Fecham a cadeado a escola (PRIVADA!),
protestam, com veemência, contra o estado
(de coisas?,,, não!... contra o Estado...)
... e vão votar PS (ou BE, ou PAN?, ou... sei lá....IL ou Livre? ... hesitam...)
cujos não são uma coisa nem outra (antes pelo contrário)
Ora... bolas para não escrever porra! (já escrevi?... então fica!)
sábado, outubro 05, 2019
5 de OUTUBRO
Excerto da história-14 (A ENTRAR NO
CARROCEL DA VIDA-os 5 de
Outubro e o 40.900) de um caderno em (e)laboração - Histórias ante(s)passadas-políticas e de prisão.
(...) Nos 5 de Outubro, comecei a acompanhar os que me ensinaram o
caminho para o Alto de S. João, para homenagear os “homens da República”.
Para lá, de eléctrico e tranquilos – embora
em contida e partilhada excitação –, nos regressos em jogos de foge-se-não-apanhas, às vezes de fardados desembainhados em cima de cavalos desembestados,
pela Morais Soares, pela Praça do Chile, pela Alameda, até à estátua do António
José de Almeida.
Quantas foram as vezes? Mais que uma…
E as conversas, e os papéis que se entregavam
com recomendações de leitura atenta e avisos de cautelas (ainda não os
avante!…). Os filmes, os cine-clubes. Os Ladrões
de bicicletas do de Sica, o “bom dia!” final de Gelsolmina em La strada do Fellini, as sessões
iniciadas a ouvir Gérard Philipe (?) a dizer La liberté de Prèvert (j’écris
ton nom!...)[1].
(...)
[1]
- referências, estas e outras desta história “especial”, que pouco dirão aos
eventuais leitores de hoje e amanhã, mas tanto dizem de mim e do tempo em que
vivi.
terça-feira, outubro 01, 2019
O 1º da lista em que irei votar
Especial ZAP | O PCP, pai solteiro dos passes sociais,
quer um aumento audacioso do salário mínimo
Por
-
(fc) Tiago Petinga /
Lusa
mas
nem só de direitos dos trabalhadores se faz o programa da CDU.
Em entrevista ao ZAP, António Filipe, deputado
comunista há mais de metade da sua vida, afasta os Diabos do passado e afirma
que o PCP é pai solteiro dos passes sociais. A CDU não tem dúvidas de que o PS
quer uma maioria absoluta: a estratégia, conta o deputado, passa por um
discurso um pouco dissimulado, onde se finge que não se quer querendo.
Para a próxima legislatura, a CDU define como questão
fundamental o aumento “audacioso” do salário mínimo nacional (SMN)
para 850 euros,
apontado os baixos salários como um dos principais problemas da sociedade e da
Economia portuguesa.
“Portugal
é um país onde se trabalha e se empobrece”,
onde a “Economia não cresce precisamente
devido à pequenez do mercado interno e ao facto de a maioria dos portugueses
viver com rendimentos muitos baixos”, sustentou António Filipe, dando conta
que a CDU também se debate por um aumento geral dos salários, no público e no
privado.
No entender do deputado comunista, a alteração
proposta, que aumenta em 250 euros o valor do SMN, não trará efeitos adversos
para o patronato, afastando o cenário de despedimentos ou quebras na Economia
nacional.
“Esses
argumentos eram utilizados sempre que se falou em aumentar o salário mínimo
nesta legislatura. Diria que esse tipo de objeção é parecida com
aquela que [defendia] que se houvesse reposição de salários vinha aí o Diabo“, afirmou, referindo-se ao antigo primeiro ministro
Pedro Passos Coelho (PSD).
“Quando
foi para aumentar [o SMN] também se dizia isso, que as empresas iam à falência,
que iam criar menos postos de trabalho”,
continuou António Filipe, antes de explicar que aumentar o SMN terá efeitos
totalmente contrários.
“Se
as pessoas tiverem mais dinheiro, isso é bom para a Economia: as
empresas vendem mais, as empresas faturam mais, porque o mercado interno cresce
e, com isso, permite criar novos postos de trabalho”, defendeu.
