quarta-feira, julho 06, 2011

"Abaixem-se mais, abaixem-se...", advertiria a minha vizinha

Escandalosa, imoral, injusta, incompreensível, má notícia com consequências brutais, sem coração, sem alma, implacável, má fé.
Não chegam, esgotam-se, os impropéricos comentários à notação da Moody's, a agência de rating.
Mas tudo cheira a encenação.
E pedem-se reacções "europeias", que são logo logo "descobertas" num sentido desejado. Na Alemanha,  claro, surgindo quem proponha agências de rating... "europeias". Ou seja, de instrumentos ao serviço do euro contra as que existem e são instrumentos ao serviço do dólar, todas ao serviço do capital financeiro. Que - atenção! - não é uniforme, que tem rivalidades internas com fortes clivagens, mas que se une no que lhe é intrínseco, a exploração dos trabalhadores, a especulação para acumular capital dinheiro fictício à custa do viver das populações.

Assim se cria um ambiente em que o vector dominante é o de intensificar a política de austeridades, anti-social, e as suas medidas, que nunca são suficientes para... "acalmar os mercados". E não se argumente que não há impacto porque os mercados estão fechados porque o impacto é ambiental, porque a intenção é a de "preparar a malta". É vital avisá-la! Que a questão é a das condições em que Portugal vai chegar à inevitável renegociação da dívida! 

4 comentários:

Maria disse...

Quando estivermos completamente de rastos não nos poderemos abaixar mais. É isto que eles querem.

Um beijo.

Sérgio Ribeiro disse...

Maria - ... para nos porem as patas em cima. Havendo quem lhes lamberá as botas! E já o vai fazendo, para não usar expressão mais forte...

Beijo

Graciete Rietsch disse...

O caminho que o actual e anteriores governos vêm seguindo, é de crise em crise, de derrocada em derrocada.Até quando poderemos aguentar isto?

Um beijo.

Anónimo disse...

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