísta em vez da solidariedade social (bem diferente da caridadezinha selectiva e ganhadora de benesses celestiais).
Por outro lado, o Serviço Nacional de Saúde se consagrador de direitos constitucionais não impede ninguém de fazer as suas operações cirúrgicas em clínicas privadas no estrangeiro (e na que por aí proliferam, até pela "perseguida" iniciativa privada como o próprio demonstra= ou de compensar a sua fuga aos impostos com contribuições consignadas ao Serviço Nacional de Saúde.
O que francamente me causa alergia é a hipocrisia, a máscara ética de "boas pessoas" com que se escondem os egoísmos e as opções ideológicas em que "eu sou um (e não mais um)" e o outro são... os outros.


Marx escrevia que a “ a moral  da economia política é a riqueza em boa consciência, em virtude, etc., etc., etc.… mas como se pode ser virtuoso se não se existe, como se pode ter uma boa consciência se nada se sabe? (… se se concede ao) ao operário apenas o que ele precisa para que possa viver e ele só pode desejar viver para ter isso com que possa viver”.



E lá vamos...

... a caminho do dentista, perdão, da Faculdade de Medicina Dentária.


sexta-feira, janeiro 18, 2013

Não há alternativa para a alternativa contra a falácia de falta de alternativa

«Não há alternativa à demissão do Governo e à convocação de eleições antecipadas



(...)
Não há alternativa à demissão do Governo e à convocação de eleições antecipadas.
(...)
A questão que se coloca hoje é por isso a de saber até onde vai o país deixar este Governo ir. Ele tem de ser travado e vai ser travado, mesmo com a sua maioria absoluta, mesmo com o alinhamento do Presidente da República com as suas orientações.
Os portugueses sabem que é precisa e é possível outra política.
O PCP não está perdido à procura dela. Temos ideias muito claras. É preciso rejeitar e derrotar o Pacto de agressão/memorando da troica. É preciso renegociar a dívida, recuperar para o país os instrumentos económicos e sociais que lhe permitam aumentar a produção e fomentar o crescimento e o desenvolvimento, distribuir justamente a riqueza e valorizar e repor os direitos retirados aos portugueses. É preciso renegociar já, produzir mais e distribuir melhor.
É com esta política que se recupera o país. E há forças para o fazer; são todos aqueles que não se conformam com este caminho, que não aceitam a agonia do país, que não desistem perante o ataque aos direitos. São todos aqueles que não aceitam a submissão ao directório europeu e a alienação da soberania nacional.
Contamos com todos para construir a alternativa política e a indispensável política alternativa; contem connosco para lutar por ela.»

de O CASTENDO 
obrigado!

Manifestação de 16 de Fevereiro - CGTP


e não só!

Hoje. Há 78 anos. Na Marinha Grande.

Uma  data histórica. Da luta. Contínua. De sempre.
Na Marinha Grande. Em 1934. Ver aqui 






a caminho de Ponta Delgada;
alguns, depois, para o Tarrafal
entretanto aberto.

A homenagem dos de hoje.
Para que os de amanhã não esqueçam!

Hoje, na Assembleia da República

As "ajudas" e as "ingerências" armadas

Monginho
avante!, 
17.01.2013

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Uma promulgação do PR a não deixar cair no silêncio