Questionado sobre se a CDU prevê algum tipo de
contrapartidas para os empresários face ao aumento proposto, António Filipe diz
que não cabe ao Estado pagar os rendimentos dos trabalhadores privados e, por
isso, o patronato nada pode exigir.
“O
Estado tem é de pagar os salários dos trabalhadores do setor público. E o
patronato não pode exigir contrapartidas sempre que se trata de dignificar o fator trabalho e
os rendimentos dos trabalhadores. Somos um país onde os salários são uma
componente relativamente baixa relativamente à estrutura de custos das empresas
e somos um país em que com os baixos salários convivem com muito elevadas taxas
de lucros”.
Frisando que a balança que pesa os lucros das empresas
e os salários pagos é desigual, o comunista defende que se se reduzir, ainda
que pouco, as altas margens de lucro que existem em muitas empresas, é possível
compensar os salários.
Trata-se de “justiça social” e não de um elemento negativo para a Economia,
insistiu.
Investimento público e justiça fiscal
A par do aumento generalizado dos salários, a CDU
elenca ainda como maiores bandeiras eleitorais o investimento público e a
justiça fiscal.
No entender de António Filipe, e apesar das propostas
do PCP e de Os Verdes, o investimento público não foi suficiente na última
legislatura, havendo um défice que é necessário colmatar. Saúde, Educação e Infraestruturas, com especial enfoque na ferrovia, são setores onde
mais se precisa de investir.
A nível fiscal, e de acordo com o deputado comunista,
o problema não se coloca na carga fiscal, mas antes na forma como esta é
distribuída. A fórmula é simples: “Quem
tem mais devia pagar mais, quem tem menos devia pagar menos”.
“Há
países que têm uma carga fiscal elevada, mas isso significa que há um elevado
nível de satisfação social e que o Estado obtém receitas para cumprir as suas
funções sociais. E, portanto, o problema [em Portugal] não se coloca na carga
fiscal, mas sim na justiça fiscal. O que se passa em Portugal é que os
rendimentos sobre o trabalho são injustos na medida em que baixos rendimentos pagam impostos
elevados e, ao contrário, rendimentos resultantes de
lucro, da especulação, pagam muito pouco de impostos”.
“Quem
tem mais devia pagar mais, quem tem menos devia pagar menos – e não é isso que
acontece”, reiterou o deputado. Quanto aos
impostos indiretos, a CDU propõe também neste campo a redução da taxa máxima de
IVA de 23 para 21%.
PCP é pai solteiro dos passes sociais
A CDU tem como uma das suas medidas garantir creche
gratuita para todas as crianças que nasçam a partir de 2020. O PS inclui o
mesmo no programa que apresenta às legislativas, apesar de em 2016 ter sido o
único partido a votar contra uma proposta de resolução do PCP para a criação
dessa mesma “rede pública de creches”.
Questionado sobre se o PS estará a “reciclar” medidas
que no passado ajudou a chumbar, António Filipe foi claro: “Costuma-se dizer:
contra factos, não há argumentos”.
“A medida podia já estar numa
fase mais avançada e até a ser
posta em prática, infelizmente não foi essa a situação e por isso consta do
nosso programa para a próxima legislatura”, apontou o deputado, defendendo que
cabe ao Estado assumir a responsabilidade de criar uma rede de creches que
permita que os portugueses possam ir trabalhar e ter onde deixar os seus
filhos.
“O
Estado não deve deixar nas mãos do mercado a resposta a uma questão social que
para nós é fundamental, até para o tão desejado aumento da natalidade”.
Este “reciclar” de medidas não surpreende o PCP que,
tomando como exemplo os passes sociais, recorda que muitas das propostas
apresentadas num primeiro momento pelos comunistas são depois reaproveitadas
por outros partidos.
“Já
estamos habituados (…) O melhor exemplo [desta situação] é a redução dos custos
dos transportes em que o PCP praticamente há duas décadas se debateu por isso
e, durante algum tempo, fê-lo sozinho até que finalmente conseguiu-se nesta
legislatura uma redução muito significativa dos custos dos transportes”, confessou.
No entender de António Filipe, e apesar de todas as
manifestações de paternidade da esquerda, não há dúvidas que o PCP é o “pai” dos passes sociais.
