domingo, outubro 02, 2005

Há utopias e utopias

O querido comentador (e de que qualidade!) Cid Simões está a por-me problemas... Ele tem razão quando levanta reservas quanto à utilização da palavra/conceito (como todas são) utopia. Mas já procurei remendar dizendo que estas "minhas utopias" serão mais desejos pelos quais luto ou não luto, e a utilização da palavra/conceito, não respeitando rigorosamente Moore (o tal que Cavaco Silva julgava que era um futebolista ou coisa assim, não foi?), é no seu sentido popular, próximo do desejo inalcançável desde que não se procure alcançar o que impossível parece ou o que os outros, os que estão bem como estão, acham que impossível é.
Por isso, a minha "utopia de hoje":

Fazer-em perceber... mesmo - ou sobretudo - quando me explico mal.

Sem prejuizo de aceitar o desafio do Cid Simões.

9 comentários:

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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Anónimo disse...

Esta nova dimensão da "blogoesfera" é sem dúvida um fenómeno da comunicação! Por vezes vejo-me a pensar e a fazer coisas que jamais faria ou pensaria se não "blogasse". Sem dúvida que não estaria agora com o "Utopia" na mão como estou! Ao desfolhá-lo deparei-me com esta citação:

"[os utopianos]julgam que contemplar o universo e louvar o autor das maravilhas da criação, constitui um culto agradável a Deus"

E não pude deixar de me lembrar de uma conversa que ouvi em ontemFátima, enquanto aguardava ser atendida numa loja. Uma senhora agitadamente comovida dizia:
- Ai louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Estas tempestades, estas doenças lá daqueles países, aqueles, não ouviu na televisão? Dizem que vão matar milhões, e que Portugal não tem a vacina! Vá-lha-me Nossa Senhora de Fátima, isto só pode ser o 3º Segredo! Lá os pápas não contaram tudo! Vá-lha-me Nossa Senhora da Fátima!

Será que para lá do degelo do Ártico, que faz aumentar a temperatura do mar e provoca estas catástrofes, ou quem sabe na provável [ou lógico-exacta] possibilidade de ocorrer uma mutação no vírus da gripe que poderá contaminar o ser humano, se esconde uma razão divina?
Será que as "maravilhas" da natureza que observamos no nosso dia à dia são obra de um Deus revoltado? É que se for mesmo assim avisem-me! A mim e principalmente aos que tentam estudar estes fenómenos! Poupavam-lhes com certeza muitas dores de cabeça! [Se é que o conformismo, por si só, também não é uma dor de cabeça]

Sérgio Ribeiro disse...

A blogosfera, entre outras coisas muito boas - que também más as tem - ajuda a conhecer gente como a Raquel. Que bom ler reflexões e textos como os que se lhe soltam blogosferamente.
E já me está a obrigar a "postar" uma coisa que faz parte do meu "arquivo" pessoal... vejam o próximo post os eventualmente curiosos.

Anónimo disse...

Esta é uma excelente utopia,e uma das que partilho, já que às vezes é tão difícil chegar aos outros, tal é o "ruído" à volta

Anónimo disse...

Ainda a propósito do comentário da Raquel só queria dizer que nem o conformismo nem o "justifiquismo" vos acompanhe, ou, vão em paz e que qualquer coisa ali pelo meio e não muito extremista vos acompanhe.

A propósito estou-me a lembrar de uma história...

Em cada frase de quatro palavras dizia cinco (ou seis) asneiras, cada uma pior que a outra. Fosse quem fosse que estivesse por perto. “É cada bojarda!” Alberto era assim, sem papas na língua, bem disposto e sempre com a barriga ligeiramente destapada. Não havia camisa que desse conta do recado.
Estava o Alberto a puxar lustro à cremalheira da Zundape quando vê ao longe o José de passo apressado e pasta na mão. “Atão Zé para onde corres? – É pá estou atrasado, vou para Lisboa. – Vai com Deus.” José esquece as pressas que o apressam, pára, volta-se para trás e pergunta admirado “Como? – Vai com Deus” insiste o outro. José ainda mais admirado pergunta novamente “Como? – Olha vai com o cara…kvfjkjl!!!!!” José pegou na pasta, virou-se e com um sorriso malandro seguiu para Lisboa.

Sérgio Ribeiro disse...

´Tava na gaveta, Pedro?
Posso espreitar?
Já me obriga a ir buscar outras "cem palavras"...
Vocês estão a puxar por mim!

Anónimo disse...

pá!, o aníbal cavaco silva não julgava que o morus era um jogador de futebol. a criatura apenas confundiu o autor de utopia com thomas mann. o que é outra coisa...

Anónimo disse...

Este deve ter aprendido o pá na estrebaria, onde seguramente não bebeu chá em pequeno.