A promulgação pelo PR da lei de extinção das freguesias não pode ser assim uma espécie de acto rotineiro, e cair no silêncio, que bem se diria sepulcral. Para mais (ou ainda menos!) com Cavaco Silva a mostrar-se preocupado, não já com o que acaba de fazer mas com a forma de se organizarem as eleições autárquicas. Que, no novo quadro, serão... um verdadeiro "bico de obra".
Há um aspecto que não me cansarei de sublinhar numa aparente minudência de quem teria a mania do rigor... aritmético. Não se extinguiu o número de freguesia que resulta da diminuição das que existiam menos as que vão existir! Extinguiram-se TODAS as que deram origem às novas freguesias criadas por agregação. Números que, neste atabalhoamento, nem se conhecem bem.
Um exemplo local ilustrará o que se quer dizer:
Havia, aqui em Ourém 18 freguesias, das quais se extinguiram 9 e criaram 4. Não se extiguiram 5 (9 - 4), extinguiram-se 9 e criaram-se 4 novas!
Com nomes, num único caso (para não abusar...): as freguesias de Gondemaria e do Olival foram extintas, e foi criada uma nova freguesia (que só terá sede depois das eleições...) chamada União das Freguesia de Gondemaria e Olival.
A isto teria sido indiferente o PR, que, no entanto, teve o vislumbre (ou alguém por ele) do sarilho do que vai ser o processo eleitoral em período de apressada e atrapalhada recomposição, a dificuldade da formação das listas nas novas freguesias, a escolha dos representantes das gentes ao nível político delas mais próximo.
Isto, claro, no pressuposto da manutenção de alguma democraticidade no muito fragilizado Poder Local.

De novo 5ª feira e... avante!

Para romper a espiral recessiva, a CGTP-IN renova o apelo 
à luta dos trabalhadores e da generalidade da população atingida 
pelas exigências da troika e pela política de direita. 
O movimento sindical unitário tem em marcha duas grandes iniciativas: 
a petição «Pela defesa das funções sociais do Estado» 
e a presença nas acções que, 
em todos os distritos do continente e nas regiões autónomas, 
vão dar corpo à jornada nacional de 16 de Fevereiro.

quarta-feira, janeiro 16, 2013

Mais um... imposto?, ou...


... se o ridículo levasse à demissão, tínhamos "este" problema resolvido!


 

Primeiro-ministro voltou hoje a dramatizar a "necessidade" de o país fazer a reforma do Estado, apelando novamente a um "consenso alargado", num recado ao PS.


Claro que
 terá uma violenta 
"aPStensão"!,
a não ser que  as massas
imponham outra coisa!

Ex-citações e aponta mentes

Numa passagem célebre, Lénine definiu «a lei fundamental da revolução»:

«Não basta para a revolução que as massas exploradas e oprimidas compreendam a impossibilidade de viver como até então e reclamem mudanças. É essencial para a revolução que os exploradores não estejam em condições de viver e governar como até então. Só quando as “classes inferiores” não querem viver como até então e quando as “classes superiores” não podem continuar a viver como até então, pode a revolução triunfar. Esta verdade diz-se por outras palavras: a revolução é impossível sem uma crise nacional (afectando tanto exploradores como explorados)» (A Doença Infantil..., cap. IX232).
 
Para uma acção revolucionária vitoriosa contra um regime autoritário, a desagregação é um factor. Mas essa desagregação não se pode considerar como o fim táctico da acção de massas, mas apenas um dos dois factores que, em conjunção um com o outro, possibilitam uma acção revolucionária decisiva para o derrubamento do regime existente. Em regra um regime não cai pela sua desagregação (como se foi levado a crer), mas pela acção revolucionária das massas. (...)
O desvio de direita nos anos 1956-1959
(Elementos de estudo)
Álvaro Cunhal
Obras Escolhidas, edições avante!, Tomo II
 
As situações de "regime autoritário" (de ditadura, fascista) e de democracia (burguesa, em formação social capitalista) não são justaponíveis. No entanto, como "elementos de estudo", estas reflexões são da maior oportunidade (e necessidade) para a compreensão da situação que se vive e para a intervenção com a intenção próxima da mudança de rumo das políticas impostas pela actual relação de forças. E nesta está o cerne da questão. sendo decisivo o esclarecimento das/tomada de consciência pelas massas, sempre com o fim último da revolução, da passagem ao socialismo.

Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido

O apelo «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido» já tem página na Internet

Está já disponível em

https://sites.google.com/site/emdefesadeumportugalsoberano

Aí pode encontrar o texto do Apelo, a lista das 600 personalidades que já o subscreveram, as notícias de actividades e material gráfico, nomeadamente o convite para a Conferência Nacional, que terá lugar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a 23 de Fevereiro.