“Não
há como consultar o site da Assembleia da República e ver quais são as
primeiras iniciativas tomadas sobre essa matéria ao nível do passe social
intermodal, que eu creio que é fácil de demonstrar que o PCP há muitos anos o
tem vindo a defender”.
“Por
nós, não
há dúvidas. E quem tiver dúvidas é uma questão de verificar isso
nos registos da Assembleia da República que são de acesso público”.
Dissimulação do PS pela maioria absoluta
Fazendo um balanço positivo da última legislativa e
recordando a reposição de feriados, o descongelamento de carreiras na
administração pública e os aumentos salariais como grandes conquistas, António
Filipe frisa que não se foi mais longe devido à “obsessão” socialista pelo défice zero e à “submissão aos critérios impostos pela União Europeia”.
Quanto à criação de uma nova geringonça ou outra
qualquer solução governativa, a CDU não fecha portas a
nada e recorda que está onde sempre
esteve.
“O
PCP e a CDU estão onde sempre estiveram. Ou seja, sempre houve uma
disponibilidade para não perder nenhuma oportunidade que se traduzisse no
melhoramento das condições de vida dos trabalhadores e do povo português”, disse o deputado, recordando que os partidos da
coligação “sempre estiveram recetivos para
convergências à esquerda”, sem a necessidade de se estabelecer um acordo
formal entre as partes.
Nas eleições de domingo, a CDU pretende reforçar os
seus partidos, aumentando o número de deputados, que lhes permita depois ter “condições para influenciar as medidas a
adotar” por um futuro Governo. “A CDU
luta por um bom resultado”, disse António Filipe.
Quanto à eventualidade de uma maioria absoluta, o
deputado comunista considera que seria “profundamente negativa“, sendo esta do PS ou de qualquer outra força
política. Os grandes perigos – e aqui o argumento do PCP repete-se – estariam
relacionados com um retrocesso no país.
“O perigo é andar para trás, que não se avance, como é
necessário. O perigo de retrocesso a pretexto de uma
qualquer crise, real ou imaginária,
é um perigo real (…) A maioria absoluta é negativa porque poderia permitir, sem
empecilhos, como disse um dia um deputado socialista, que houvesse retrocessos”,
sustentou.
A CDU não tem dúvidas que o PS quer a maioria
absoluta, considerando que os socialistas não a mencionam devido às más
experiências do passado. “É evidente que
o PS quer ter maioria absoluta. Agora sabendo da impopularidade das maiorias
absolutas pela experiência feita, evidentemente que há um discurso com alguma dissimulação (…)
a tática que o PS está a usar é lutar pela maioria dizendo que não a quer”.
Para o próximo domingo, e reconhecendo que abstenção
poderá ser um problema, António Filipe apela aos portugueses para que “não
se alheem” dos seus problemas e direitos. “O nosso apelo fundamental é
que participem, que exerçam o seu direito de voto, que foi um direito que
custou muito a conquistar ao povo português, e que votem na CDU”.
(Em 2015,
a CDU foi a quinta
força mais votada com 8,25% dos votos, que se
traduziram em 17 deputados na Assembleia da República. A coligação ficou a 1,94
pontos percentuais do Bloco do Esquerda, quarto partido mais votado. No
mesmo ano, a abstenção atingiu o nível mais alto de sempre em legislativas:
apenas 56,93% dos eleitores inscritos foram votar, registando-se uma abstenção
de 43,07%.)
Etiquetas:
António Filipe,
eleições legislativas 2019
quinta-feira, setembro 26, 2019
Dia Internacional para a eliminação das armas nucleares
Divulgamos e apoiamos o Comunicado do CPPC
Dia Internacional para a
Eliminação Total das Armas Nucleares - 26 de Setembro
Reputados cientistas alertam que a explosão de apenas um por cento das armas nucleares operacionais hoje existentes no mundo equivaleria a cerca de 4000 vezes a energia libertada pela bomba atómica lançada pelos EUA sobre Hiroxima, em 1945.
Uma explosão nuclear provoca a destruição massiva quer de seres vivos quer de estruturas inertes. Pela conjugação de diferentes efeitos, pode conduzir a morte imediata mas também a sequelas desfasadas no tempo, que afetam a saúde, quer em resultado da exposição direta às radiações quer pelos efeitos da contaminação do meio ambiente resultante da disseminação de poeiras radioativas.
Em consequência da deflagração nuclear, podem ser geradas temperaturas de vários milhares de graus Celsius na zona do impacto bem como ventos com velocidades que podem exceder 1000 quilómetros por hora. Estes efeitos levam à formação de tempestades de fogo de enorme poder destrutivo.
Alertando ainda que uma conflagração nuclear, mesmo de carácter regional ou continental, terá efeitos duráveis sobre o ambiente, conduzindo a alterações globais catastróficas no plano da meteorologia que poderão persistir por vários anos. Para lá da ação destrutiva direta das explosões nucleares, dos efeitos imediatos e dos efeitos prolongados da emissão de radiações e das poeiras radioativas, as alterações meteorológicas associadas ao chamado “inverno nuclear” – diminuição prolongada e importante das temperaturas médias no meio ambiente devido à ocultação da luz solar pelas cinzas projetadas para a alta atmosfera – reduziriam a duração ou eliminariam os períodos férteis de crescimento das plantas durante anos, levando a maior parte dos seres humanos e outras espécies animais a sucumbir à fome.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), herdeiro dos movimentos em defesa da paz surgidos no início da década de 50 do século XX – que tiveram precisamente na exigência do fim das armas atómicas uma das suas mais importantes causas e no Apelo de Estocolmo a sua maior expressão –, apoia desde sempre essa reivindicação que é tão importante para o assegurar da paz mundial e o futuro da Humanidade, e que tem hoje no Tratado de Proibição de Armas Nucleares um significativo instrumento para a sua concretização.
Este Tratado, negociado em 2017 por uma conferência das Nações Unidas e aprovado então por 122 países, necessita de ser ratificado por mais de 50 estados para entrar em vigor – até ao momento já foi assinado por 70 estados e ratificado por 26. Nenhuma das potências nucleares ou membros da NATO assinou ou ratificou este Tratado, sendo todo o processo marcado por múltiplas pressões para a sua não subscrição, vindas sobretudo dos Estados Unidos da América.
O CPPC lançou uma petição pela assinatura e ratificação deste Tratado por parte de Portugal, que recolheu mais de 13 mil assinaturas, entregues na Assembleia da República, que a debateu no passado mês de Julho.
Chamados a pronunciar-se sobre projetos de resolução que concretizavam o essencial do conteúdo da petição, PS, PSD e CDS votaram contra a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, optando por manter o País amarrado a «compromissos internacionais» que colidem abertamente com o interesse de Portugal, a aspiração pela paz por parte do povo português e com o espírito e a letra da Constituição da República Portuguesa – que, entre outras matérias, pugna pelo «desarmamento geral, simultâneo e controlado» e pela «dissolução dos blocos político-militares».
O CPPC considera que os desenvolvimentos mais recentes da situação internacional, nomeadamente o desenvolvimento de nova tecnologia de armamento nuclear e a desvinculação unilateral por parte dos EUA de acordos e tratados internacionais que visam a contenção de armamento nuclear, tornam ainda mais urgente a exigência da erradicação total das armas nucleares e de destruição massiva, a bem da sobrevivência da Humanidade e da vida no planeta.
A adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares constituirá um importante contributo a favor da paz e do desarmamento!
Direção Nacional do CPPC
quarta-feira, setembro 25, 2019
E O PEV?! ... e os VERDES?!
PARA LER
(em tamanho original!)
E LEMBRAR!
DESDE 1987
PRESENTE
EM TODAS
AS LEGISLATURAS
COMO...
"FORMIGUINHA"!
ELE(s) não desiste(m)... nós também não - Venezuela
Defender a soberania da Venezuela
Defender o Direito Internacional
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia e considera de extrema gravidade a tentativa da Administração Trump de colocar em causa a participação da Delegação da República Bolivariana da Venezuela, designada pelo Governo venezuelano, presidido por Nicolás Maduro, à 74ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que neste momento tem lugar na sua Sede, em Nova Iorque.