Rendimentos e desigualdades

Já depois de ter publicado o "post" de ontem a propósito do invferno do boletim de inverno do Banco de Portugal, na procura de dados para outras reflexões tropecei neste gráfico com dados do Eurostat, de 2010, que é bastante elucidativo da situação (estatística) de Portugal, antes deste "vendaval" que apenas a veio agravar:













As barras (a de Portugal a vermelho) mostram os "ganhos anuais médios na indústria e serviços", em paridades de poder de compra de (PPC) de 2002, e as linhas as "desigualdades na distribuição de rendimentos" em 2003 ou último ano conhecido, no quociente de rendimentos entre os 20% mais elevados e os 20% mais baixos.
Nessa altura só dois países ultrapassavam o nível de 6 vezes superior (Grécia e Portugal) e só Portugal estava acima das 7 vezes, ou seja o "quintil" dos mais ricos ser mais de 7 vezes superior ao "quintil" dos mais pobres.
Como estará esta relação agora,10 anos passados?
A ver vamos...

terça-feira, janeiro 15, 2013

No inverno do boletim de inverno do Banco de Portugal


BdP

Portugal é dos países da União Europeia com maior nível de desigualdade do rendimento


Económico com Lusa

15/01/13 

Portugal apresenta um dos mais elevados níveis de desigualdade do rendimento na União Europeia, e o impacto das prestações em dinheiro, na diminuição das desigualdades, é ligeiramente inferior à média europeia, segundo um investigador do Banco de Portugal.
No Boletim Económico de Inverno, hoje publicado, um dos artigos, da autoria de Nuno Alves, do departamento de Estudos Económicos do Banco de Portugal (BdP), debruça-se sobre a redistribuição do rendimento em Portugal e na União Europeia.

O objectivo passou por avaliar a eficiência redistributiva das prestações sociais em dinheiro, nos vários países da União Europeia, sublinhando que estas prestações incluem todas as transferências em dinheiro, recebidas pelos cidadãos ou famílias, relativas a desemprego, doença, acidente, invalidez, exclusão social, educação ou habitação.

O autor lembra que "as políticas redistributivas visam assegurar uma maior equidade e uma maior igualdade de oportunidades entre os cidadãos", e conclui, em primeiro lugar, que "as políticas de redistribuição reduzem significativamente a desigualdade do rendimento na União Europeia, embora com uma elevada heterogeneidade entre países".

"Portugal apresenta um dos mais elevados níveis de desigualdade do rendimento na União Europeia - particularmente acentuada no rendimento base e na mediana superior da distribuição do rendimento - e um grau de redistribuição, por via das prestações em dinheiro e dos impostos sobre o rendimento, próximo da média europeia", lê-se no artigo.

Por outro lado, no que diz respeito ao sistema de impostos, Nuno Alves sublinha que este "tem sempre um papel fundamental" no que diz respeito ao financiamento "do instrumento mais poderoso de combate às desigualdades no longo prazo: o investimento em educação".
"Numa sociedade com uma desigualdade excessiva como a portuguesa, existe necessariamente uma discrepância acentuada entre quem sustenta o pagamento de impostos e quem mais beneficia das prestações sociais em dinheiros", aponta o investigador.
Avaliando a eficiência de cada instrumento de política, o autor aponta que, em Portugal, as prestações em dinheiro (excluindo pensões) têm um impacto redistributivo relativamente baixo no contexto europeu.
"A decomposição deste impacto permite apurar que este resultado decorre exclusivamente da dimensão relativamente modesta daquelas prestações em Portugal", já que, "em termos de eficiência, Portugal é mesmo um dos países em que as prestações em dinheiro são mais orientadas para os rendimentos mais baixos", lê-se no relatório.
O autor acrescenta que, no que se refere aos impostos sobre o rendimento, "o seu efeito redistributivo em Portugal é superior à média europeia, o que resulta de uma maior progressividade dos impostos sobre o rendimento".
Esta análise teve por base os dados de 2010 da UE-SILC, as estatísticas europeias sobre rendimentos e condições de vida.