Esta nova acção da Administração Trump, que conta com a cumplicidade de governos de países como a Colômbia ou o Brasil, constitui uma flagrante violação da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional que, a consumar-se, abriria um novo e grave precedente de instrumentalização da ONU para o suporte à ingerência, à desestabilização e à agressão contra um Estado soberano e independente – seja a Venezuela ou qualquer outro país.
Reafirmando a sua solidariedade com o povo venezuelano e a defesa da sua soberania, o CPPC considera que o Estado Português e os seus representantes junto da ONU – em consonância com os princípios da Constituição da República Portuguesa e a Carta das Nações Unidas – devem repudiar esta inaceitável manobra dos EUA, rejeitando uma qualquer iniciativa que vise colocar em causa os legítimos representantes da República Bolivariana da Venezuela, designados pelo legítimo Governo do Presidente Nicolás Maduro, à 74ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas.
Direcção Nacional do CPPC
terça-feira, setembro 24, 2019
E o PEV? O CAPITALISMO NÃO É VERDE!
(O debate a 6, ouvisto ontem, na madrugada de hoje)
Merece largo comentário, que não tenho disponibilidade para fazer mas
fica a borbulhar, e quero apenas deixar (com ligação ao blog e ao FB), uns aponta mentes.
&-----&-----&
O debate era a 6, com os candidatos de partidos que têm assento
parlamentar actual, ao que me pareceu ser explicitado como critério.
&-----&-----&
Então faltou um: o Partido Ecologista os Verdes!
&-----&-----&
Falta particularmente relevante porque o tema mais actual, tornado O
TEMA universal, planetário, das Nações Unidas (!), e à volta de uma encenação
infantil, quase caricata, é o do AMBIENTE.
&-----&-----&
Faltou sublinhar que há décadas existe em Portugal um partido que, não só no nome, foi
criado por e para esse tema; faltou dizer que tem estado presente em todas as
escolhas que se apresentam aos cidadãos como candidaturas a seus representantes
em democracia… representativa
&-----&-----&
Na FEPU, na APU, e agora na CDU.
&-----&-----&
E se o critério era o dos partidos com assento parlamentar o PEV tem
dois deputados lá (as)sentados e intervenientes!
&-----&-----&
Faltou, na participação do Jerónimo de Sousa (aliás excelente por tão
diferente, tão séria naquele “circo”), essa questão prévia, e repetir a sua oportunísima (e muito feliz) palavra de
ordem O CAPITALISMO NÃO É VERDE (c.q.d.).
&-----&-----&
E não se argumente com o pretexto coligação porque, então,
perguntar-se-ia porque estava lá o CDS (ou o PSD), que têm o tal assento a partir
de uma coligação que concorreu em 2015 e só por isso presente (o que nos teria poupado aquela triste "exibição" enCristada...).
... do resto se falará...
segunda-feira, setembro 23, 2019
De Maio a Setembro, na Madeira
Conhecidos os resultados mas eleições na Madeira, fomos confrontá-los com trabalhos feito após as "europeias" de Maio, a que chamámos "Sondagem nas urnas", e completámos o quadro então feito, com uma estimativa para a votação no JPP em que considerámos a votação anterior com uma margem de segurança a partir a sua votação nessas eleições:
Deu o seguinte;
Entre essas "sondagens" - de Maio - e esta votação, observamos o seguinte:
- uma bi-polarização evidente neste curto espaço de tempo (e em eleições bem diferentes);
- o PSD manteria os 21 deputados que teria nas eleições de Maio, perdendo a maioria absoluta;
- o PS aumentou 4 ou 5 deputados aos que conseguiria com as votações de Maio, à custa de 3 ou 2 deputados do BE e de manutenção ou perda de 2 deputados do JPP, e de 1 deputado do CDS;
- a CDU - entre Maio e Setembro - manteria o seu deputado, embora das eleições regionais tenha tido 2 e a poucos votos de 3,
sábado, setembro 21, 2019
Eu também apoio a CDU
https://cdu.pt/2019/apoiantes
Eu apoio a CDU
· porque há muitas décadas, na minha concepção de Vida e
de História – sempre em mudança e sempre a mesma –, tomei partido pela
classe operária e de todos os trabalhadores
· porque a coligação CDU é a única lista com que
coerentemente me posso identificar, sem qualquer dúvida ou hesitação
· porque, nos estreitos limites da liberdade e da
democracia por que lutei – e luto –, a lista da CDU afirma (e confirma na prática) os valores e direitos que quero contribuir para que se alarguem
· porque os nomes em que votarei, no círculo de
Santarém, para nos representarem na AR, merecem confiança, em particular o
deputado eleito em eleições anteriores, de novo cabeça de lista, confirmou
plenamente essa confiança de cidadão eleitor.