Muitos com siso, no sábado

O anterior "post" - se não lido, pede-se visita e leitura - não vai impedir, talvez até estimule, as referências ao centenário de Álvaro Cunhal  neste anónimo do século xxi.
Por exemplo, a transcrição deste curioso (é dizer pouco...) parágrafo recebido de um amigo:


«...Acho que poderemos falar disto no próximo sábado. Ando com uns problemas no dente do siso e marquei uma consulta na Faculdade de Medicina Dentária por volta das 15:30. Pode ser que nos encontremos ali pela zona.»

E a "curiosidade" vem do meu siso (o último dos queixais), e - ao que sei - de muitos mais, me estar a pedir para ir à Faculdade  de Medicina Dentária no próximo sábado às 15:30.

Desconfio (...) que é por causa deste convite!
Lá nos encontraremos.

aos de vós que vos achais 
com siso que não precisa de tratamento,
depois não vos queixais!

Apresentação de 2013 - centenário de Álvaro Cunhal e convite

Apesar de algum esforço para que tal não se tenha notado muito, nos últimos meses a participação neste blog tem sido menos (diria) intensa e constante. Por razões várias e de vária ordem... e também porque a concorrência do chamado facebook se tem feito sentir.
Por outro lado, desde a mudança do número do ano, a atenção que se dedica à blogosfera tem sido mais repartida porque, com amigos e camaradas, nos lançámos na concretização de um projecto entusiasmante e necessariamente exigindo muito cuidado e rigor: acompanhar, também por esta via, as iniciativas ligadas ao centenário de Álvaro Cunhal.
Não seremos os únicos, e ainda bem porque quantos mais melhor, mas seremos mais uns a trazerem à reflexão e à acção a lembrança do que foi a vida e a luta (a vida de luta) de Álvaro Cunhal, verdadeiro exemplo a conhecer e a ajudar-nos na luta que continua, e em que ele foi (e continua a ser) decisivo tantas vezes, sempre dentro do colectivo partidário. Colectivo partidário em que entrou muito jovem, em que participou na reorganização, em que interveio na correcção de desvios, que representou em períodos fulcrais de conquista de posições na organização do Estado, em que teve influência decisiva na resposta a situações internacionais da maior importância, em que ainda foi (e mais uma vez) de decisiva intervenção militante na afirmação da identidade, base teórica e modo de organização do PCP para os tempos que vivemos.
Depois de muitas trocas de impressões e de vários ensaios, como um dos responsáveis por 
    .

aqui venho apresentar o novo blog, que terá a duração das comemorações, e convidar a uma visita a


certos de que essas visitas nos ajudarão a melhorar o espaço que iremos ocupar na blogosfera, e a melhor cumprir as intenções com que foi criado. 

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Só um aponta mente para desenvolver aqui e onde for

Ao "ouver", de passagem, uma daquelas conversas entre iguais (ou muito parecidos) sobre o Estado social, fui surpreendido por uma voz que punha a questão em termos muito interessantes. O meu colega ("promovi-o" logo, depois de o ouvir, e de ler o nome em rodapé) Luís Nazaré dizia (ou a partir do que ele disse, pode dizer-se...) que esta questão do Estado social se coloca desta forma:
  • para que nível de esperança de vida,
  • para que nivel de mortalidade infantil
se pretende recuar?,
  • para a expectativa (estatística) de anos de vida que tínhamos há quantos anos?;
  • para as taxas de mortalidade, no parto ou pós-parto até 1 ano, de há quantas décadas?
Assim colocada a questão, havendo condições materiais para se nascer e viver como se estivéssemos em 2013
  • para que ano se pretende que recue o tempo médio de vida dos portugueses? 
E é preciso sublinhar que, havendo quem continuará a viver em 2013 (e mais à frente), a descida do número médio de anos de vida, ou o acréscimo do número de portugueses que não chegam a viver mais que meses, quererá dizer que a maioria dos portugueses recuará ainda muito mais, para os valores que representavam (estatisticamente) como se vivia há décadas, antes de 1974! 