sexta-feira, setembro 20, 2019
DIA INTERNACIONAL DA PAZ
- 21 DE SETEMBRO
Neste 21 de Setembro, Dia
Internacional da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) apela
ao empenhamento e mobilização em defesa dos princípios inscritos na Carta das
Nações Unidas e na Constituição da República Portuguesa, como a soberania e os
direitos dos povos, a igualdade soberana dos estados, a solução pacífica e
negociada dos conflitos internacionais, o
não recurso à força ou à ameaça do recurso à força nas relações internacionais,
o desarmamento geral, simultâneo e controlado.
É na concretização destes princípios que será
possível salvaguardar a paz e a segurança no mundo, hoje seriamente ameaçadas
pela ação daqueles que afrontam, de forma clara, as normas de convivência
pacífica entre os povos e os Estados alcançadas e estabelecidas no Direito
Internacional após o final da Segunda Guerra Mundial. Cabe aos povos do mundo,
através da sua mobilização, união e ação organizada, fazer com que os governos
os implementem e defendam.
O CPPC considera esta relevante data como um
momento para continuar a desenvolver a sua ação de esclarecimento sobre as
graves ameaças que pairam sobre a Humanidade e a mobilizar para as iniciativas
em que se reclame, nomeadamente junto das autoridades portuguesas, a tomada de
efetivas medidas em defesa da soberania e da paz, entre as quais e em coerência
com o espírito e letra da Constituição da República Portuguesa:
a não participação de forças portuguesas em
operações de agressão contra outros povos;
a defesa nas organizações internacionais em que o
estado português participe do direito dos povos a decidir soberanamente o seu
caminho, rejeitando agressões, ameaças, chantagens e bloqueios económicos e
financeiros;
a assinatura e ratificação por Portugal do Tratado
de Proibição de Armas Nucleares, que visa a eliminação deste armamento de
destruição generalizada;
a não participação de Portugal no reforço e
expansão da NATO e a defesa da sua dissolução;
o não envolvimento de Portugal no processo de
militarização da União Europeia e a defesa da sua reversão.
Para o CPPC, estas são algumas das medidas que
Portugal poderia e deveria implementar e que contribuiriam, e muito, para o
avanço do desanuviamento das relações internacionais, da construção da
confiança mútua, da salvaguarda da paz e da segurança, da relação de amizade e
cooperação entre os povos.
Medidas tão mais importantes, quando os EUA e seus
aliados promovem o aumento drástico das despesas militares, lançam uma nova e
perigosa corrida aos armamentos, disseminam bases e instalações militares por
todo o mundo, desestabilizam e agridem militarmente e economicamente diversos
Estados soberanos, apontam a China e a Rússia como seus adversários
estratégicos – visando assegurar o controlo de recursos, mercados e regiões de
importância geo-estratégica e impor a sua supremacia económica, tecnológica,
militar, informacional e ideológica e, desta forma, a sua hegemonia mundial.
O CPPC apela a todos ao amantes da paz a que se
mobilizem e participem nas diversas iniciativas que, neste dia e nos seguintes,
se irão realizar na defesa da paz, da cooperação e do progresso social, da
soberania e dos direitos dos povos.
Pela Paz todos não somos demais!
Direção Nacional do CPPC
quinta-feira, setembro 19, 2019
Diferenças...
TINHA, AGORA MESMO, NA OBSOLETA "CAIXA DE CORREIO" POSTAL, UM PANFLETO EM QUE UM SUJEITO (ALIÁS MEU "COLEGA DE OFÍCIO"... EMBORA DE OUTRA IDADE E ESCOLA!) ME DIZ QUE O "O MEU (dele!) COMPROMISSO/É COM OS PORTUGUESES" (QUAIS?)...