Isto é para ser desenvolvido
e quantificado...

No começo de mais uma semana de luta (todas são!)

No começo de mais uma semana de luta, parte da guarda avançada do adversário (do inimigo de classe) devidamente equipada:

(obrigado, João)
Faltam aqui alguns "craques", como o ponta de lança Gaspar, por não terem vindo dos balneários porque se demoraram mais tempo a vir dos balneários, ou porque a roupa interior é mais difícil de tirar (alguns coletes são de forças), ou porque têm ainda instruções a receber dos treinadores contratados de fora (quem é contrata quem não se sabe, mas sabe-se quem paga a factura).

Nesta semana as suas atenções estarão centradas num grupo em teoria neutral de que é conveniente não mostrar a actual composição, mas de que se mostra a que primeiro foi formada como "selecção" do TC de 1983 a 1989.
    

domingo, janeiro 13, 2013

O embuste FMInto - 2

 
continuação
(...)

É um embuste,
um engano, 
uma mentira.
Ao serviço de uma ideologia.
Na luta de classes!

O embuste FMInto - 1


De novo, aqui se traz Nicolau Santos. Porque, apesar de keyneseano graças a deus (diz ele...), escreve coisas que merecem ser lidas. Por exemplo, chama embuste ao relatório do FMI dos 4 mil milhões de euros. E denuncia porquê assim lhe chama. No título do seu artigo de denúncia acrescenta que o embuste merece discussão. Não estamos de acordo. Trata-se de um embuste e merece, isso sim, rejeição! Mas merece, também, a denúncia nos termos em que NS a faz. Insistindo na vertente ideológica. 
Por isso se transcreve. Em dois episódios.

(...)
continua

Alegoria à Constituição

À procura de outras coisas, como informação sobre a "fiscalização concentrada da constitucionalidade das leis", que não nasce nem com a Revolução de Abril nem com a Constituição de Abril de 1976, num livro editado pelo Tribunal Constitucional comemorativo dos seus 25 anos, deparei logo com a sobre-capa que reproduz o quadro de Domingos Sequeira, Alegoria à Constituição, de 1821 (no Museu Nacional de Arte Antiga)


e, depois, já no interior, a páginas 116, com estes pormenor no canto inferior esquerdo,


com o sugestivo título de "O Valor Lusitano arrancando a máscara ao Despotismo".

Aqui ficam, com o mérito que a actualidade lhes empresta.

(sem juros!)



Para este domingo...e para não esquecer.

Que dia é hoje?, de que mês? O ano parece ser 2013.

Vencimentos podem descer (muito ou pouco) em Janeiro, subir (pouco ou um bocadinho) em Fevereiro e descer novamente em Março (depende). Ou subir (um bocadinho ou pouco) em Janeiro e descer (pouco ou muito) em Fevereiro. Em Março depende.... Sempre! 
De quê? Parece que é do Ministério das Finanças e do andamento que der às medidas que vieram da AR para onde tinham sido empurrdas por ele mesmo na sequência do OE, que foi para o PR,que, cheio de dúvidas constitucionais (ele?), o promulgou mas (dadas as certezas anti-constitucionais) o enviou para o TC, cuja intervenção já foi pedida por mais uma série de entidades.
 
Quem é pode ser regedor de uma freguesia destas (mas qual freguesia????)?

sábado, janeiro 12, 2013

O que se chama a "isto"?

É o presidente do Tribunal Constitucional (TC), indicado pelo PS, quem tem nas mãos o essencial do processo de fiscalização da Constituição, o que está a causar receios no PSD e no CDS, apurou o SOL.

Diria... canalhice!
para não incluir
as mães dos autores 
deste "feito" comunicacional .