'TÁ BEM! JÁ SE CÁ SABIA...
POIS O MEU (meu!) COMPROMISSO É
O NOSSO COMPROMISSO
É COM OS TRABALHADORES
E O POVO PORTUGUÊS!
Estamos entendidos...
quarta-feira, setembro 18, 2019
segunda-feira, setembro 16, 2019
sábado, setembro 14, 2019
Sondagens e... silêncios!
Eis que surge, em toda a força, a mistificação da sondagens.
Com toda a força que é dada à "informação". Manipulada para manipular.
Parece tudo ter sido preparado, esquematizado.
E tê-lo-á sido, ainda que não num gabinete de espertos experts, com régua, compasso e excel. Mas resultado de uma dinâmica das forças sociais na sua permanente e variável correlação.
E os silêncios. Como o caso caricato de apresentar resultados e comentários sobre os lugares primeiro (PS), segundo (PSD) e terceiro (BE), e a competição para o quinto e sexto (entre o PAN e o CDS). Sem uma palavra, uma vírgula..., sobre o quarto (a CDU?,.. brrrr!, cala-te boca!).
O silêncio depois das afirmações mentirosas, caluniosas, algumas condenadas por quem regula (ou devia), nenhuma desmentida como a lei manda com igual volume e alcance. Depois de outros silêncios como a selecção do que dizer ou mostrar porque não pode ser escondida porque não pode ser calada uma Festa como aquela.
Siga a dança! E continue a luta...
Com toda a força que é dada à "informação". Manipulada para manipular.
Parece tudo ter sido preparado, esquematizado.
E tê-lo-á sido, ainda que não num gabinete de espertos experts, com régua, compasso e excel. Mas resultado de uma dinâmica das forças sociais na sua permanente e variável correlação.
E os silêncios. Como o caso caricato de apresentar resultados e comentários sobre os lugares primeiro (PS), segundo (PSD) e terceiro (BE), e a competição para o quinto e sexto (entre o PAN e o CDS). Sem uma palavra, uma vírgula..., sobre o quarto (a CDU?,.. brrrr!, cala-te boca!).
O silêncio depois das afirmações mentirosas, caluniosas, algumas condenadas por quem regula (ou devia), nenhuma desmentida como a lei manda com igual volume e alcance. Depois de outros silêncios como a selecção do que dizer ou mostrar porque não pode ser escondida porque não pode ser calada uma Festa como aquela.
Siga a dança! E continue a luta...
terça-feira, setembro 10, 2019
absurdos semióticos
- dizem umas certas leituras das estatísticas que tem sido um partido chamado Partido Social-Democrata (PSD) a impedir a maioria absoluta do PS... que é partido social-democrata!
- quando parecia estarem de "contas certas" vem um Bloco de Esquerda" baralhar tudo e dizer que também é social-democrata, isto é, ele é tudo que dê votos...
- e quantos votos de eleitores do partido da foice e martelo se têm desviado ou perdido, desde 1975 (há 44 anos e dezenas de actos eleitorais!), por ter sido colocado a cruzinha onde está uma "coisa" que usa a foice e o martelo como símbolo?
segunda-feira, setembro 09, 2019
Não há FESTA como esta!... Prová-lo?.... É a FESTA, estúpidos.
No regresso da Festa, quase faz sorrir o início de uma notícia (?):
O PCP diz que não há festa como esta. Trata-se, claro, de um slogan que fica no ouvido e que ajuda a vender bilhetes, mesmo que seja difícil de provar.
É o veneno que é destilado em cada parágrafo,
em cada frase,
em cada palavra,
em cada silêncio.
Não há jornalismo como este!
É tão fácil de provar!
sexta-feira, setembro 06, 2019
disse, repito e repetirei: NÃO A INTERPRETAÇÕES E INTERPRETATIVOS -
de as palavras são armas
Não se pode aceitar que se adopte, quase consensualmente,
a designação de Estado Novo para o período de 1926 a 1974
que, até constitucionalmente (no preâmbulo da CRP),
se define,
sem ambiguidades e resistindo a todas as revisões,
como “Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo”,
de que se teria libertado em Abril de 1974.
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